Mosaico decorativo

Bíblia em um ano.

No dia 364, Apocalipse 18-20 descreve a queda da Babilônia e a vitória final de Deus sobre o mal. Hebreus 9-10 reforça a perfeição da nova aliança em Cristo, oferecendo-nos acesso direto ao coração de Deus. Provérbios 31:26-29 destaca palavras de sabedoria e influência positiva, mostrando como a virtude impacta a família e a comunidade.

Capítulo 18

1. Depois disso, vi descer do céu outro anjo que tinha grande poder, e a terra foi iluminada por sua glória.

2. Clamou em alta voz, dizendo: “Caiu, caiu Babilônia, a Grande. Tornou-se morada dos demônios, prisão dos espíritos imundos e das aves impuras e abomináveis,

3. porque todas as nações beberam do vinho da ira de sua luxúria, pecaram com ela os reis da terra e os mercadores da terra se enriqueceram com o excesso do seu luxo”.

4. Ouvi outra voz do céu que dizia: “Meu povo, sai de seu meio para que não participes de seus pecados e não tenhas parte nas suas pragas,

5. porque seus pecados se acumularam até o céu, e Deus se lembrou das suas injustiças.

6. Faze com ela o que fez (contigo), e retribui-lhe o dobro de seus malefícios; na taça que ela deu de beber, dá-lhe o dobro.

7. Na mesma proporção em que fez ostentação de luxo, dá-lhe em tormentos e prantos. Pois ela disse no seu coração: Estou no trono como rainha, e não viúva, e nunca conhecerei o luto.

8. Por isso, num só dia virão sobre ela as pragas: morte, pranto, fome. Ela será consumida pelo fogo, porque forte é o Senhor Deus que a condenou”.

9. Hão de chorar e lamentar-se por sua causa os reis da terra que com ela se contaminaram e pecaram, quando avistarem a fumaça do seu incêndio.

10. Parados ao longe, de medo de seus tormentos, eles dirão: “Ai, ai da grande cidade, Babilônia, cidade poderosa! Bastou um momento para tua execução!”.

11. Também os negociantes da terra choram e se lamentam a seu respeito, porque já não há ninguém que lhes compre os carregamentos:

12. carregamento de ouro e prata, pedras preciosas e pérolas, linho e púrpura, seda e escarlate, bem como de toda espécie de madeira odorífera, objetos de marfim e madeira preciosa; de bronze, ferro e mármore;

13. de cinamomo e essência; de aromas, mirra e incenso; de vinho e óleo, de farinha e trigo, de animais de carga, ovelhas, cavalos e carros, escravos e outros homens.

14. Eis que o bom tempo de tuas paixões animalescas se escoou. Toda a magnificência e todo o brilho se apagaram, e jamais serão reencontrados.

15. Os mercadores dessas coisas, que delas se enriqueceram, pararão ao longe, de medo de seus tormentos, e hão de chorar e lamentar-se, dizendo:

16. “Ai, ai da grande cidade, que se revestia de linho, púrpura e escarlate, toda ornada de ouro, pedras preciosas e pérolas.

17. Num só momento toda essa riqueza foi devastada!”. Todos os pilotos e todos os nave­gantes, os marinheiros e todos os que trabalham no mar paravam ao longe

18. e exclamavam, ao ver a fumaça do incêndio: “Que havia de comparável a essa grande cidade?”.

19. E lançavam pó sobre as cabeças, chorando e lamentando-se com estas palavras: “Ai, ai da grande cidade, de cuja opulência se enriqueceram todos os que tinham navios no mar. Bastou um momento para ser arrasada!

20. Exulta sobre ela, ó céu; e também vós, santos, apóstolos e profetas, porque Deus julgou contra ela a vossa causa”.

21. Então, um anjo poderoso to­mou uma pedra do tamanho de uma grande mó de moinho e lançou-a no mar, dizendo: “Com tal ímpeto será precipitada a Babilônia, a grande cidade, e jamais será encontrada.

22. Já não se ouvirá mais em ti o som dos citaristas, dos cantores, dos tocadores de flauta, de trombetas. Nem se encontrará em ti artífice algum de qualquer espécie. Não se ouvirá mais em ti o ruído do moinho,

23. não brilhará mais em ti a luz de lâmpada, não se ouvirá mais em ti a voz do esposo e da esposa; porque teus mercadores eram senhores do mundo, e todas as nações foram seduzidas por teus malefícios.

24. Foi em ti que se encontrou o sangue dos profetas e dos santos, como também de todos aqueles que foram imolados na terra”.

Capítulo 19

1. Depois disso, ouvi no céu como que um imenso coro que cantava: “Aleluia! A nosso Deus a salvação, a glória e o poder,*

2. porque os seus juízos são verdadeiros e justos. Ele executou a grande Prostituta que corrompia a terra com a sua prostituição, e pediu-lhe contas do sangue dos seus servos”.

3. Depois recomeçaram: “Aleluia! Sua fumaça sobe pelos séculos dos séculos”.

4. Então, os vinte e quatro Anciãos e os quatro Animais prostraram-se e adoraram a Deus que se assenta no trono, dizendo: “Amém! Aleluia!”.

5. Do trono saiu uma voz que dizia: “Cantai ao nosso Deus, vós todos, seus servos que o temeis, pequenos e grandes”.

6. Nisso ouvi como que um imenso coro, sonoro como o ruído de grandes águas e como o ribombar de possantes trovões, que cantava: “Aleluia! Eis que reina o Senhor, nosso Deus, o Dominador!

7. Alegremo-nos, exultemos e demos-lhe glória, porque se aproximam as núpcias do Cordeiro. Sua Esposa está preparada.

8. Foi-lhe dado revestir-se de linho puríssimo e resplandecente”. (Pois o linho são as boas obras dos santos.)

9. Ele me diz, então: “Escreve: Felizes os convidados para a ceia das núpcias do Cordeiro”. Disse-me ainda: “Estas são palavras autênticas de Deus”.*

10. Prostrei-me aos seus pés para adorá-lo, mas ele me diz: “Não faças isso! Eu sou um servo, como tu e teus irmãos, possuidores do tes­temunho de Jesus. Adora a Deus”. Porque o espírito profético não é outro que o tes­temunho de Jesus.*

11. Vi ainda o céu aberto: eis que aparece um cavalo branco. Seu cavaleiro chama-se Fiel e Verdadeiro, e é com justiça que ele julga e guerreia.

12. Tem olhos flamejantes. Há em sua cabeça muitos diademas e traz escrito um nome que ninguém co­nhece, senão ele.

13. Está vestido com um manto tinto de sangue, e o seu nome é Verbo de Deus.*

14. Seguiam-no em cavalos brancos os exércitos celestes, vestidos de linho fino e de uma brancura imaculada.

15. De sua boca sai uma espada afiada, para com ela ferir as nações pagãs, porque ele deve governá-las com cetro de ferro e pisar o lagar do vinho da ardente ira do Deus Dominador.

16. Ele traz escrito no manto e na coxa: Rei dos reis e Senhor dos senhores!*

17. Vi, então, um anjo de pé sobre o sol, a chamar em alta voz a todas as aves que voam pelo meio dos céus: “Vinde, reuni-vos para a grande ceia de Deus,

18. para comer­des carnes de reis, carnes de generais e carnes de poderosos; carnes de cavalos e ca­valeiros; carnes de homens, livres e escravos, pequenos e grandes”.

19. Eu vi a Fera e os reis da terra com os seus exércitos reunidos para fazer guerra ao Cavaleiro e ao seu exército.

20. Mas a Fera foi presa, e com ela o falso profeta, que realizara prodígios sob o seu controle, com os quais seduzira aqueles que tinham recebido o sinal da Fera e se tinham prostrado diante de sua imagem. Ambos foram lançados vivos no lago de fogo sulfuroso.

21. Os demais foram mortos pelo Cavaleiro, com a espada que lhe saía da boca. E todas as aves fartaram-se das suas carnes.

Capítulo 20

1. Vi, então, descer do céu um anjo que tinha na mão a chave do abismo e uma grande algema.

2. Ele apanhou o Dragão, a primitiva Serpente, que é o Demônio e Satanás, e o acorrentou por mil anos.*

3. Atirou-o no abismo, que fechou e selou por cima, para que já não seduzisse as nações, até que se completassem mil anos. Depois disso, ele deve ser solto por um pouco de tempo.

4. Vi também tronos, sobre os quais se assentaram aqueles que receberam o poder de julgar: eram as almas dos que foram decapitados por causa do testemunho de Jesus e da Palavra de Deus, e todos aqueles que não tinham adorado a Fera ou sua imagem, que não tinham recebido o seu sinal na fronte nem nas mãos. Eles viveram uma vida nova e reinaram com Cristo por mil anos.*

5. (Os outros mortos não tornaram à vida até que se completassem os mil anos.) Essa é a primeira ressurreição.

6. Feliz e santo é aquele que toma parte na primeira ressurreição! Sobre eles a segunda morte não tem poder, mas serão sacerdotes de Deus e de Cristo: reinarão com ele durante os mil anos.

7. Depois de se completarem mil anos, Satanás será solto da prisão.*

8. Sairá dela para seduzir as nações dos quatro cantos da terra (Gog e Magog) e reuni-las para o combate. Serão numerosas como a areia do mar.

9. Subiram à superfície da terra e cercaram o acampamento dos santos e a cidade querida. Mas desceu um fogo dos céus e as devo­rou.

10. O Demônio, sedutor delas, foi lançado num lago de fogo e de enxofre, onde já estavam a Fera e o falso profeta, e onde serão atormentados, dia e noite, pelos séculos dos séculos.

11. Vi, então, um grande trono branco e aquele que nele se assentava. Os céus e a terra fugiram de sua face, e já não se achou lugar para eles.*

12. Vi os mortos, grandes e pequenos, de pé, diante do trono. Abriram-se livros, e ainda outro livro, que é o livro da vida. E os mortos foram julgados conforme o que estava escrito nesse livro, segundo as suas obras.

13. O mar restituiu os mortos que nele estavam. Do mesmo modo, a morte e a morada subterrânea. Cada um foi julgado segundo as suas obras.

14. A morte e a morada subterrânea foram lançadas no tanque de fogo. A segunda morte é esta: o tanque de fogo.

15. Todo o que não foi encontrado inscrito no livro da vida foi lançado ao fogo.

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Capítulo 9

1. A primeira aliança, na verdade, teve regulamentos ri­tuais e seu santuário terrestre.

2. Consistia numa tenda: a parte anterior encerrava o candelabro e a mesa com os pães da proposição; chamava-se Santo.

3. Atrás do se­gundo véu achava-se a parte chamada Santo dos Santos.

4. Aí estava o altar de ouro para os perfumes, e a arca da aliança coberta de ouro por todos os lados; dentro dela, a urna de ouro contendo o maná, a vara de Aarão que floresceu e as tábuas da aliança;

5. em cima da arca, os querubins da glória estendendo a sombra de suas asas sobre o propiciatório. Mas não é aqui o lugar de falarmos destas coisas pormenorizadamen­te.*

6. Assim sendo, enquanto na primeira parte do tabernáculo entram continuamente os sacerdotes para desempenhar as funções,

7. no segundo entra apenas o sumo sacer­dote, somente uma vez ao ano, e ainda levando consigo o sangue para oferecer pelos seus próprios pecados e pelos do povo.

8. Com o que significava o Espírito Santo que o caminho do Santo dos Santos ainda não estava livre, enquanto subsistisse o primeiro tabernáculo.*

9. Isto é também uma figura que se refere ao tempo presente, sinal de que os dons e sacrifícios que se ofereciam eram incapazes de justificar a consciência daquele que praticava o culto.

10. Culto que consistia unicamente em comidas, bebidas e abluções diversas, ritos materiais que só podiam ter valor enquanto não fossem instituídos outros mais perfeitos.*

11. Porém, já veio Cristo, Sumo Sa­cer­dote dos bens vindouros. E através de um tabernáculo mais excelente e mais perfeito, não cons­truído por mãos humanas (não deste mundo),

12. sem levar consigo o sangue de carneiros ou novilhos, mas com seu próprio sangue, entrou de uma vez por todas no santuário, adquirindo-nos uma redenção eterna.

13. Pois se o sangue de carneiros e de touros e a cinza de uma vaca, com que se aspergem os impuros, santificam e purificam pelo menos os corpos,

14. quanto mais o sangue de Cristo, que pelo Espírito eterno se ofere­ceu como vítima sem mácula a Deus, purificará a nossa consciência das obras mortas para o serviço do Deus vivo?

15. Por isso, ele é mediador do novo testamento. Pela sua morte expiou os pecados cometidos no decorrer do primeiro testamento, para que os eleitos recebam a heran­ça eterna que lhes foi prometida.*

16. Porque, onde há testamento, é necessário que intervenha a morte do testador.

17. Um testamento só entra em vigor depois da morte do testador. Permanece sem efeito enquanto ele vive.

18. Por essa razão, nem mesmo o primeiro testamento foi inaugurado sem uma efusão de sangue.

19. Moisés, ao concluir a proclamação de todos os mandamentos da Lei, em presença de todo o povo reunido, tomou o sangue dos touros e dos cabritos imolados, bem como água, lã escarlate e hissopo, aspergiu com sangue não só o próprio livro, como também todo o povo,

20. dizendo: Este é o sangue da aliança que Deus contraiu convosco (Ex 24,8).

21. E da mesma maneira aspergiu o taber­náculo e todos os objetos do culto.

22. Aliás, conforme a Lei, o sangue é utilizado para quase todas as purificações, e sem efusão de sangue não há perdão.

23. Se os meros símbolos das rea­lidades celestes exigiam uma tal purificação, necessário se tornava que as realidades mesmo fossem purificadas por sacrifícios ainda superiores.

24. Eis por que Cristo entrou, não em santuário feito por mãos de homens, que fosse apenas figura do santuário verdadeiro, mas no próprio céu, para agora se apresentar intercessor nosso ante a face de Deus.

25. E não entrou para se oferecer muitas vezes a si mesmo, como o pontífice que entrava todos os anos no santuário para oferecer sangue alheio.

26. Do contrário, lhe seria necessário padecer muitas vezes desde o princípio do mundo; quando é certo que apareceu uma só vez ao final dos tempos para destruição do pecado pelo sacrifício de si mesmo.

27. Como está determinado que os homens morram uma só vez, e logo em seguida vem o juízo,

28. assim Cristo se ofereceu uma só vez para tomar sobre si os pecados da multidão, e aparecerá uma segunda vez, não porém em razão do pecado, mas para trazer a salvação àqueles que o esperam.

Capítulo 10

1. A Lei, por ser apenas a sombra dos bens futuros, não sua expressão real, é de todo impotente para aperfeiçoar aqueles que assistem aos sacrifícios que se renovam indefinidamente cada ano.

2. Realmente, se os fiéis, uma vez purificados, não tivessem mais pecado algum na consciência, não teriam cessado de oferecê-los?

3. Pelo contrário, pelos sacrifícios se renova cada ano a memória dos pecados.

4. Pois é impossível que o sangue de touros e de carneiros tire pecados.

5. Eis por que, ao entrar no mundo, Cristo diz: Não quiseste sacrifício nem oblação, mas me formaste um corpo.

6. Holocaustos e sacrifícios pelo pecado não te agradam.

7. Então, eu disse: Eis que venho (porque é de mim que está escrito no rolo do livro), venho, ó Deus, para fazer a tua vontade (Sl 39,7ss).*

8. Disse primeiro: Tu não quiseste, tu não recebeste com agrado os sacrifícios nem as ofertas, nem os holocaustos, nem as vítimas pelo pecado (quer dizer, as imolações legais).

9. Em seguida, ajuntou: Eis que venho para fazer a tua vontade. Assim, aboliu o antigo regime e estabeleceu uma nova economia.

10. Foi em virtude desta vontade de Deus que temos sido santificados uma vez para sempre, pela oblação do corpo de Jesus Cristo.

11. Enquanto todo sacerdote se ocupa diariamente com o seu mi­nistério e repete inúmeras vezes os mesmos sacrifícios que, todavia, não conseguem apagar os pecados,

12. Cristo ofereceu pelos pecados um único sacrifício e logo em seguida tomou lugar para sempre à direita de Deus,

13. onde espera de ora em diante que os seus ini­migos sejam postos por escabelo dos seus pés (Sl 109,1).

14. Por uma só oblação ele realizou a perfeição definitiva daqueles que recebem a santificação.

15. É o que nos confirma o testemunho do Espírito Santo. Depois de ter dito:

16. Eis a aliança que, depois daqueles dias, farei com eles – oráculo do Senhor: imprimirei as minhas leis nos seus corações e as escreverei no seu espírito,

17. acrescenta: dos seus pecados e das suas iniquidades já não mais me lembrarei (Jr 31,33s).

18. Ora, onde houve plena remissão dos pecados não há por que oferecer sacrifício por eles.

19. Por esse motivo, irmãos, temos ampla confiança de poder entrar no santuário eterno, em virtude do sangue de Jesus,

20. pelo caminho novo e vivo que nos abriu através do véu, isto é, o caminho de seu próprio corpo.

21. E dado que temos um sumo sacerdote estabelecido sobre a casa de Deus,

22. acheguemo-nos a ele com coração sincero, com plena firmeza da fé, o mais íntimo da alma isento de toda mácula de pecado e o corpo lavado com a água purificadora (do batismo).

23. Conservemo-nos firmemente ape­gados à nossa esperança, porque é fiel aquele cuja promessa aguardamos.

24. Olhemos uns pelos outros para estímulo à caridade e às boas obras.

25. Não abandonemos a nossa assembleia, como é costume de alguns, mas admoestemo-nos mutua­mente, e tanto mais quando vedes aproximar-se o Grande Dia.*

26. Depois de termos recebido e conhecido a verdade, se a abandonarmos voluntariamente, já não haverá sacrifício para expiar este pecado.

27. Só teremos que esperar um juízo tremendo e o fogo ardente que há de devorar os rebeldes.

28. Se alguém transgredir a Lei de Moisés – e isto provado com duas ou três testemu­nhas –, deverá ser morto sem miseri­córdia.

29. Quanto pior castigo julgais que merece quem calcar aos pés o Filho de Deus, profanar o sangue da aliança, em que foi santificado, e ultrajar o Espírito Santo, autor da graça!

30. Pois bem sabemos quem é que disse: Minha é a vingança; eu a exercerei (Dt 32,35). E ainda: O Senhor julgará o seu povo (Sl 134,14).

31. É horrendo cair nas mãos do Deus vivo.

32. Lembrai-vos dos dias de outrora, logo que fostes iluminados. Quão longas e dolorosas lutas sustentastes.*

33. Seja tornando-vos alvo de toda espécie de opró­brios e humilha­ções, seja tomando moralmente parte nos sofrimentos daqueles que os tiveram que suportar.

34. Não só vos compadecestes dos encarcerados, mas aceitastes com alegria a confiscação dos vossos bens, pela certeza de possuirdes riquezas muito melhores e imperecíveis.

35. Não percais esta convicção a que está vinculada uma grande recompensa,

36. pois vos é necessária a perseverança para fazerdes a vontade de Deus e alcançardes os bens prometidos.

37. Ainda um pouco de tempo – sem dúvida, bem pouco –, e o que há de vir virá e não tardará.*

38. Meu justo viverá da fé. Porém, se ele desfalecer, meu coração já não se agradará dele (Hab 2,3s).

39. Não somos, absolutamente, de perder o ânimo para nossa ruína; somos de manter a fé, para nossa salvação!

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26. Abre a boca com sabedoria, amáveis instruções surgem de sua língua.

27. Vigia o andamento de sua casa e não come o pão da ociosidade.

28. Seus filhos se levantam para proclamá-la bem-aventurada e seu marido para elogiá-la.

29. “Muitas mulheres demonstram vigor, mas tu excedes a todas.”

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"Vive-se de fé, não de sonhos." São Padre Pio de Pietrelcina