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Invadirá inesperadamente as regiões mais férteis da terra; fará o que nunca fizeram seus pais nem os antepassados deles: distribuirá com os seus os saques, despojos, riquezas; combinará ofensivas contra as fortalezas, mas apenas por um tempo.* (Daniel 11, 24)
Então, ouvi o homem vestido de linho, que estava em cima do rio, jurar, levantando para o céu sua mão esquerda bem como sua mão direita: “Pelo eterno vivo, será em um tempo, tempos e na metade de um tempo, no momento em que a força do povo santo for inteiramente rompida, que todas estas coisas se cumprirão”.* (Daniel 12, 7)
Os dois anciãos viam-na, portanto, todos os dias durante seu passeio, tanto que se apaixonaram por ela e, (Daniel 13, 8)
perdendo a justa noção das coisas, desviaram os olhos para não ver mais o céu e não ter mais presente no espírito a verdadeira regra de comportamento. (Daniel 13, 9)
Ambos foram atingidos pelo amor a Suzana, mas sem se confiarem mutuamente sua emoção. (Daniel 13, 10)
Uma vez disseram um ao outro: “Vamos para casa; está na hora do almoço”. Saíram cada um para seu lado. (Daniel 13, 13)
Mas, havendo ambos retrocedido, encontraram-se novamente no mesmo lugar. Perguntando um ao outro qual o motivo de sua volta, confessaram-se sua concupiscência. Combinaram, então, um encontro onde a pudessem surpreender sozinha. (Daniel 13, 14)
O que elas fizeram por sua ordem. As portas do jardim estando fechadas, saíram pela porta do fundo para ir buscar os objetos pedidos, ignorando que os anciãos lá se achavam escondidos. (Daniel 13, 18)
Apenas saíram, os dois homens precipitaram-se em direção de Suzana. (Daniel 13, 19)
“As portas do jardim estão fechadas” – disseram-lhe –, “ninguém nos vê. Ardemos de amor por ti. Aceita e entrega-te a nós. (Daniel 13, 20)
Com essa balbúrdia, os criados precipitaram-se pela porta do fundo para ver o que havia acontecido. (Daniel 13, 26)
Os anciãos se puseram a falar, e os criados enrubesceram, pois jamais nada de semelhante fora dito de Suzana. (Daniel 13, 27)