Plano Completo de Leitura
Baixe o guia com todas as leituras organizadas por dia e acompanhe seu progresso ao longo do ano.
No dia 233, Jeremias 10 denuncia a idolatria e a vaidade dos ídolos, chamando o povo ao verdadeiro temor de Deus. Ezequiel 40 apresenta uma visão detalhada do templo restaurado, simbolizando a presença e a ordem divina. Provérbios 15:5-8 ensina sobre a importância da retidão, da obediência e da integridade, mostrando que a sabedoria e a vida justa caminham lado a lado.
1. Escutai, casa de Israel, a palavra que o Senhor vos dirige!*
2. “Não imiteis o procedimento dos pagãos; nem temais os sinais celestes, como os temem os pagãos,
3. porquanto os deuses desses povos são apenas vaidade. São cepos abatidos na floresta, obra trabalhada pelo cinzel do artesão,
4. decorada com prata e ouro. A golpes de martelo são-lhes fixados os pregos e postos em seus lugares para que não se movam.
5. Assemelham-se esses deuses a uma estaca em campo de pepinos, que devem ser levados, pois não caminham. Não os temais, pois que vos não podem fazer mal, nem têm o poder de fazer o bem”.
6. Nenhum se assemelha a vós, Senhor, que sois grande. E por causa de vosso poder, grande é também vosso nome.
7. Quem não vos há de temer, rei dos povos? A vós é devido todo respeito, porquanto entre os sábios dos povos pagãos, e nos seus reinos, nenhum se assemelha a vós.
8. São todos eles néscios e insensatos, e seus ensinamentos são vaidade, pura lenha.*
9. É prata batida, importada de Társis, ouro de Ofir, trabalho de escultor e de ourives, revestido de púrpura arroxeada e vermelha: não passam de obra de artista.*
10. O Senhor, ao contrário, é verdadeiramente Deus, Deus vivo, eterno rei. Treme a terra ante a sua cólera, e os povos pagãos não podem suportar sua ira.
11. Vós lhes direis, portanto: os deuses que não fizeram o céu e a terra desaparecerão da terra e de sob os céus.*
12. Só ele criou a terra pelo seu poder e consolidou o mundo pela sua sabedoria, desdobrando os céus pela sua inteligência.
13. Ao som de sua voz, reúnem-se as águas nos céus; dos confins da terra manda subir as nuvens, e transforma os relâmpagos em chuvas, fazendo desencadearem-se os ventos de seus redutos.
14. Então, os homens se tornam estupefatos e aturdidos, e se envergonha o artista da estátua que concebeu, porque são apenas mentira os ídolos que fundiu, e neles não respira vida.
15. São apenas vãos simulacros que se desvanecerão no dia do castigo.
16. Não se dá o mesmo com aquele que é a herança de Jacó, pois foi ele que tudo criou, e Israel é a sua tribo. E seu nome é JAVÉ dos exércitos.
17. Apanha da terra o teu fardo, tu que estás sitiada!
18. Pois assim falou o Senhor: “Lançarei ao longe, de uma vez, os habitantes desta terra, e os acompanharei de perto para que me encontrem.”*
19. Ai de mim, por causa de minha ferida! É bem dolorosa a minha chaga! Eu havia dito: “Fosse apenas esse o meu mal, eu o suportaria!”.
20. Foi devastada a minha tenda, e suas cordas todas se romperam. Abandonaram-me meus filhos, e não mais existem; ninguém mais tenho para levantá-la, e de novo erguer meu pavilhão.
21. Na verdade, são néscios os pastores; não procuram mais o Senhor. Por isso, não logram êxito e dispersaram-se os seus rebanhos.
22. Eis que se propaga um grande rumor, e o eco de um imenso tumulto vem do norte para transformar as cidades de Judá num deserto, num covil de chacais.
23. Bem sei, Senhor, que não é o homem dono de seu destino, e que ao caminhante não lhe assiste o poder de dirigir seus passos.*
24. Castigai-nos, Senhor, mas com equidade, e não com furor, para que não sejamos reduzidos ao nada.
25. Derramai esse furor sobre as nações que vos desconhecem, sobre os povos que não invocam o vosso nome, pois que eles devoraram Jacó, e o consumiram, transformando-lhe as casas em deserto.
1. Eis a palavra que foi dirigida a Jeremias da parte do Senhor:*
2. “Ouvi o texto desta aliança e o transmiti ao povo de Judá e aos habitantes de Jerusalém.*
3. Dize-lhes: Eis o que proclama o Senhor, Deus de Israel: maldito seja aquele que não obedecer às prescrições desta Lei
4. que, no dia em que os tirei do Egito, daquela fornalha de ferro, eu impus a vossos pais, nestes termos: ouvi minha voz e executai minhas ordens, mediante o que sereis meu povo e eu o vosso Deus.
5. Então, ratificarei o juramento que fiz a vossos pais de lhes dar uma terra onde mana leite e mel, qual hoje é a vossa”. “Assim seja, Senhor” – respondi-lhe.
6. Em seguida, disse-me o Senhor: “Difunde este texto por todas as cidades de Judá e pelas ruas de Jerusalém, dizendo-lhes: Ouvi as palavras desta Lei e executai-a.
7. Desde o dia em que os fiz sair do Egito até hoje, adverti com instância vossos pais, falando-lhes assim: ouvi minha voz!
8. Não ouviram, porém, e nenhuma atenção prestaram, seguindo, obstinadamente, os pendores maus de seus corações. Assim, contra eles executei todas as ameaças contidas no pacto que lhes havia ordenado, mas que não observavam”.
9. Disse-me em seguida o Senhor: “Há uma conspiração entre os habitantes de Judá e de Jerusalém;
10. volveram às iniquidades dos antepassados que se haviam recusado a ouvir minhas palavras, indo, eles também, atrás de outros deuses, a fim de cultuá-los. A casa de Israel e a casa de Judá violaram a aliança que haviam firmado com seus pais”.
11. Por tal culpa, assim declara o Senhor: “Vou descarregar sobre eles uma calamidade, da qual não poderão escapar. E, quando gritarem por mim, eu não os escutarei.
12. Então, as cidades de Judá e os habitantes de Jerusalém irão apelar para os deuses ante os quais queimaram incenso. Esses deuses, porém, não os salvarão no momento da catástrofe,
13. porque, ó Judá, possuis tantos deuses quantas são tuas cidades; e quantas ruas tens em Jerusalém, tantos altares de infâmia ergueste para neles queimar oferendas em honra de Baal.
14. Quanto a ti, não intercedas por esse povo, nem ores por ele, nem supliques, porque ao tempo de sua desgraça, quando clamarem por mim, não os escutarei”.
15. Por que cometeu minha bem-amada tanta maldade em minha casa? Porventura teus votos e as carnes imoladas apartarão de ti teus males, para que possas exultar?*
16. “Verdejante oliveira de belos frutos” – tal o nome que te dera o Senhor. Ao estrépito, porém, de imenso ruído ateou-lhe fogo, e se queimaram seus galhos.
17. O Senhor dos exércitos, que te plantara, decretou a calamidade contra ti por causa dos crimes cometidos pela casa de Israel e pela casa de Judá, causando-me revolta os sacrifícios que fizeram em honra de Baal. Conspiração contra Jeremias
18. Instruído pelo Senhor, eu o desvendei. Vós me fizestes conhecer seus intentos.
19. E eu, qual manso cordeiro conduzido à matança, ignorava as maquinações tramadas contra mim: “Destruamos a árvore em seu vigor. Arranquemo-la da terra dos vivos, e que seu nome caia no esquecimento”.
20. Vós sois, porém, Senhor dos exércitos, justo juiz que sondais os rins e os corações. Serei testemunha da vingança que tomarei deles e a vós confio minha causa.
21. Eis por que assim se pronunciou o Senhor contra os habitantes de Anatot que conspiram contra a minha vida, dizendo: “Cessa de proclamar oráculos em nome do Senhor, se não queres perecer em nossas mãos”.
22. Por isso, assim falou o Senhor dos exércitos: “Vou castigá-los. Vão tombar os jovens sob a espada, e seus filhos e filhas perecerão de fome.
23. Ninguém escapará, porquanto, assim que chegar o ano do castigo, mandarei desabar a tormenta sobre os habitantes de Anatot”.
Baixe o guia com todas as leituras organizadas por dia e acompanhe seu progresso ao longo do ano.
1. No ano vinte e cinco da nossa deportação, no começo do ano, no décimo dia, catorze anos após a queda da cidade, naquele mesmo dia, a mão do Senhor veio sobre mim. Deus me transportou,
2. no curso das visões divinas, à terra de Israel. Ele me colocou nos cimos de uma montanha muito elevada, sobre a qual pareciam elevar-se, do lado do meio-dia, as construções de uma cidade.*
3. Conduzido ao lugar, divisei um homem que parecia ser de bronze, levando nas mãos uma corda de linho e uma cana de agrimensor. Ele permanecia de pé à porta.*
4. Esse homem dirigiu-me as seguintes palavras: “Filho do homem, volta os teus olhos, escuta com teus ouvidos, e presta bem atenção a tudo quanto te vou mostrar, porque é para esse espetáculo que foste transportado até aqui. Darás conhecimento aos israelitas de tudo o que te vou mostrar”.
5. Um muro exterior formava o recinto do templo. O homem tinha na mão uma cana de agrimensor, de seis côvados cada côvado tendo um palmo a mais que o côvado corrente. Ele mediu a largura da construção – uma cana – e a altura – também uma cana.*
6. Voltou em seguida ao pórtico oriental; subiu os degraus e mediu a soleira da porta, que tinha uma cana de profundidade.*
7. Cada câmara tinha uma cana de comprimento e uma cana de largura: entre cada câmara havia cinco côvados. A soleira do pórtico do lado do vestíbulo, para o interior, media uma cana.
8. Ele mediu o vestíbulo do pórtico, para o interior.*
9. Ele tinha oito côvados, e suas pilastras, dois côvados. Esse vestíbulo do pórtico estava situado no interior.
10. As câmaras do pórtico oriental eram em número de três de cada lado: tinham todas as três as mesmas dimensões, do mesmo modo que as pilastras.
11. Ele mediu a largura do vão da porta: dez côvados; a extensão do pórtico era de treze côvados.
12. Diante dos cômodos havia uma barreira de um côvado de cada lado. A própria câmara media seis côvados em cada direção.
13. Mediu o pórtico, desde o teto de uma câmara até o teto de outra: vinte e cinco côvados de largura, de porta a porta.
14. Depois contou sessenta côvados para as pilastras, perto das quais se encontrava o átrio que rodeava o pórtico.*
15. O espaço entre a porta de entrada e o vestíbulo da porta interior era de cinquenta côvados.
16. Havia nas câmaras e nas pilastras janelas gradeadas para o interior do pórtico; havia o mesmo nos vestíbulos: janelas se encontravam em toda a volta, dando para o interior. Sobre as pilastras, havia palmeiras.
17. Em seguida, ele me fez entrar no átrio exterior onde vi câmaras, e um lajeamento disposto em redor do átrio: sobre esse lajeamento havia trinta câmaras.
18. O lajeamento se estendia de cada lado dos pórticos, em uma extensão igual à extensão desse pórtico: era o pavimento interior.
19. Ele mediu a largura desde a frente do pórtico interior até diante do átrio interior: cem côvados ao leste e ao norte.
20. Quanto ao pórtico setentrional do átrio exterior, mediu a extensão e a largura.
21. Os aposentos eram em número de três de cada lado; suas pilastras e seus vestíbulos tinham as mesmas dimensões que as do primeiro pórtico: cinquenta côvados de extensão por vinte e cinco de largura.
22. Suas janelas, seu vestíbulo e suas palmeiras tinham as mesmas dimensões que as do pórtico oriental. Chegava-se aí por sete degraus, em frente dos quais ficava o seu vestíbulo.
23. Diante do pórtico norte, como diante do pórtico oriental, havia uma porta com saída para o átrio interior. De um pórtico a outro contou cem côvados.
24. Ele me conduziu até o lado do meio-dia, onde vi o pórtico meridional. As pilastras e o vestíbulo, que mediu, tinham idêntica dimensão.
25. Esse pórtico tinha, em todo o seu âmbito, assim como seu vestíbulo, janelas semelhantes às outras. Havia cinquenta côvados de extensão por vinte e cinco de largura.
26. Chegava-se aí por sete degraus, em frente dos quais ficava o vestíbulo. De uma e outra parte havia palmeiras em suas pilastras.
27. O átrio interior tinha também um pórtico meridional. De um pórtico a outro, para o meio-dia, contou cem côvados.
28. Ele me fez entrar no átrio interior pelo pórtico meridional, o qual tinha as mesmas dimensões.
29. Suas câmaras, pilastras e vestíbulo tinham as mesmas dimensões. Esse pórtico, assim como o seu vestíbulo, estava guarnecido de janelas em toda a volta. Suas dimensões eram: cinquenta côvados de extensão por vinte e cinco de largura.
30. Em toda a volta havia vestíbulos de vinte e cinco côvados de comprimento por cinco de largura.*
31. Seu vestíbulo se encontrava do lado do átrio exterior. Suas pilastras eram ornadas de palmeiras; subia-se até aí por uma escada de oito degraus.
32. Depois conduziu-me ao pórtico oriental do átrio interior, que ele mediu, e no qual encontrou as mesmas dimensões.
33. Tinham também as mesmas dimensões suas câmaras, pilastras e vestíbulo. O pórtico, assim como seu vestíbulo, estava guarnecido de janelas em toda a sua extensão. Suas dimensões eram de cinquenta côvados de comprimento por vinte e cinco de largura.
34. Seu vestíbulo dava para o átrio exterior. Havia, de uma e outra parte, palmeiras em suas pilastras, e uma escada de oito degraus.
35. Ele me conduziu então ao pórtico setentrional, que mediu, e no qual encontrou as mesmas dimensões,
36. do mesmo modo que em suas câmaras, pilastras e vestíbulo. Havia janelas em toda a volta. As dimensões eram de cinquenta côvados de comprimento por vinte e cinco de largura.
37. Seu vestíbulo dava para o átrio exterior. Havia, de uma a outra parte, palmeiras em suas pilastras, e uma escada de oito degraus.*
38. Havia uma sala, cuja porta se encontrava junto às pilastras dos pórticos; era lá que se lavavam os holocaustos.
39. No vestíbulo do pórtico encontravam-se, de uma e outra parte, duas mesas nas quais se degolavam as vítimas destinadas aos sacrifícios pelo pecado e pelo delito.
40. No exterior, do lado norte, para quem subia no pórtico, encontravam-se duas mesas, e duas outras mesas do lado do vestíbulo desse pórtico.
41. Assim, quatro mesas de cada lado do pórtico, o que perfaz oito mesas, nas quais se degolavam as vítimas.
42. Havia, além disso, para os holocaustos, quatro mesas de pedra de cantaria, do comprimento de um côvado e meio, largura de um côvado e meio e altura de um côvado. Depositavam-se nelas os instrumentos que serviam para degolar as vítimas dos holocaustos e dos sacrifícios.
43. Havia bordas da largura de um palmo em todo o âmbito interior. Era sobre essas mesas que eram depositadas as carnes sacrificadas.
44. No átrio interior, fora do pórtico interior, ficavam os lugares dos cantores, um do lado do pórtico setentrional, olhando para o sul, outro do lado do pórtico oriental, olhando para o norte.
45. O homem disse-me: “Esta câmara, que olha para o sul, é reservada aos sacerdotes que têm a guarda do templo;
46. e a que olha para o norte é destinada aos sacerdotes que fazem o serviço do altar. Estes são os descendentes de Sadoc, únicos descendentes de Levi que podem aproximar-se do Senhor para o servirem”.
47. Mediu o átrio: era um quadrado de cem côvados de lado. O altar encontrava-se diante do edifício.
48. Ele conduziu-me então ao vestíbulo do templo, cujas pilastras mediu: cinco côvados de cada lado, enquanto a largura do pórtico era de três côvados de cada lado.
49. O vestíbulo tinha vinte côvados de comprimento por onze de largura; chegava-se aí por degraus. Junto às pilastras, de uma e outra parte, havia duas colunas.
Baixe o guia com todas as leituras organizadas por dia e acompanhe seu progresso ao longo do ano.
5. O néscio desdenha a instrução de seu pai, mas o que atende à repreensão torna-se sábio.
6. Na casa do justo há riqueza abundante, mas perturbação nos frutos dos maus.
7. Os lábios do sábio destilam saber, e não assim é o coração dos insensatos.
8. Os sacrifícios dos pérfidos são abominação para o Senhor, a oração dos homens retos lhe é agradável.
Baixe o guia com todas as leituras organizadas por dia e acompanhe seu progresso ao longo do ano.
"No tumulto das paixões terrenas, surge a grande esperança da misericórdia inexorável de Deus." São Padre Pio de Pietrelcina