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Quando Balac soube de sua chegada, subiu-lhe ao encontro até a cidade de Moab, na fronteira do Arnon, na extremidade daquela terra, (Números 22, 36)
“Eis-me aqui – respondeu Balaão – mas poderei eu agora dizer algo de mim mesmo? Só direi o que Deus me puser na boca, nada mais.” (Números 22, 38)
Balac imolou em sacrifício bois e ovelhas, dos quais mandou algumas porções a Balaão e aos chefes que o acompanhavam. (Números 22, 40)
No dia seguinte pela manhã, Balac tomou consigo o adivinho e levou-o a Bamot-Baal, de onde se podiam ver as últimas linhas do acampamento de Israel.* (Números 22, 41)
Balaão disse ao rei: “Levanta-me aqui sete altares e prepara-me sete touros e sete carneiros”. (Números 23, 1)
Balac fez o que o adivinho pediu, e ofereceram juntos um touro e um carneiro em cada altar. (Números 23, 2)
“Fica – disse Balaão a Balac – junto de teu holocausto, enquanto eu me afasto. Talvez o Senhor venha ao meu encontro, e te direi tudo o que ele me mandar.” Afastou-se Balaão e foi para um monte escalvado, (Números 23, 3)
onde Deus se lhe apresentou. Balaão disse a Deus: “Levantei sete altares, e sobre cada altar ofereci um touro e um carneiro”. (Números 23, 4)
O Senhor pôs então uma palavra na boca de Balaão e disse: “Volta para junto de Balac e dize-lhe isto e isto”. (Números 23, 5)
Balaão pronunciou o seguinte oráculo: “De Aram mandou-me vir Balac, das montanhas do Oriente, o rei de Moab: Vem! Por mim amaldiçoa Jacó! Vem votar Israel à perdição! (Números 23, 7)
Do alto dos rochedos eu contemplo, estou vendo do cimo das colinas: um povo isolado, não contado entre as nações. (Números 23, 9)
Quem poderia calcular o pó de Jacó? Quem poderia medir as nuvens de Israel? Que eu morra da morte dos justos, que o meu fim se assemelhe ao fim deles!”.* (Números 23, 10)