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Entretanto, vós me dissestes: Eu te beneficiarei e tornarei tua posteridade inumerável como os grãos de areia do mar”. (Gênesis 32, 13)
E deu esta ordem ao primeiro: “Quando meu irmão Esaú te encontrar e te perguntar quem és, aonde vais e a quem pertence o rebanho que conduzes, (Gênesis 32, 18)
responderás: Pertence ao teu servo Jacó; é um presente que ele manda ao meu senhor Esaú; ele mesmo vem atrás de nós”. (Gênesis 32, 19)
Deu a mesma ordem ao segundo, ao terceiro e a todos os que conduziam os rebanhos: “Quando encontrardes Esaú – disse ele – vós lhe direis a mesma coisa. (Gênesis 32, 20)
Tomou-os, e os fez passar a torrente com tudo o que lhe pertencia. (Gênesis 32, 24)
Jacó ficou só; e alguém lutava com ele até o romper da aurora. (Gênesis 32, 25)
E disse-lhe: “Deixa-me partir, porque a aurora se levanta”. “Não te deixarei partir – respondeu Jacó – antes que me tenhas abençoado.” (Gênesis 32, 27)
“Teu nome não será mais Jacó – tornou ele – mas Israel, porque lutaste com Deus e com os homens, e venceste.” Jacó pediu-lhe: (Gênesis 32, 29)
“Peço-te que me digas qual é o teu nome”. “Por que me perguntas o meu nome?” – respondeu ele. E abençoou-o no mesmo lugar.* (Gênesis 32, 30)
Jacó chamou àquele lugar Fanuel, “porque – disse ele – eu vi a Deus face a face, e minha vida foi poupada”. (Gênesis 32, 31)
O sol levantava-se no horizonte, quando ele atravessou Fanuel. E coxeava de uma perna. (Gênesis 32, 32)
É por isso que os israelitas, ainda hoje, não comem o nervo da articulação da coxa, porque aquele homem tinha tocado nesse nervo da articulação da coxa de Jacó. (Gênesis 32, 33)