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Ai das nações que se insurgirem contra o meu povo! No dia do juízo as punirá o Senhor Todo-poderoso: entregará as suas carnes aos vermes e ao fogo e hão de chorar eterna dor”. (Judite 16, 17)
Depois dessa vitória, todo o povo foi a Jerusalém para adorar o Senhor. Purificaram-se e todos ofereceram os seus holocaustos, cumprindo os seus votos e suas promessas. (Judite 16, 18)
Judite ofereceu todas as armas de Holofernes recebidas do povo e o cortinado que ela mesma tinha tirado do leito de Holofernes para que servisse de anátema de esquecimento.* (Judite 16, 19)
O povo alegrou-se grandemente diante do santuário e o regozijo dessa vitória foi celebrado com Judite durante três meses. (Judite 16, 20)
Todo o povo a chorou durante sete dias. (Judite 16, 25)
O rei expediu cartas para todas as províncias reais, a cada uma em sua escrita, e a cada povo em sua língua própria: elas decretavam que todo marido devia ser o senhor em sua casa e fazer-se respeitar por sua mulher. (Ester 1, 22)
“Eu te entrego – disse-lhe – esse dinheiro e ao mesmo tempo esse povo; faze dele o que quiseres.” (Ester 3, 11)
Mardoqueu lhe entregou também uma cópia do edito, publicado em Susa, para exterminá-los. Devia mostrá-la a Ester, para que ficasse informada de tudo e movê-la a ir ter com o rei para implorar sua graça e interceder junto dele em favor do povo. (Ester 4, 8)
“Todos os servos do rei e o povo de suas províncias sabem bem que, para quem quer que seja, homem ou mulher, que penetrar sem ser chamado na câmara interior do palácio, há uma lei real condenando-o à morte, exceção feita somente àquele para o qual o rei estender seu cetro de ouro, conservando-lhe a vida. E eis que são já trinta dias que não sou chamada à presença do rei”. (Ester 4, 11)
para contar a Zares, sua mulher, e a todos os seus amigos o que lhe tinha acontecido. Seus conselheiros e sua mulher, Zares, lhe responderam: “Se Mardoqueu, diante do qual começou tua queda, pertence ao povo judeu, não o vencerás, mas sucumbirás diante dele”. (Ester 6, 13)
A rainha respondeu: “Se achei graça a teus olhos, ó rei, e se ao rei lhe parecer bem, concede-me a vida – eis o meu pedido; salva meu povo – eis o meu desejo. (Ester 7, 3)
Fomos votados eu e meu povo, ao extermínio, à morte, ao aniquilamento. Se tivéssemos sido vendidos como escravos eu me calaria, mas eis que agora o opressor não poderia compensar o prejuízo que causa ao mesmo rei”.* (Ester 7, 4)