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Se formos para a cidade, morreremos, porque reina a fome ali; se ficarmos aqui, morreremos da mesma sorte. Vinde! Passemos ao acampamento dos sírios; quem sabe se eles nos pouparão a vida e viveremos? Se nos quiserem matar, pois bem, morreremos”. (II Reis 7, 4)
Ao anoitecer, partiram para o acampamento dos sírios mas, ao chegarem aos limites do acampamento, viram que não havia mais ninguém. (II Reis 7, 5)
Foram e contaram o sucedido aos guardas da porta da cidade, dizendo-lhes: “Entramos no acampamento dos sírios. Não há ali ninguém, nem uma voz humana sequer, só há cavalos, jumentos amarrados e as tendas tais como foram levantadas”. (II Reis 7, 10)
Era noite. O rei levantou-se e disse aos seus servos: “Vou dizer-vos o que tramam os sírios: eles sabem que estamos famintos; por isso, deixaram o acampamento e foram armar emboscadas no campo, pensando prender-nos vivos e penetrar em seguida na cidade, uma vez que tenhamos saído dela”. (II Reis 7, 12)
Jorão adormeceu com os seus pais e foi sepultado junto deles na Cidade de Davi. Seu filho Ocozias sucedeu-lhe no trono. (II Reis 8, 24)
Jorão tinha voltado a Jezrael para se curar dos ferimentos recebidos dos sírios, quando combatia contra Hazael, rei da Síria. “Se esta é a vossa vontade – disse Jeú –, ninguém fuja da cidade para ir dar a notícia a Jezrael.” (II Reis 9, 15)
Seus servos transportaram-no para Jerusalém em seu carro e sepultaram-no em seu túmulo com seus irmãos, na Cidade de Davi. (II Reis 9, 28)
Havia em Samaria setenta filhos de Acab. Jeú escreveu uma carta e mandou-a à Samaria aos magistrados da cidade, aos anciãos e aos preceptores dos filhos de Acab. (II Reis 10, 1)
Dizia na carta: “Logo que receberdes esta carta, vós que tendes convosco os filhos de vosso soberano, como também carros, cavalos, uma cidade fortificada e armas, (II Reis 10, 2)
escolhei o melhor e o mais qualificado dos filhos de vosso soberano e ponde-o no trono de seu pai. Em seguida, começai a luta pela casa de vosso soberano”. (II Reis 10, 3)
O prefeito do palácio, o comandante da cidade, os anciãos e os preceptores dos filhos de Acab mandaram a Jeú a seguinte resposta: “Nós somos teus servos. Faremos tudo o que nos disseres; não elegeremos rei sobre nós. Faze como melhor te parecer”. (II Reis 10, 5)
Escreveu-lhes Jeú uma segunda carta, na qual dizia: “Se estais do meu lado, se quereis obedecer às minhas ordens, tomai as cabeças dos filhos de vosso soberano e apresentai-vos a mim amanhã a esta hora em Jezrael”. Os filhos do rei, que eram em número de setenta, encontravam-se na casa dos grandes da cidade, que os educavam. (II Reis 10, 6)