Mosaico decorativo

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  • Era costume que o governador soltasse um preso a pedido do povo em cada festa de Páscoa. (São Mateus 27, 15)

  • Ora, havia naquela ocasião um prisio­neiro famoso, chamado Barra­bás. (São Mateus 27, 16)

  • Enquanto estava sentado no tribunal, sua mulher lhe mandou dizer: “Nada faças a esse justo. Fui hoje atormentada por um sonho que lhe diz respeito”. (São Mateus 27, 19)

  • Pilatos viu que nada adiantava, mas que, ao contrário, o tumulto crescia. Fez com que lhe trouxessem água, lavou as mãos diante do povo e disse: “Sou inocente do sangue deste homem. Isto é lá convosco!”. (São Mateus 27, 24)

  • Arrancaram-lhe as vestes e colocaram-lhe um manto escarlate. (São Mateus 27, 28)

  • Depois, trançaram uma coroa de espinhos, meteram-lha na cabeça e puseram-lhe na mão uma vara. Dobrando os joelhos diante dele, diziam com escárnio: “Salve, rei dos judeus!”. (São Mateus 27, 29)

  • Saindo, encontraram um ho­mem de Cirene, chamado Simão, a quem obrigaram a levar a cruz de Jesus. (São Mateus 27, 32)

  • Depois de o haverem crucificado, dividiram suas vestes entre si, tirando à sorte. Cumpriu-se assim a profecia do profeta: Repartiram entre si minhas vestes e sobre meu manto lançaram à sorte (Sl 21,19). (São Mateus 27, 35)

  • Por cima de sua cabeça penduraram um escrito trazendo o motivo de sua crucificação: “Este é Jesus, o rei dos judeus”. (São Mateus 27, 37)

  • Ao mesmo tempo foram crucificados com ele dois ladrões, um à sua direita e outro à sua esquerda. (São Mateus 27, 38)

  • Imedia­tamente, um deles tomou uma esponja, embebeu-a em vinagre e apresentou-lha na ponta de uma vara para que bebesse. (São Mateus 27, 48)

  • Jesus de novo lançou um grande brado, e entregou a alma. (São Mateus 27, 50)


"Quando o dia seguinte chegar, ele também será chamado de hoje. Tenha sempre muita confiança na Divina Providência." São Padre Pio de Pietrelcina