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O chefe da guarda associou-lhes José para os servir. Havia já certo tempo que estavam detidos, (Gênesis 40, 4)
quando os dois prisioneiros, o copeiro e o padeiro do rei do Egito, tiveram um sonho numa mesma noite, cada um o seu, com seu sentido particular. (Gênesis 40, 5)
Quando fores feliz, lembra-te de mim e faze-me o favor de recomendar-me ao faraó, para que ele me tire desta prisão. (Gênesis 40, 14)
Porque é por um rapto que fui tirado da terra dos hebreus, e aqui, igualmente, eu nada fiz para merecer a prisão”. (Gênesis 40, 15)
O padeiro-mor, vendo que José tinha dado uma boa interpretação, disse-lhe: “Eu também, em meu sonho, levava sobre minha cabeça três cestas de pão branco. (Gênesis 40, 16)
Na de cima, havia toda a sorte de manjares para o faraó; mas as aves do céu comiam-nos na cesta que estava sobre minha cabeça”. (Gênesis 40, 17)
e mandou suspender no patíbulo o padeiro-mor, como na interpretação que José lhes havia dado. (Gênesis 40, 22)
de onde saíram sete vacas belas e gordas, que se puseram a pastar no capinzal. (Gênesis 41, 2)
Mas, eis que saíram em seguida do mesmo Nilo sete outras vacas, feias e magras, que vieram e se puseram ao lado das outras na margem do rio. (Gênesis 41, 3)
As vacas feias e magras devoraram as sete vacas belas e gordas. E o faraó despertou. (Gênesis 41, 4)
Mas eis que em seguida germinaram sete outras espigas, magras e ressequidas pelo vento do oriente. (Gênesis 41, 6)
Chegada a manhã, o faraó, com o espírito preocupado, mandou chamar todos os mágicos e sábios do Egito. Contou-lhes seus sonhos, mas nenhum deles soube explicá-los. (Gênesis 41, 8)