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Jezabel, sua mulher, veio ter com ele e disse-lhe: “Por que estás de mau humor e não queres comer?”. (I Reis 21, 5)
Escreveu ela, então, uma carta em nome do rei, selou-a com o selo real e mandou-a aos anciãos e aos notáveis da cidade, concidadãos de Nabot. (I Reis 21, 8)
Eis o que dizia na carta: “Promulgai um jejum, fazei sentar Nabot num lugar de honra (I Reis 21, 9)
Promulgaram um jejum e fizeram Nabot sentar-se num lugar de honra. (I Reis 21, 12)
Ouvindo essas palavras, Acab rasgou suas vestes, cobriu-se com um saco e jejuou. Dormia, envolto no saco e andava a passos lentos. (I Reis 21, 27)
“Viste como Acab se humilhou diante de mim? Como ele assim procedeu, não mandarei o castigo durante a sua vida, mas nos dias de seu filho farei vir a catástrofe sobre a sua casa”. (I Reis 21, 29)
O rei de Israel, tendo reunido os profetas, que eram em número de quatrocentos, perguntou-lhes: “Devo eu ir atacar Ramot de Galaad ou devo-me abster?”. Eles responderam: “Vai! O Senhor a entregará nas mãos do rei”. (I Reis 22, 6)
Mas Josafá replicou: “Haverá, porventura, algum outro profeta do Senhor por aqui a quem possamos consultar?”. (I Reis 22, 7)
Chamou então o rei de Israel um eunuco e deu-lhe esta ordem: “Traze-me aqui depressa Miqueias, filho de Jemla”. (I Reis 22, 9)
O rei de Israel e Josafá, rei de Judá, sentaram cada um no seu trono, revestidos de suas insígnias reais, na praça que está à entrada da porta de Samaria e todos os profetas profetizavam diante deles. (I Reis 22, 10)
Ao que Miqueias respondeu: “Vejo todo o Israel espalhado pelas montanhas como um rebanho sem pastor. O Senhor disse: ‘Essa gente não tem um guia; volte cada um em paz para a sua casa!’.” (I Reis 22, 17)
O Senhor disse: ‘Quem seduzirá Acab, para que ele suba e pereça em Ramot de Galaad?’. Um disse uma coisa, outro dizia outra. (I Reis 22, 20)