Encontrados 6471 resultados para: RAM
Quando José se aproximou de seus irmãos, eles o despojaram de sua túnica, daquela bela túnica de várias cores que trazia, (Gênesis 37, 23)
e jogaram-no numa cisterna velha, que não tinha água. (Gênesis 37, 24)
E, sentando-se para comer, eis que, levantando os olhos, viram surgir no horizonte uma caravana de ismaelitas vinda de Galaad. Seus camelos estavam carregados de resina, de bálsamo e de ládano, que transportavam para o Egito.* (Gênesis 37, 25)
Vinde e vendamo-lo aos ismaelitas. Não levantemos nossas mãos contra ele, pois, afinal, é nosso irmão, nossa carne”. Seus irmãos concordaram. (Gênesis 37, 27)
E, quando passaram os negociantes madianitas, tiraram José da cisterna e venderam-no por vinte moedas de prata aos ismaelitas, que o levaram para o Egito. (Gênesis 37, 28)
Tomaram então a túnica de José, mataram um cabrito e a mergulharam no seu sangue. (Gênesis 37, 31)
E mandaram-na levar ao seu pai com esta mensagem: “Eis o que encontramos: vê se não é, porventura, a túnica do teu filho”. (Gênesis 37, 32)
Todos os seus filhos e filhas vieram consolá-lo, mas ele não aceitou nenhuma condolência: “É chorando – disse ele – que descerei para junto de meu filho na habitação dos mortos”. Foi assim que o seu pai o chorou.* (Gênesis 37, 35)
Os madianitas venderam-no a Putifar, no Egito, eunuco do faraó e chefe da guarda. (Gênesis 37, 36)
perguntou aos habitantes do lugar: “Onde está aquela prostituta que estava em Enaim, à beira do caminho?”. Responderam-lhe: “Não há prostituta nesse lugar!”. (Gênesis 38, 21)
Ele voltou para junto de Judá: “Não a encontrei – disse ele – e os moradores daquele lugar disseram-me que não havia nenhuma prostituta ali”. (Gênesis 38, 22)
Mais ou menos três meses depois, vieram dizer a Judá: “Tamar, tua nora, conduziu-se mal: vê-se que está grávida”. Judá respondeu: “Tirai-a para fora, que ela seja queimada!”. (Gênesis 38, 24)