Mosaico decorativo

Bíblia em um ano.

No dia 257, Jeremias 52 narra o fim do exílio e a restauração de Jerusalém, trazendo esperança ao povo. Obadias 1 alerta sobre a soberba de Edom e suas consequências. Provérbios 18:13-16 ensina sobre a importância de ouvir, ponderar e agir com discernimento, destacando a prudência como caminho para a sabedoria.

1. Tinha Sedecias vinte e um anos ao começar seu reinado. Seu reino durou onze anos, em Jerusalém. Chamava-se sua mãe Amital, filha de Jeremias, e era natural de Lebna.

2. Como Joaquin, ele também praticou o mal aos olhos do Senhor.

3. Assim aconteceu em Jerusalém e Judá, por querer o Senhor, em sua cólera, repeli-los para longe de sua presença. Revoltou-se Sedecias contra o rei da Babilônia.

4. No nono ano de seu reinado, no décimo dia do décimo mês, foi Nabucodonosor, com todo o seu exército, contra Jerusalém, armando e construindo fortificações em torno dela.

5. Até o décimo primeiro ano do reinado de Sedecias perdurou o sítio da cidade.

6. No nono dia do quarto mês, como a fome invadisse a cidade e não tivesse a população o que comer,

7. uma brecha foi feita na muralha da cidade e, à noite, fugiram os guerreiros pelo caminho da porta entre os dois muros, perto do jardim do rei, enquanto os caldeus cercavam a cidade. Tomaram esses homens o caminho da planície do Jordão.

8. Mas o exército dos caldeus perseguiu o rei e o alcançou nas planícies de Jericó. Então, as tropas de Sedecias o abandonaram, dis­persando-se em fuga.

9. Foi então o rei aprisionado e conduzido a Rebla, na presença do rei da Babilônia que contra ele pronunciou sua sentença.

10. E, diante de seus olhos, foram degolados em Rebla seus filhos, assim como todos os chefes de Judá.

11. Em seguida, foram-lhe arrancados os olhos e, ligado com cadeias de bronze, levaram-no para a Babilônia, onde, até o dia de sua morte, permaneceu encarcerado.

12. No sétimo dia do quinto mês, décimo nono ano do reinado de Nabucodonosor, rei da Babilônia, Nebuzardã, chefe da guarda e servidor do rei da Babilônia, penetrou em Jerusalém,

13. pôs fogo no Templo do Senhor, no palácio real, e em todas as casas da cidade, e entregou às chamas as casas dos maiorais.

14. Em seguida, as tropas dos caldeus, que acompanhavam o chefe da guarda, demoliram as muralhas que cercavam Jerusalém.

15. E Nebuzardã, chefe da guarda, deportou para a Babilônia uma parte dos pobres da terra e o que restara da população da cidade, bem como os que já se haviam rendido ao rei da Babilônia e o restante dos artífices.

16. O chefe da guarda deixou ali alguns homens pobres, como vinhateiros e lavradores.

17. Quebraram também os caldeus as colunas de bronze do Templo do Senhor, juntamente com os pedestais e o mar de bronze que estava no templo, levando todo esse metal para a Babilônia.

18. Carregaram também cinzeiros, pás, facas, vasos e demais objetos de bronze que serviam ao culto.

19. Carregou ainda o chefe dos guardas as bacias, os braseiros, vasos, potes, candelabros, taças, copos e colheres e o que havia em ouro e prata.

20. Quanto às duas colunas, ao mar, aos doze bois de bronze que as sustentavam, e aos pedestais que Salomão mandara fabricar para o Templo do Senhor, difícil seria calcular o valor do bronze de todos esses objetos.

21. A altura de uma dessas colunas era de dezoito côvados e um cordão de doze côvados cingia-lhe a volta, sendo a espessura de quatro dedos, e oco o seu interior.

22. Encimava-as um capitel de bronze de cinco côvados; uma grade de romãs, também em bronze, cercavam o alto do capitel. Era semelhante a esta a segunda coluna, com romãs em torno,

23. em número de noventa e seis, e o total das romãs, em volta da grade, era de cem.

24. O chefe da guarda aprisionou o primeiro sacerdote, Seraías, e Sofonias, o segundo e os três guardas do vestíbulo.

25. Tomou da cidade um eunuco, que era encarregado do comando dos homens de guerra, sete homens do séquito do rei que foram en­contrados na cidade, o intendente do exército, encarregado do recrutamento na terra, assim como mais sessenta homens da terra que se encontravam na cidade.

26. Nebuzardã, chefe da guarda, aprisionou-os e mandou-os conduzir a Rebla, ante o rei da Babilônia.

27. E este mandou executá-los em Rebla, na região de Emat. E assim Judá foi deportado para longe de sua terra.

28. Eis o número dos homens que Nabucodonosor levou ao cativeiro: no sétimo ano, três mil e vinte e três homens de Judá;

29. no décimo oitavo ano de Nabucodonosor, oitocentos e trinta e dois pessoas foram deportadas de Jerusalém;

30. no vigésimo terceiro ano de Nabucodonosor, Nebuzardã, chefe da guarda, deportou de Judá setecentos e quarenta e cinco pessoas. Ao todo, quatro mil e seiscentas pessoas.

31. No trigésimo sétimo ano do cati­veiro de Joaquin, rei de Judá, no vigésimo quinto dia do décimo segundo mês, Evil Merodac, rei da Babilônia, no ano de sua elevação ao trono, perdoou Joaquin, rei de Judá, e mandou libertá-lo da prisão.

32. Falando-lhe com benevolência, designou-lhe um trono mais elevado que o dos reis que estavam com ele na Babilônia.

33. Mandou que lhe mudassem as vestes de prisioneiro e, até o fim de sua vida, Joaquin comeu à mesa do rei da Babilônia.

34. Durante toda a sua vida, até o dia de sua morte, sua manutenção foi garantida pelos cuidados do rei da Babilônia.

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1. Visão de Abdias. Eis o que diz o Senhor a respeito de Edom. Eis a mensagem que recebemos do Senhor, e que um mensageiro foi encarregado de levar às nações: De pé! Levantemo-nos contra esse povo! Para o combate!*

2. Eis que te faço pequeno entre as nações, estarás na extrema abjeção.*

3. A soberba do teu coração transviou-te: tu que habitas nas fendas dos rochedos, em uma morada inacessível, e dizes no teu coração: “Quem me faria cair por terra?”.*

4. Ainda que tivesses colocado o teu ninho tão alto como a águia, ou o tivesses posto entre os astros, eu te precipitaria dali – oráculo do Senhor.

5. Se ladrões entrassem em tua casa, ou salteadores noturnos como foste devastado!, eles só levariam aquilo de que necessitam; se vindimadores entrassem em tua vinha, deixariam ainda a respigar.*

6. Como foste revistado, Esaú! Como foram roubados teus tesouros ocultos!

7. Foste expulso até a fronteira por todos os teus aliados; foste enganado, foste dominado por teus amigos. Teus comensais puseram armadilhas sob teus passos; e não o percebeste!

8. Sim, naquele dia – oráculo do Senhor – farei perecer os sábios de Edom, os homens inteligentes da montanha de Esaú.

9. Também os teus valentes, ó Temã, serão tomados de medo, a fim de que todo homem, no dia da carnificina, seja exterminado da montanha de Esaú.

10. Por causa da violência feita ao teu irmão Jacó, estarás coberto de vergonha, e serás aniquilado para sempre.*

11. No dia em que lhe fizeste face, quando bárbaros levavam cativo o seu exército, estrangeiros entravam pelas suas portas e lançavam sortes sobre Jerusalém, tu também eras como um deles.

12. Não te alegres com o dia (do castigo) de teu irmão, no dia do seu infortúnio! Não te alegres com os males dos filhos de Judá, no dia de sua ruína! Não abras a tua boca (para insultar) no dia de seu desastre!*

13. Não entres pelas portas (das cidades) de meu povo, no dia da catástrofe! Não contemples com alegria os seus males no dia da calamidade! Não deites a mão às suas riquezas no dia da sua desventura!

14. Não te ponhas nas encruzilhadas para matar os fugitivos, e não entregues os sobreviventes no dia da tribulação.

15. Porque o dia do Senhor está próximo para todas as nações: como tiveres feito, assim se fará contigo; carregarás sobre a cabeça o peso de teus atos.

16. Assim como bebestes no meu monte santo, assim beberão as nações sem cessar; beberão, sorverão e virão a ser como se nunca tivessem sido.*

17. Mas sobre o monte Sião estarão os sobreviventes; será um lugar santo, e a casa de Jacó recuperará suas possessões.

18. A casa de Jacó será um fogo e a casa de José uma chama, enquanto a casa de Esaú servirá de restolho que será consumido e devorado por aquelas. Nada ficará da casa de Esaú, é o Senhor quem o declara.*

19. Os que habitam o Sul tomarão a montanha de Esaú, os que habitam a planície conquistarão a terra dos filisteus; possuirão o território de Efraim e da Samaria, e Benjamim tomará Galaad.

20. Os exércitos de Israel deportados ocuparão as terras dos cananeus até Sarepta. Os deportados de Jerusalém em Safarad possuirão as cidades do Sul.

21. Subirão, vitoriosos, o monte Sião para julgarem a montanha de Esaú; e ao Senhor pertencerá a realeza.

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13. Quem responde antes de ouvir, passa por tolo e se cobre de confusão.

14. O espírito do homem suporta a doença, mas quem erguerá um espírito abatido?

15. O coração inteligente adquire o saber; o ouvido dos sábios procura a ciência.

16. O presente de um homem lhe abre tudo, e lhe dá acesso junto aos grandes.

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"O Coração de Jesus não deixará cair no vazio a nossa oração se ela for plena de fé e de confiança." São Padre Pio de Pietrelcina