Encontrados 895 resultados para: Conquista De Jerusalém
Senaquerib, que se encontrava diante de Laquis com todas as suas forças armadas, enviou uma delegação a Jerusalém para dizer a Ezequias e aos homens de Judá: (II Crônicas 32, 9)
“Eis o que diz Senaquerib, rei da Assíria: Em que confiais vós para vos encerrardes dessa maneira em Jerusalém? (II Crônicas 32, 10)
Não foi ele, Ezequias, quem suprimiu os lugares altos e os altares do Senhor, ordenando a Judá e a Jerusalém não se prostrar e não oferecer incenso, senão diante de um só altar? (II Crônicas 32, 12)
E tudo isso gritaram em alta voz, em hebraico, para intimidar e assustar o povo de Jerusalém, que se encontrava na muralha, a fim de apoderar-se da cidade. (II Crônicas 32, 18)
Falavam do Deus de Jerusalém como dos deuses das nações pagãs que não passam de obras feitas pela mão do homem. (II Crônicas 32, 19)
Desse modo, o Senhor livrou Ezequias e os habitantes de Jerusalém da mão de Senaquerib e de todos os seus inimigos, protegendo-os contra todos os seus vizinhos. (II Crônicas 32, 22)
Muitos foram os que levaram a Jerusalém oferendas para o Senhor e ricos presentes para Ezequias, rei de Judá, que conquistou desde então um grande prestígio aos olhos das nações pagãs. (II Crônicas 32, 23)
Mas Ezequias não se mostrou reconhecido pelo benefício recebido, pois seu coração se ensoberbeceu e a ira do Senhor se inflamou contra ele, como também contra Judá e Jerusalém. (II Crônicas 32, 25)
Todavia, como ele se humilhou com os habitantes de Jerusalém, do orgulho de seu coração, não se desencadeou sobre ele a ira do Senhor durante sua vida. (II Crônicas 32, 26)
Ezequias adormeceu entre seus pais e foi sepultado na parte superior dos sepulcros dos filhos de Davi. Todo o Judá e os habitantes de Jerusalém lhe prestaram as honras fúnebres. Seu filho Manassés sucedeu-lhe no trono. (II Crônicas 32, 33)
Manassés tinha a idade de doze anos quando começou a reinar e reinou cinquenta e cinco anos em Jerusalém. (II Crônicas 33, 1)
Chegou até a edificar altares no Templo do Senhor, esse templo do qual tinha dito: “Meu nome residirá em Jerusalém para sempre”. (II Crônicas 33, 4)