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ONU “matou” 200 mil brasileiras

Em 2010, morreram 66.323 mulheres em idade fértil, por TODAS AS CAUSAS, de acordo com o DATASUS – a fonte oficial de dados da saúde, no Brasil. Apesar disso, a ONU cobra o Brasil por óbitos ANUAIS de 200 mil mulheres em decorrência de abortos de risco.

Vamos lá! Somando todas as causa de morte de mulheres em idade fértil, em 2010, temos o registro do óbito de 66 MIL mulheres (somando tudo que leva à morte). Ok? Então… Que 200 mil mulheres mortas são essas que os peritos da ONU encontraram no Brasil em um único ano? 200 mil mulheres mortas SOMENTE por causa do aborto!!

COMO? Não se sabe.

O blog Contra o Aborto publicou a seguinte tabela do DATASUS sobre óbitos maternos:

“De 1996 a 2007, a média é de 10 mortes maternas anuais. Milhares? Nem perto disto…”, conta o blog do William Murat. Ele lembra que mesmo que o número de mortes de mulheres por causa de “abortos de risco” fosse verdadeiro – e não é!!! -, ainda assim seria impossível ignorar que a cada aborto “bem feito” o que é eliminado é sempre uma vida humana.





Cristo quer uma Igreja que seja a casa de todos, diz o Papa

VATICANO, 04 Mai. 07 (ACI) .- Ao receber os bispos da Conferência Episcopal Internacional dos Santos Cirilo e Metodio que agrupa os católicos de rito latino e bizantino da Macedônia, Montenegro e Servia com Kosovo, o Papa Bento XVI recordou que o Senhor Jesus deseja que a Igreja seja a casa que acolha todos.

O Pontífice saudou os bispos recordando que vinham “de países diversos, com etnias, culturas e línguas diferentes, mas cujas comunidades eclesiásticas se acomunam na mesma fé em Cristo ressuscitado que nos transmitiram os apóstolos”.

“Os diversos países e contextos sociais e religiosos em que se situam seus fiéis -prosseguiu- comportam não poucas repercussões em sua vida cristã”, como “o matrimônio entre cônjuges de religião ou confissão distinta, que exige uma atenção espiritual especial e uma cooperação mais harmoniosa com as outras Igrejas cristãs”, ou “a educação religiosa das novas gerações” e “a formação dos sacros ministros e seu acompanhamento espiritual em um contexto pluri-confessional”.

O Santo Padre recordou que é necessário ajudar os seminaristas “a cultivar uma relação íntima com Jesus se querem cumprir plenamente sua missão e não considerar-se simples ‘funcionários’ de uma organização eclesiástica. O sacerdote está totalmente a serviço da Igreja, organismo vivo e espiritual cuja energia não procede de elementos nacionalistas, étnicos ou políticos, mas sim da ação de Cristo presente em seus ministros”.

O Papa Bento XVI destacou que “o Senhor quis que sua Igreja estivesse aberta a todos” e que “no curso dos séculos, a Tradição manteve inalterável seu caráter universal enquanto se propagava e entrava em contato com línguas, raças, nacionalidades e culturas diferentes”.

O Papa animou em seguida os bispos a serem “levedura evangélica que fermenta a sociedade” e a implicar em sua tarefa a “cada um dos membros do Povo de Deus, utilizando todos os meios de formação cristã disponíveis, postos a ponto nos diversos idiomas da população”, convencidos de que “uma ação pastoral compartilhada dessa forma redundará também de forma benéfica no âmbito civil”.

Realidade européia

O Santo Padre recordou ainda aos bispos que “a Providência pôs seus povos no contexto de um continente europeu em transformação. É um processo histórico do que as Igrejas se sentem partícipes”, mas “não faltam os obstáculos” como “a escassez de meios devido à situação econômica e a exigüidade das forças católicas”. Tampouco é fácil “esquecer a onerosa herança de mais de quarenta anos de pensamento único que causaram comportamentos sociais pouco favoráveis à liberdade e a responsabilidade pessoal e ao mesmo tempo é difícil resistir às tentações do materialismo ocidental”.

Não desanimem!“, concluiu o Santo Padre, recordando também aos prelados que o Senhor os colocou “em estreito contato com nossos irmãos ortodoxos: como membros de um Corpo único, procurem toda colaboração possível ao serviço do único Reino de Deus. Que não falte a disponibilidade a colaborar também com outras confissões cristãs e com toda pessoa de boa vontade para promover quanto seja útil para a difusão do Evangelho”.





O Cânon Bíblico – A Origem da Lista dos Livros Sagrados

Escrita por um dos maiores apologistas católicos da atualidade, Prof. Alessandro Lima, conhecido por sua firmeza e objetividade, esta obra é a primeira no mundo totalmente dedicada a um tema de suma importância para os cristãos: o Cânon Bíblico.

Por esta razão ela vem preencher uma grande lacuna na História da Igreja e da Fé Cristã.

Ao contrário do que muitos pensam, a Bíblia Cristã não caiu do céu organizada como um único livro. Para reunir os livros sagrados em um único volume, antes foi necessário saber quais eram eless.

O discernimento da lista dos livros sagrados pela Igreja foi resultado de um longo e gradativo processo de amadurecimento teológico e espiritual sob a condução do Espírito Santo.

Guiando o leitor pelos primórdios do Cristianismo, o autor apresenta o parecer dos homens mais célebres da antiguidade cristã como Ireneu, Orígines, Atanásio, Agostinho, Jerônimo, Eusébio entre outros, mostrando como fa Bíblia foi formada no seio da Igreja Nascente.

Esta é uma obra recomendada a todos que amam e se interessam pelas Sagradas Escrituras.

Faça o download da versão demo aqui aqui.

Informações sobre o lançamento e pedidos em http://www.veritatis.com.br/article/4091.





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