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Houve por isso divisão entre o povo por causa dele. (São João 7, 43)
Voltaram os guardas para junto dos príncipes dos sacerdotes e fariseus, que lhes perguntaram: “Por que não o trouxestes?”. (São João 7, 45)
Replicaram os fariseus: “Porventura também vós fostes seduzidos? (São João 7, 47)
Há, acaso, alguém dentre as autoridades ou fariseus que acreditou nele? (São João 7, 48)
Replicou-lhes Nicodemos, um deles, o mesmo que de noite o fora procurar: (São João 7, 50)
Responderam-lhe: “Porventura és também tu galileu? Informa-te bem e verás que da Galileia não saiu profeta”.* (São João 7, 52)
Os escribas e os fariseus trouxeram-lhe uma mulher que fora apanhada em adultério. (São João 8, 3)
Puseram-na no meio da multidão e disseram a Jesus: “Mestre, agora mesmo esta mulher foi apanhada em adultério. (São João 8, 4)
Perguntavam-lhe isso, a fim de pô-lo à prova e poderem acusá-lo. Jesus, porém, se inclinou para a frente e escrevia com o dedo na terra. (São João 8, 6)
A essas palavras, sentindo-se acusados pela sua própria consciência, eles se foram retirando um por um, até o último, a começar pelos mais idosos, de sorte que Jesus ficou sozinho, com a mulher diante dele. (São João 8, 9)
Respondeu ela: “Ninguém, Senhor”. Disse-lhe então Jesus: “Nem eu te condeno. Vai e não tornes a pecar”. (São João 8, 11)
Respondeu-lhes Jesus: “Embora eu dê testemunho de mim mesmo, o meu testemunho é digno de fé, porque sei de onde vim e para onde vou; mas vós não sabeis de onde venho nem para onde vou. (São João 8, 14)