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sabeis que detesto a glória dos ímpios e que tenho horror ao leito dos incircuncisos e estrangeiros. (Ester 14, 15)
Conheceis a necessidade a que estou reduzida e como abomino a insígnia da dignidade que está sobre minha cabeça nos dias em que devo aparecer em público. Sim, eu a abomino como um pano manchado e não a levo nos dias de meu retiro. (Ester 14, 16)
Mardoqueu mandou pedir a Ester que fosse ter com o rei para lhe pedir graça e suplicar em favor de sua pátria. (Ester 15, 1)
No terceiro dia, terminando sua prece, Ester despiu suas vestes de dor e revestiu suas vestiduras de cerimônia.* (Ester 15, 4)
ao passo que a outra a seguia, levando a cauda de seu vestido. (Ester 15, 7)
Estava rosada como uma flor de beleza, de rosto alegre e atraente, mas com o coração angustiado pelo temor. (Ester 15, 8)
Passou, pois, todas as portas e se apresentou diante do rei. Assuero estava assentado em seu trono, revestido de todos os ornamentos de sua majestade, coberto de ouro e de pedrarias e seu aspecto era imponente. (Ester 15, 9)
“Que tens, Ester?” – perguntou ele –. “Sou teu irmão. Não temas! (Ester 15, 12)
“Meu Senhor, eu te vi como um anjo de Deus e o temor de tua majestade pôs no avesso meu coração.* (Ester 15, 16)
Porque és maravilhoso, Senhor, e teu rosto está cheio de graça.” (Ester 15, 17)
Isso é o que se pode verificar, não tanto pelas relações passadas que chegaram até nós, como acabamos de recordar, quando examinamos os fatos criminosos, de vós conhecidos, perpetrados por essa calamidade de homens indignamente revestidos de autoridade. (Ester 16, 7)
Ora, pois, é assim que o macedônio Amã, filho de Amadates, homem verdadeiramente estranho ao sangue dos persas e muito alheio à nossa bondade – embora gozasse de nossa hospitalidade e (Ester 16, 10)