Plano Completo de Leitura
Baixe o guia com todas as leituras organizadas por dia e acompanhe seu progresso ao longo do ano.
No dia 268, Esdras 3-4 mostra a reinauguração do altar e os obstáculos enfrentados pelos judeus na reconstrução do templo. Zacarias 1-3 traz visões de encorajamento e exortações de Deus. Provérbios 20:4-7 ensina sobre a importância da diligência, trabalho árduo e integridade, conectando o esforço humano à bênção divina.
1. Tendo chegado o sétimo mês e estando os filhos de Israel instalados em suas cidades, todo o povo se reuniu como um só homem em Jerusalém.
2. Então, Josué, filho de Josedec e seus irmãos sacerdotes, bem como Zorobabel, filho de Salatiel, e seus irmãos principiaram a reconstrução do altar do Deus de Israel e ofereceram holocaustos, como a Lei de Moisés, homem de Deus, prescrevia.
3. Reconstruíram o altar sobre as antigas bases, porque tinham medo dos habitantes vizinhos e ofereceram holocaustos ao Senhor pela manhã e pela tarde.
4. Em seguida, celebraram a festa dos Tabernáculos, como estava prescrito, e, diariamente, ofereciam holocaustos de acordo com o número prescrito para cada dia.
5. Depois disso, ofereceram o holocausto perpétuo, os das neomênias e de todas as solenidades consagradas ao Senhor, assim como os daqueles que faziam uma oferta ao Senhor.
6. No primeiro dia do sétimo mês, começaram a oferecer holocaustos ao Senhor, mas os fundamentos do Templo do Senhor não estavam ainda colocados.
7. Foram então contratados canteiros e carpinteiros; deram aos sidônios e tírios víveres, azeite e vinho para que trouxessem por mar a madeira dos cedros, desde o Líbano até Jope, segundo a autorização que lhes tinha dado Ciro, rei da Pérsia.
8. No segundo ano de sua chegada ao Templo de Deus em Jerusalém, no segundo mês, Zorobabel, filho de Salatiel, e Josué, filho de Josedec, tendo consigo seus irmãos, os sacerdotes. Os levitas e todos os que haviam voltado do cativeiro para Jerusalém, puseram-se a trabalhar. Os levitas de vinte anos para cima foram encarregados da direção dos trabalhos do Templo do Senhor.
9. Josué, com seus filhos e irmãos, Cadmiel, com seus filhos, filhos de Odovias, propuseram-se unanimemente a dirigir os que trabalhavam na construção da casa de Deus. O mesmo fizeram os filhos de Henadad com seus filhos e seus irmãos que eram levitas.
10. Logo que os pedreiros lançaram os fundamentos do Templo do Senhor, apresentaram-se os sacerdotes ornamentados para assistir à cerimônia, com as trombetas e os levitas, filhos de Asaf, com os címbalos, para louvarem o Senhor, segundo as ordens de Davi, rei de Israel.
11. Entoaram ao Senhor este refrão de louvor: “Porque ele é bom e porque sua misericórdia com Israel permanece para sempre!”. E todo o povo soltou aclamações de alegria para celebrar o Senhor, por ocasião do lançamento dos alicerces de sua casa.
12. Mas, enquanto muitos gritavam de alegria e júbilo, muitos sacerdotes, levitas e chefes de família, já idosos, que tinham visto o primeiro templo, choravam em alta voz, enquanto diante deles eram lançados os alicerces do novo edifício.
13. Era impossível distinguir os gritos de alegria dos clamores daqueles que choravam, pois todo o povo gritava em altos brados e o eco de suas vozes se podia ouvir de longe.
1. Quando os inimigos de Judá e de Benjamim souberam que os filhos do cativeiro estavam construindo o Templo ao Senhor, o Deus de Israel,*
2. vieram procurar Zorobabel e os chefes de família e disseram-lhes: “Deixai-nos construir convosco, porque, como vós, honramos também o vosso Deus e lhe ofertamos sacrifícios desde o tempo de Asaradon, rei da Assíria, que nos transportou para aqui”.*
3. Mas Zorobabel, Josué e os outros chefes das famílias de Israel responderam-lhes: “Não é conveniente que nós e vós construamos em conjunto a morada de nosso Deus; nós a construiremos sozinhos ao Senhor, Deus de Israel, como nos ordenou Ciro, rei da Pérsia”.
4. Disso resultou que os homens daquele lugar intimidavam os trabalhadores do povo de Judá e os inquietavam, enquanto trabalhavam.
5. Assalariaram contra eles alguns conselheiros para frustrar sua obra. Isso durou toda a vida de Ciro, rei da Pérsia, até a de Dario, rei da Pérsia.
6. Sob o reinado de Assuero (Xerxes), nos primórdios de seu governo, escreveram uma carta de acusação contra os habitantes de Judá e de Jerusalém.
7. Depois, no tempo de Artaxerxes, Beselão, Mitridates, Tabeel e seus colegas escreveram ao mesmo Artaxerxes, rei da Pérsia. A carta foi escrita em caracteres aramaicos e depois traduzida.
8. Reum, governador, e o secretário Samsai escreveram a Artaxerxes, a respeito de Jerusalém, uma carta que continha o seguinte:
9. “Reum, governador, Samsai, secretário e seus colegas de Din, de Afarsataq, de Terfal, de Afarsa, de Ercua, de Babilônia, de Susa, de Deha, de Elam,
10. e o restante dos povos que o grande e ilustre Asnafar trouxe e instalou na localidade de Samaria e em outros lugares de além do rio, etc.”.
11. Eis a cópia da carta que enviaram: “Ao rei Artaxerxes, teus servos, os povos da outra margem do rio.
12. Saiba o rei que os judeus, que partiram de tua terra para vir ao nosso meio, a Jerusalém, reconstroem esta cidade maldosa e rebelde, levantando os muros e restaurando-lhe os fundamentos.
13. Saiba também o rei que, se esta cidade for reconstruída e seus muros levantados, seus habitantes não mais pagarão impostos, nem tributos, nem rendas, o que ocasionará prejuízos ao rei.
14. Nós outros, porém, tendo em vista o sal de teu palácio que comemos e não achando conveniente ver menosprezado o rei, transmitimos a ti estas informações,*
15. para que mandes consultar os livros de registro de teus pais. Aí verás como esta cidade é uma localidade rebelde, funesta aos reis e às províncias e como já nos antigos tempos se têm nela incitado rebeliões. É por isso que ela foi destruída.
16. Nós fazemos chegar ao conhecimento do rei que, se esta cidade for reconstruída e seus muros levantados, não poderás mais conservar tuas posses do lado de lá do rio”.
17. Eis a resposta que o rei enviou ao governador Reum, ao secretário Samsai e aos seus colegas, habitantes da Samaria e de outros lugares na outra margem do rio:
18. “Saudações. Comunico que a carta que nos enviastes foi totalmente lida diante de mim.
19. Por minha ordem, foram feitas investigações e ficou averiguado que desde os tempos mais antigos aquela cidade sublevou-se contra os reis e que ali se fomentaram intrigas e revoltas.
20. Houve em Jerusalém reis poderosos; dominaram toda a terra da outra margem do rio; pagavam-lhes impostos, tributos e rendas.
21. Consequentemente, ordenai que cessem os trabalhos dessa gente, a fim de que não se reconstrua tal cidade, até que eu dê ordens em contrário.
22. Guardai-vos de toda negligência no cumprimento dessa ordem para que não aumente o prejuízo causado aos reis”.
23. Logo que a carta do rei Artaxerxes foi lida na presença de Reum, de Samsai, o secretário e de seus colegas, foram com toda a pressa a Jerusalém, junto aos judeus e os obrigaram, empregando a força e a violência, a cessar os trabalhos.
24. A restauração da casa de Deus em Jerusalém foi, pois, interrompida até o segundo ano do reinado de Dario, rei da Pérsia.*
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1. No oitavo mês do segundo ano do reinado de Dario, a palavra do Senhor foi dirigida ao profeta Zacarias, filho de Baraquias, filho de Ado, nestes termos:
2. “O Senhor estava profundamente irritado contra os vossos pais.*
3. Dize a (este povo): eis o que diz o Senhor dos exércitos: voltai a mim – oráculo do Senhor dos exércitos – e eu voltarei a vós – oráculo do Senhor dos exércitos.
4. Não sejais como vossos pais a quem os profetas de outrora clamaram, dizendo: eis o que diz o Senhor dos exércitos: deixai vossos maus caminhos e vossas más ações; e eles não ouviram, não prestaram atenção aos meus avisos – oráculo do Senhor.
5. Onde estão vossos pais? Podem porventura os profetas viver eternamente? Quanto aos avisos e às ordens que encarreguei os meus servos, os profetas, de transmitir ao povo, não foram eles executados junto de vossos pais?
6. Por isso, vossos pais caíram em si mesmos e, confusos, confessaram: o Senhor dos exércitos tratou-nos como tinha resolvido proceder conosco, segundo o nosso proceder e as nossas obras”.
7. No vigésimo quarto dia do décimo primeiro mês (o mês de Sabat) do segundo ano do reinado de Dario, a palavra do Senhor foi dirigida ao profeta Zacarias, filho de Baraquias, filho de Ado, nestes termos:
8. tive uma visão durante a noite. Percebi, entre as murtas do fundo do vale, um homem montado num cavalo vermelho, e atrás dele estavam cavalos ruços, alazões e brancos.*
9. Eu perguntei: “Meu senhor, que cavalos são estes?”. E o anjo porta-voz respondeu-me: “Vou explicar-te”.
10. O homem que se encontrava entre as murtas respondeu: “Estes são os mensageiros que o Senhor mandou para percorrer a terra”.
11. Então, os cavaleiros disseram ao anjo do Senhor que permanecia entre as murtas: “Acabamos de percorrer toda a terra, e vimos que toda a terra está em tranquilidade e descanso”.
12. O anjo do Senhor disse: “Senhor dos exércitos! Até quando ficareis insensível à sorte de Jerusalém e das cidades de Judá? Já faz setenta anos que estais irritado contra elas!”.
13. O Senhor respondeu ao anjo que me falava, e disse-lhe boas palavras, cheias de consolação.
14. E o anjo disse-me: “Proclama o seguinte: eis o que diz o Senhor dos exércitos: estou animado de ardente amor por Jerusalém e por Sião; porém, sumamente irritado contra as nações que vivem despreocupadas.
15. Eu só estava ligeiramente agastado contra Israel, mas estas nações ultrapassaram a medida.
16. Por isso, eis o que diz o Senhor: volto novamente para Jerusalém cheio de compaixão; minha casa será nela reedificada – oráculo do Senhor dos exércitos – e o cordel será estendido sobre Jerusalém.
17. Farás a proclamação seguinte: eis o que diz o Senhor dos exércitos: minhas cidades terão de novo muitas riquezas; o Senhor será a consolação de Sião, e a sua escolha cairá novamente sobre Jerusalém”.
1. Levantando os olhos, vi quatro chifres;
2. e perguntei ao porta-voz: “Meu senhor, que chifres são estes?”. Ele respondeu-me: “Estes são os chifres que dispersaram Jerusalém e Judá”.*
3. O Senhor mostrou-me então quatro ferreiros.
4. Eu perguntei: “Esses, que vêm fazer?”. “Os chifres” – respondeu-me ele – “haviam dispersado Judá de tal forma que ninguém mais ousava levantar a cabeça; mas eis que vieram esses ferreiros para destruí-los, para abater os chifres que as nações tinham levantado contra a terra de Judá, a fim de dispersar os seus habitantes.”
5. Levantando os olhos, olhei e vi um homem que tinha na mão um cordel de agrimensor.
6. Perguntei-lhe: “Aonde vais?”. “A Jerusalém” – respondeu ele –, “para ver qual é a sua largura e o seu comprimento.”
7. O anjo porta-voz conservava-se imóvel, quando veio ao seu encontro outro anjo que lhe disse:
8. “Corre! Fala a este jovem. Dize-lhe: Jerusalém vai ficar sem muros, por causa da multidão de homens e de animais que haverá no meio dela.*
9. Eu mesmo – oráculo do Senhor – serei para ela um muro de fogo que a cercará; serei no meio dela a sua glória”.
10. “Oh! Oh! Fugi para longe da terra do Norte, porque eis que vos espalho pelos quatro ventos do céu – oráculo do Senhor.
11. Salva-te, filha de Sião, tu que agora habitas na cidade de Babel!
12. Porque isto declara o Senhor dos exércitos que me enviou, depois da provação, contra as nações que vos despojaram: quem vos toca, toca a menina dos meus olhos.
13. Eis que vou levantar a minha mão contra essas nações, e elas serão a presa de seus escravos: assim sabereis que fui enviado pelo Senhor dos exércitos.
14. Solta gritos de alegria, regozija-te, filha de Sião. Eis que venho residir no meio de ti – oráculo do Senhor.
15. Naquele dia, se achegarão muitas nações ao Senhor, e se tornarão o meu povo: habitarei no meio de ti, e saberás que fui enviado a ti pelo Senhor dos exércitos.
16. O Senhor possuirá Judá como seu domínio, e Jerusalém será de novo sua cidade escolhida.
17. Toda criatura esteja em silêncio diante do Senhor: ei-lo que surge de sua santa morada.”
1. O Senhor mostrou-me o sumo sacerdote Josué, de pé diante do anjo do Senhor; Satã estava à sua direita como acusador.*
2. O anjo do Senhor disse a Satã: “O Senhor te confunda, Satã! Confunda-te o Senhor que escolheu Jerusalém. Josué não é porventura um tição escapado ao incêndio?”.*
3. Josué, vestido com roupas sujas, estava de pé diante do anjo do Senhor.*
4. O Senhor falou àqueles que estavam à volta dele, dizendo: “Tirai-lhe essas roupas sujas”. Depois disse a Josué: “Eis que tirei de ti a tua imundície e te revesti de roupa de festa”.
5. E acrescentou: “Ponde-lhe na cabeça uma tiara limpa”. Eles puseram-lhe na cabeça uma tiara limpa e fizeram-no mudar de vestes em presença do anjo do Senhor.
6. Em seguida, o anjo do Senhor declarou a Josué:
7. “Eis o que diz o Senhor dos exércitos: se andares nos meus caminhos e fores fiel no meu serviço, governarás a minha casa, guardarás os meus átrios e eu te darei lugar entre estes que estão aqui diante de mim.
8. Ouve, ó Josué, sumo sacerdote, tu e teus colegas que se sentam diante de ti – porque são pessoas de presságio: porque eis que farei vir o meu servo Rebento.*
9. Eis a pedra que pus diante de Josué; sobre essa pedra estão sete olhos; gravarei eu mesmo sobre ela a inscrição – oráculo do Senhor dos exércitos – e em um só dia tirarei o mal desta terra.
10. Naquele dia – oráculo do Senhor dos exércitos – convidareis uns aos outros para debaixo de sua vinha e de sua figueira”.*
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4. Desde o outono o preguiçoso não trabalha: mendigará no tempo da colheita, mas não terá nada.
5. Água profunda é o conselho no íntimo do homem; o homem inteligente sabe haurir dela.
6. Muitos homens apregoam a sua bondade, mas quem achará um homem verdadeiramente fiel?
7. O justo caminha na integridade; ditosos os filhos que o seguirem!
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"A cada vitória sobre o pecado corresponde um grau de glória eterna". São Padre Pio de Pietrelcina