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Quanto à sua população, fê-la sair para empregá-la em serrar, em trabalhar com a picareta e o machado e em fazer tijolos. Assim fez com todas as cidades dos amonitas. E Davi voltou com todas as suas tropas para Jerusalém. (II Samuel 12, 31)
Amnon deitou-se e fingiu que estava enfermo. Quando o rei veio visitá-lo, ele disse-lhe: “Peço-te que minha irmã Tamar venha preparar à minha vista dois pasteizinhos, para que eu coma de sua mão”. (II Samuel 13, 6)
Amnon disse então a Tamar: “Traze o prato no meu quarto, para que eu coma de tua mão”. Tamar tomou os pastéis que fizera e levou-os ao seu irmão no quarto. (II Samuel 13, 10)
E quando ela os oferecia a Amnon para que comesse, este segurou-a, dizendo: “Vem, deita-te comigo, minha irmã!”. (II Samuel 13, 11)
O rei disse-lhe: “Não, meu filho, não iremos todos, para não te sermos pesados”. Malgrado instâncias de Absalão, o rei não quis ir e o abençoou. (II Samuel 13, 25)
Quanto a Absalão, fugira para junto de Tolmai, filho de Amiud, rei de Gessur. (II Samuel 13, 37)
Enquanto isso, Davi continuava de luto pelo filho. E Absalão permaneceu três anos em Gessur, para onde fugira. (II Samuel 13, 38)
Joab, filho de Sárvia, percebendo que o coração do rei se voltava de novo para Absalão, (II Samuel 14, 1)
mandou vir de Tícua uma mulher habilidosa e disse-lhe: “Põe-te de luto; toma vestes de luto e não te unjas, para pareceres uma mulher que chora um morto há muito tempo. (II Samuel 14, 2)
E eis que agora se levanta contra a tua serva toda a família, dizendo-lhe: ‘Dá-nos o fratricida, para o matarmos em castigo do sangue do irmão que ele matou e exterminaremos o herdeiro’. Querem assim apagar a última brasa que me resta, de modo que não se conserve de meu marido nem nome, nem posteridade na terra.” (II Samuel 14, 7)
O rei disse à mulher: “Volta para a tua casa; tomarei providências a teu respeito”. (II Samuel 14, 8)
Ela ajuntou: “Queira o rei lembrar-se do Senhor, seu Deus, para que o vingador do sangue não agrave a desgraça, matando o meu filho!”. “Pela vida de Deus – disse ele –, não cairá um só cabelo da cabeça de teu filho!” (II Samuel 14, 11)