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De outra maneira, quando o outro ainda está longe, envia-lhe embaixadores para tratar da paz. (São Lucas 14, 32)
Os fariseus e os escribas murmuravam: “Este homem recebe e come com pessoas de má vida!”. (São Lucas 15, 2)
Entrou então em si e refletiu: Quantos empregados há na casa de meu pai que têm pão em abundância... e eu, aqui, estou a morrer de fome! (São Lucas 15, 17)
Levantou-se, pois, e foi ter com seu pai. Estava ainda longe, quando seu pai o viu e, movido de compaixão, correu-lhe ao encontro, o abraçou e o beijou. (São Lucas 15, 20)
Mas o pai falou aos servos: Trazei-me depressa a melhor veste e vesti-lha, e ponde-lhe um anel no dedo e calçado nos pés. (São Lucas 15, 22)
Trazei também um novilho gordo e matai-o; comamos e façamos uma festa. (São Lucas 15, 23)
Este meu filho estava morto, e reviveu; tinha se perdido, e foi achado. E começaram a festa. (São Lucas 15, 24)
O filho mais velho estava no campo. Ao voltar e aproximar-se da casa, ouviu a música e as danças. (São Lucas 15, 25)
Ele, então, respondeu ao pai: Há tantos anos que te sirvo, sem jamais transgredir ordem alguma tua, e nunca me deste um cabrito para festejar com os meus amigos. (São Lucas 15, 29)
E agora, que voltou este teu filho, que gastou os teus bens com as meretrizes, logo lhe mandaste matar um novilho gordo! (São Lucas 15, 30)
Explicou-lhe o pai: Filho, tu estás sempre comigo, e tudo o que é meu é teu. (São Lucas 15, 31)
Convinha, porém, fazermos festa, pois este teu irmão estava morto, e reviveu; tinha se perdido, e foi achado”. (São Lucas 15, 32)