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Logo em seguida, disseram a Jônatas e a seu irmão Simão que os filhos de Iambri celebravam um grande casamento e traziam de Nadabat, com grande pompa, a jovem esposa, filha de um dos maiores príncipes de Canaã. (I Macabeus 9, 37)
Sob sua autoridade o povo tinha chegado a rechaçar os pagãos de seu território e a expulsar os ocupantes da Cidade de Davi em Jerusalém, lugar no qual haviam estabelecido uma fortaleza e da qual saíam para manchar os acessos do templo e profanar gravemente a santidade. (I Macabeus 14, 36)
tudo isso está narrado nos anais de seu pontificado, desde o momento em que ele se tornou sumo sacerdote em lugar de seu pai. (I Macabeus 16, 24)
Diante da profanação que ameaçava o templo, o povo se precipitava em multidão para fora das casas, a fim de se ajuntarem à prece comum. (II Macabeus 3, 18)
Tomou com as mãos profanas os vasos sagrados e com mãos impuras apoderou-se das oferendas feitas pelos reis anteriores, para proveito, honra e glória do templo. (II Macabeus 5, 16)
Mandou-o também profanar o templo de Jerusalém, dedicá-lo a Júpiter Olímpico e consagrar o do monte Garizim, segundo o caráter dos habitantes do lugar, a Júpiter Hospitaleiro.* (II Macabeus 6, 2)
e este disse, quando estava a ponto de expirar: “É uma sorte desejável perecer pela mão humana com a esperança de que Deus nos ressuscite. Para ti, porém, certamente não haverá ressurreição para a vida!”. (II Macabeus 7, 14)
Suplicavam ao Senhor que olhasse para o povo, desdenhado por todos; que se compadecesse do templo profanado pelos ímpios; (II Macabeus 8, 2)
que se lembrasse da desumana carnificina de crianças inocentes e que vingasse também as blasfêmias proferidas contra seu nome. (II Macabeus 8, 4)
que pensassem na indigna profanação infligida por eles ao templo, na humilhação imposta à cidade devastada e na ruína das tradições de seus antepassados. (II Macabeus 8, 17)
Encontrando-se perto de Ecbátana, soube da derrota de Nicanor e do exército de Timóteo. (II Macabeus 9, 3)
O homem que, pouco antes, julgando-se acima da natureza humana, pensava poder dominar as frotas do mar e pesar as montanhas nos pratos de sua balança, ei-lo agora estendido sobre a terra, em seguida levado numa liteira, provando assim aos olhos de todos o poder de Deus. (II Macabeus 9, 8)