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  • Tornarei tua posteridade tão numerosa como o pó da terra: se alguém puder contar os grãos do pó da terra, então poderá contar a tua posteridade. (Gênesis 13, 16)

  • No tempo de Anrafel, rei de Senaar, de Arioc, rei de Elasar, de Codorlaomor, rei de Elão e de Tadal, rei de Goim, (Gênesis 14, 1)

  • aconteceu que estes reis fizeram guerra a Bara, rei de Sodoma, a Bersa, rei de Gomorra, a Senaab, rei de Adama, a Semeber, rei de Seboim e ao rei de Bala, isto é, Segor. (Gênesis 14, 2)


  • No décimo quarto ano, Codorlaomor pôs-se em marcha com os reis que se tinham aliado a ele, e desbarataram os refaim em Astarot-Carnaim, e igualmente os zusim em Ham, os emim na planície de Cariataim (Gênesis 14, 5)

  • O rei de Sodoma, o rei de Gomorra, o rei de Adama, o rei de Seboim, o rei de Bala, isto é, Segor, saíram e puseram-se em ordem de batalha no vale de Sidim, (Gênesis 14, 8)

  • contra Codorlaomor, o rei de Elão, Tadal, rei de Goim, Anrafel, rei de Senaar, e Arioc, rei de Elasar, quatro reis contra cinco. (Gênesis 14, 9)

  • Ora, havia no vale de Sidim numerosos poços de betume. E os reis de Sodoma e de Gomorra, fugindo, caíram nesses poços, enquanto o resto fugiu para a montanha. (Gênesis 14, 10)

  • Abrão, tendo ouvido que Lot, seu parente, ficara prisioneiro, escolheu trezentos e dezoito dos seus melhores e mais corajosos servos, nascidos em sua casa, e foi ao alcance dos reis até Dan. (Gênesis 14, 14)

  • Voltando Abrão da derrota de Codorlaomor e seus reis aliados, o rei de Sodoma saiu-lhe ao encontro no vale de Savé, que és o vale do rei. (Gênesis 14, 17)

  • Melquisedeque, rei de Salém e sacerdote do Deus Altíssimo, mandou trazer pão e vinho, (Gênesis 14, 18)

  • O rei de Sodoma disse a Abrão: “Devolve-me os homens e guarda os bens.” (Gênesis 14, 21)

  • de tudo o que é teu, não tomarei sequer um fio nem um cordão de sandália, para que não digas: Enriqueci Abrão. (Gênesis 14, 23)

“Queira o dulcíssimo Jesus conservar-nos na Sua graça e dar-nos a felicidade de sermos admitidos, quando Ele quiser, no eterno convívio…” São Padre Pio de Pietrelcina