Mosaico decorativo

Bíblia em um ano.

No dia 326, Atos 5 destaca a fidelidade e coragem dos apóstolos diante das autoridades. Romanos 8 celebra a vida no Espírito, liberdade da condenação e o amor inseparável de Deus. Provérbios 27:7-9 reflete sobre a importância de bons conselhos e amizades sinceras que trazem alegria e benefício mútuo.

2. Um certo homem chamado Ananias, de comum acordo com sua mulher Safira, vendeu um campo

2. e, combinando com ela, reteve uma parte da quantia da venda. Levando apenas a outra parte, depositou-a aos pés dos apóstolos.

3. Pedro, porém, disse: “Ananias, por que tomou conta Satanás do teu coração, para que mentisses ao Espírito Santo e enganasses acerca do valor do campo?

4. Acaso não o podias conservar sem vendê-lo? E, depois de vendido, não podias livremente dispor dessa quantia? Por que imaginaste isso em teu coração? Não foi aos homens que mentiste, mas a Deus”.

5. Ao ouvir estas palavras, Ananias caiu morto. Apoderou-se grande terror de todos os que o ouviram.

6. Uns moços retiraram-no dali, levaram-no para fora e o enterraram.

7. Depois de umas três horas, entrou também sua mulher, nada sabendo do ocorrido.

8. Pedro perguntou-lhe: “Dize-me, mulher, foi por tanto que vendestes o vosso campo?”. Respondeu ela: “Sim, por esse preço”.

9. Replicou Pedro: “Por que combinastes para pôr à prova o Espírito do Senhor? Estão ali, à porta, os pés daqueles que sepultaram teu marido. Hão de levar-te também a ti”.

10. Imediatamente caiu aos seus pés e expirou. En­trando aqueles moços, acharam-na morta. Levaram-na para fora e a enterraram junto do seu marido.

11. Sobreveio grande pavor a toda a comunidade e a todos os que ouviram falar desse acontecimento.*

12. Enquanto isso, realizavam-se entre o povo pelas mãos dos apóstolos muitos milagres e prodígios. Reuniam-se eles todos, unânimes, no pórtico de Salomão.*

13. Dos outros ninguém ousava juntar-se a eles, mas o povo lhes tributava grandes louvores.

14. Cada vez mais aumentava a multidão dos homens e mulheres que acreditavam no Senhor.

15. De maneira que traziam os doentes para as ruas e punham-nos em leitos e macas, a fim de que, quando Pedro passasse, ao menos a sua sombra cobrisse alguns deles.

16. Também das cidades vizinhas de Jerusalém afluía muita gente, trazendo os enfermos e os atormentados por espíritos imundos, e todos eles eram curados.

17. Levantaram-se então o sumo sacerdote e seus partidários (isto é, a seita dos sadu­ceus) cheios de inveja,

18. e deitaram as mãos nos apóstolos e meteram-nos na cadeia pública.

19. Mas um anjo do Senhor abriu de noite as portas do cárcere e, conduzindo-os para fora, disse-lhes:

20. “Ide, apresentai-vos no templo e pregai ao povo as palavras desta vida”.

21. Obedecendo a essa ordem, eles entraram no templo ao amanhecer e puseram-se a ensinar. Enquanto isso, o sumo sacerdote e os seus partidários reuniram-se e convocaram o Grande Conselho e todos os anciãos de Israel, e mandaram trazer os apóstolos do cárcere.

22. Dirigiram-se para lá os guardas, mas, ao abrirem o cárcere, não os encontraram, e voltaram a informar:

23. “Achamos o cárcere fechado com toda a segurança e os guardas de pé diante das portas, e, no entanto, abrindo-as, não achamos ninguém lá dentro”.

24. A essa notícia, os sumos sacerdotes e o chefe do templo ficaram perplexos e indagaram entre si sobre o que significava isso.

25. Mas, neste momento, alguém transmitiu-lhes esta notícia: “Aqueles homens que metestes no cárcere estão no templo ensinando o povo!”.

26. Foi então o comandante do templo com seus guardas e trouxe-os sem violência, porque temiam ser apedrejados pelo povo.

27. Trouxeram-nos e os introduziram no Grande Conselho, onde o sumo sacerdote os interrogou, dizendo:

28. “Expressamente vos ordenamos que não ensinásseis nesse nome. Não obstante isso, tendes enchido Jerusalém de vossa doutrina! Quereis fazer recair sobre nós o sangue deste homem?”.

29. Pedro e os apóstolos replicaram: “Importa obedecer antes a Deus do que aos homens.

30. O Deus de nossos pais ressuscitou Jesus, que vós matastes, suspendendo-o num madeiro.

31. Deus elevou-o pela mão direita como Príncipe e Salvador, a fim de dar a Israel o arrependimento e a remissão dos pecados.

32. Deste fato nós somos testemunhas, nós e o Espírito Santo, que Deus deu a todos aqueles que lhe obedecem”.

33. Ao ouvirem essas palavras, enfureceram-se e resolveram matá-los.

34. Levantou-se, porém, um membro do Grande Conselho. Era Gamaliel, um fariseu, doutor da Lei, respeitado por todo o povo.

35. Mandou que se retirassem aqueles homens por um momento, e então lhes disse: “Homens de Israel, considerai bem o que ides fazer com estes homens.

36. Faz algum tempo apareceu um certo Teudas, que se considerava um grande homem. A ele se associaram cerca de quatrocentos homens: foi morto e todos os seus partidários foram dispersados e reduzidos a nada.*

37. Depois deste, levantou-se Judas, o galileu, nos dias do recenseamento, e arrastou o povo consigo, mas também ele pereceu e todos quantos o seguiam foram dispersados.

38. Agora, pois, eu vos aconselho: não vos metais com estes homens. Deixai-os! Se o seu projeto ou a sua obra provém de homens, por si mesma se destruirá;

39. mas se provier de Deus, não podereis desfazê-la. Vós vos arriscaríeis a entrar em luta contra o próprio Deus”. Aceitaram o seu conselho.

40. Chamaram os apóstolos e mandaram açoitá-los. Ordenaram-lhes então que não pregassem mais em nome de Jesus, e os soltaram.

41. Eles saíram da sala do Grande Conselho, cheios de alegria, por terem sido achados dignos de sofrer afrontas pelo nome de Jesus.

42. E todos os dias não cessavam de ensinar e de pregar o Evangelho de Jesus Cristo no templo e pelas casas.

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1. De agora em diante, pois, já não há nenhuma condenação para aqueles que estão em Jesus Cristo.

2. A Lei do Espírito de Vida me libertou, em Jesus Cristo, da Lei do pecado e da morte.*

3. O que era impossível à Lei, visto que a carne a tornava impotente, Deus o fez. Enviando, por causa do pecado, o seu próprio Filho numa carne semelhante à do pecado, condenou o pecado na carne,

4. a fim de que a justiça, prescrita pela Lei, fosse realizada em nós, que vivemos não segundo a carne, mas segundo o espírito.

5. Os que vivem segundo a carne gostam do que é carnal; os que vivem segundo o espírito apreciam as coisas que são do espírito.

6. Ora, a aspiração da carne é a morte, enquanto a aspiração do espírito é a vida e a paz.

7. Porque o desejo da carne é hostil a Deus, pois a carne não se submete à Lei de Deus, e nem o pode.

8. Os que vivem segundo a carne não podem agradar a Deus.*

9. Vós, porém, não viveis segundo a carne, mas segundo o Espírito, se realmente o Espírito de Deus habita em vós. Se alguém não possui o Espírito de Cristo, este não é dele.

10. Ora, se Cristo está em vós, o corpo, em verdade, está morto pelo pecado, mas o Espírito vive pela justificação.*

11. Se o Espírito daquele que ressuscitou Jesus dos mortos habita em vós, ele, que ressuscitou Jesus Cristo dos mortos, também dará a vida aos vossos corpos mortais, pelo seu Espírito que habita em vós.

12. Portanto, irmãos, não somos devedores da carne, para que vivamos segundo a carne.

13. De fato, se viverdes segundo a carne, haveis de morrer; mas, se pelo Espírito mortificardes as obras da carne, vivereis,

14. pois todos os que são conduzidos pelo Espírito de Deus são filhos de Deus.

15. Porquanto não recebestes um espírito de escravidão para viverdes ainda no temor, mas recebestes o espírito de adoção pelo qual clamamos: Aba! Pai!

16. O Espírito mesmo dá testemunho ao nosso espírito de que somos filhos de Deus.

17. E, se filhos, também herdeiros, herdeiros de Deus e coerdeiros de Cristo, contanto que soframos com ele, para que também com ele sejamos glorificados.

18. Tenho para mim que os sofrimentos da presente vida não têm proporção alguma com a glória futura que nos deve ser manifestada.

19. Por isso, a criação aguarda ansiosamente a manifestação dos filhos de Deus.

20. Pois a criação foi sujeita à vaidade (não voluntariamente, mas por vontade daquele que a sujeitou),*

21. todavia, com a esperança de ser também ela libertada do cativeiro da corrupção, para participar da gloriosa liberdade dos filhos de Deus.

22. Pois sabemos que toda a criação geme e sofre como que dores de parto até o presente dia.

23. Não só ela, mas também nós, que temos as primícias do Espírito, gememos em nós mesmos, aguardando a adoção, a redenção do nosso corpo.

24. Porque pela esperança é que fomos salvos. Ora, ver o objeto da esperança já não é esperança; porque o que alguém vê, como é que ainda o espera?

25. Nós, que esperamos o que não vemos, é em paciência que o aguardamos.

26. Outrossim, o Espírito vem em auxílio à nossa fraqueza; porque não sabemos o que devemos pedir, nem orar como convém, mas o Espírito mesmo intercede por nós com gemidos inefáveis.

27. E aquele que perscruta os corações sabe o que deseja o Espírito, o qual intercede pelos santos, segundo Deus.

28. Aliás, sabemos que todas as coisas concorrem para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são os eleitos, segundo os seus desígnios.

29. Os que ele distinguiu de antemão, também os predes­tinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que este seja o primogênito entre uma multidão de irmãos.

30. E aos que predestinou, também os chamou; e aos que chamou, também os justificou; e aos que justificou, também os glorificou.

31. Que diremos depois disso? Se Deus é por nós, quem será contra nós?

32. Aquele que não poupou seu próprio Filho, mas que por todos nós o entregou, como não nos dará também com ele todas as coisas?

33. Quem poderia acusar os escolhidos de Deus? É Deus quem os justifica.*

34. Quem os condenará? Cristo Jesus, que morreu, ou melhor, que ressuscitou, que está à mão direita de Deus, é quem intercede por nós!

35. Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação? A angústia? A perseguição? A fome? A nudez? O perigo? A espada?*

36. Realmente, está escrito: Por amor de ti somos entregues à morte o dia inteiro; somos tratados como gado destinado ao matadouro (Sl 43,23).

37. Mas, em todas essas coisas, somos mais que vencedores pela virtude daquele que nos amou.

38. Pois estou persuadido de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem o presente, nem o futuro, nem as potestades,

39. nem as alturas, nem os abismos, nem outra qualquer criatura nos poderá apartar do amor que Deus nos testemunha em Cristo Jesus, nosso Senhor.

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7. Saciado o apetite, calca aos pés o favo de mel; para o faminto tudo o que é amargo parece doce.

8. Um pássaro que anda longe do seu ninho: tal é o homem que vive longe de sua terra.

9. Azeite e incenso alegram o coração: a bondade de um amigo consola a alma.*

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"Deve-se caminhar em nuvens cada vez que se termina uma confissão!" São Padre Pio de Pietrelcina