Mosaico decorativo

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  • Imediatamente, os marinhei­ros procuraram fugir e, sob o pretexto de largar as âncoras da proa, lançaram o bote ao mar. (Atos dos Apóstolos 27, 30)

  • Os soldados cortaram, então, os cabos do bote e deixaram-no cair. (Atos dos Apóstolos 27, 32)

  • Com isso, todos cobraram ânimo e puseram-se igualmente a comer. (Atos dos Apóstolos 27, 36)

  • No navio éramos ao todo duzentas e setenta e seis pessoas. (Atos dos Apóstolos 27, 37)

  • Depois de terem comido à vontade, aliviaram o navio, atirando o trigo ao mar. (Atos dos Apóstolos 27, 38)

  • Afinal, clareou o dia. Os mari­nheiros não reconheceram a terra, mas viram uma enseada com uma praia, na qual tencionavam enca­lhar o navio, caso o pudessem. (Atos dos Apóstolos 27, 39)

  • Levantaram as âncoras e largaram ao mesmo tempo as amarras dos lemes. Desfraldaram ao vento a vela mestra e rumaram para a praia. (Atos dos Apóstolos 27, 40)

  • Mas deram numa língua de terra, e o navio encalhou aí. A proa, encalha­da, permanecia imóvel, ao mesmo tempo que a popa se abria com a força do mar. (Atos dos Apóstolos 27, 41)

  • Os demais, uns atingiram a terra em tábuas, ou­tros em cima dos destroços do navio. Desse modo, todos conseguiram chegar à terra sãos e salvos. (Atos dos Apóstolos 27, 44)

  • Os indígenas trataram-nos com extraordinária benevolência. Acenderam uma grande fogueira e em torno dela nos recolheram, em vista da chuva que caía e do frio que fazia. (Atos dos Apóstolos 28, 2)

  • Quando os indígenas viram a serpente pendendo de sua mão, diziam uns aos outros: “Sem dúvida, este homem é homicida, pois, tendo escapado ao mar, a justiça não o deixa viver”. (Atos dos Apóstolos 28, 4)

  • Julgavam os indígenas que ele viesse a inchar, e que subitamente caísse morto. Mas, depois de esperarem muito tempo, vendo que não lhe acontecia mal nenhum, mudaram de parecer e disseram: “Ele é um deus”. (Atos dos Apóstolos 28, 6)


"De que vale perder-se em vãos temores?". São Padre Pio de Pietrelcina