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Na Trindade reconhecemos o modelo da Igreja, chamados a amar como Jesus nos amou, diz o Papa

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Vaticano, 15 Jun. 14 / 01:51 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Papa Francisco presidiu hoje, a Missa pela Solenidade da Santíssima Trindade, e a oração do ângelus na Praça de São Pedro, e assegurou que na Trindade, os cristãos reconhecem o modelo da Igreja, no qual estamos chamados a amar-nos uns aos outros como Jesus nos amou.

O Santo Padre recordou que “hoje celebramos a solenidade da Santíssima Trindade, que apresenta a nossa contemplação e adoração a vida divina do Padre, do Filho e do Espírito Santo: uma vida de comunhão e de amor perfeito, origem e meta de todo o universo e de toda criatura Deus!”.

“Hoje celebramos a solenidade da Santíssima Trindade, que apresenta à nossa contemplação e adoração a vida divina do Pai, do Filho e do Espírito Santo: uma vida de comunhão e de amor perfeito, origem e meta de todo o universo e de cada criatura, Deus. Na Trindade, reconhecemos também o modelo da Igreja, na qual somos chamados a nos amar como Jesus nos amou. É o amor o sinal concreto que manifesta a fé em Deus Pai, Filho e Espírito Santo. É o amor o emblema do cristão, como nos disse Jesus: “Nisto todos saberão que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros””.

Francisco advertiu que “É uma contradição pensar em cristãos que se odeiam. É uma contradição! E o diabo procura sempre isto: fazer-nos odiar, porque ele sempre semeia o ódio; ele não conhece o amor, o amor é de Deus!”.

O Papa sublinhou que “Todos somos chamados a testemunhar e anunciar a mensagem de que “Deus é amor”, que Deus não está distante ou insensível aos acontecimentos humanos. Ele está próximo, está sempre ao nosso lado, caminha conosco para partilhar as nossas alegrias e as nossas dores, as nossas esperanças e os nossos cansaços”.

Deus, reiterou o Santo Padre, “Ama-nos tanto a ponto que se fez homem, veio ao mundo não para julgá-lo, mas para que o mundo seja salvo por meio de Jesus. E este é o amor de Deus em Jesus, este amor que é tão difícil de entender, mas que nós sentimos quando nos aproximamos de Jesus”.

“E Ele nos perdoa sempre, Ele nos espera sempre, Ele nos ama tanto. E o amor de Jesus que nós sentimos é o amor de Deus”, exclamou o Papa.

Francisco assinalou que “O Espírito Santo, dom de Jesus Ressuscitado, nos comunica a vida divina e assim nos faz entrar no dinamismo da Trindade, que é um dinamismo de amor, de comunhão, de serviço recíproco, de partilha. Uma pessoa que ama os outros pela própria alegria de amar é reflexo da Trindade. Uma família em que se ama e se ajuda os outros é um reflexo da Trindade. Uma paróquia em que se quer o bem e se partilham os bens espirituais e materiais é um reflexo da Trindade”.

“O amor verdadeiro é sem limites, mas sabe se limitar para ir ao encontro do outro, para respeitar a liberdade do outro. Todos os domingos vamos à Missa, celebramos a Eucaristia juntos e a Eucaristia é como a “sarça ardente” na qual humildemente mora e se comunica a Trindade; por isto a Igreja colocou a festa do Corpus Domini depois daquela da Trindade. Na próxima quinta-feira, segundo a tradição romana, celebraremos a Santa Missa em São João de Latrão e depois faremos a procissão com o Santíssimo Sacramento”.

“Convido os romanos e os peregrinos a participar para exprimir o nosso desejo de ser um povo “reunido na unidade do Pai e do Filho e do Espírito Santo” (São Cipriano). Espero por todos vocês na próxima quinta-feira, às 19h, para a Missa e a procissão de Corpus Christi.

Virgem Maria, criatura perfeita da Trindade, nos ajude a fazer de toda a nossa vida, nos pequenos gestos e nas escolhas mais importantes, um hino de louvor a Deus, que é Amor”, concluiu.





Mulher espanhola abandona a sua vida de atriz e modelo pela vida religiosa

“O Senhor fez-me um casting e não pude dizer que não”

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MADRI, 02 Mai. 14 / 03:38 pm (ACI/EWTN Noticias).- Faz quatro anos, um 1º de maio, a espanhola Olalla Oliveros abandonou o mundo da moda, docinema e da televisão para seguir o caminho da vida religiosa em um convento de semi-clausura.

“O Senhor não se engana, fez-me um casting e não pude dizer que não”, disse Olalla, em um testemunho dado a sua comunidade e que pode ser encontrado no YouTube.

Olalla do Sim de Maria é o seu nome agora, aos 36 anos, depois de dar às costas a uma promissora carreira nos meios de comunicação para ingressar na Ordem e Mandato de São Miguel Arcanjo, associação católica com duas sedes na Espanha.

Antes de ingressar na associação religiosa a que agora pertence, Olalla protagonizou anúncios publicitários para marcas muito conhecidas, e teve papéis secundários em séries populares, mas sentia que “me escolhiam para papéis muito frívolos, muito vaidosos, de garota frívola. E eu me dizia, quando me darão um papel de freira? Porque sentia no meu interior que o papel de freira eu o faria muito bem”.

“Ao chegar a Vigo -sua cidade natal– minhas amigas me diziam: ´fui a esta loja e te vi em um catálogo´; ´te vi em um anúncio´. Isso momentaneamente me preenchia porque via admiração, porque reconhecimento… mas a sós com o Senhor não te podes esconder e não era feliz”.

Sua representante, Mirella Melero, confessou ao jornal espanhol que ficou surpreendida pelo “plano B” pelo qual optou Olalla, pois inclusive “tinha um trabalho confirmado” quando tomou a decisão.

“Tinham-lhe dado um papel importante em uma série junto com nomes reconhecidos da interpretação. Estava recolhendo os frutos de um grande trabalho”, disse.

Melero assinalou que “foi uma decisão pessoal e a respeito. Não sou religiosa nem acredito na Igreja Católica, mas Olalla me explicou seus motivos e eu acredito na sua vocação”.

Depois de passar três dias em Fátima (Portugal), onde ocorreu a aparição daVirgem Maria, e voltar para Madri (Espanha), onde trabalhava já por cerca de dez anos, Olalla sentiu que as perguntas davam voltas em sua cabeça.

“O que é o que me dá esta força? O que é o que me dá esta paz?, perguntava-me (…). Deus foi dando a força, as luzes (…) Não conseguia tirar uma freira da minha cabeça. Ria-me. Dizia, Oh Senhor, como pode ser que você esteja me pedindo isso?! E comecei a rir e a chorar. Assim passei todo o caminho em ônibus, de noite”.

Olalla recordou que “fui à Missa, confessei-me, falei com o sacerdote. E quando tentava falar com Jesus não consegui falar com Ele, porque começava a rir”.

“Era tanta a alegria que o único que fazia era rir, porque estava entendendo que era feliz, que o Senhor me pedia isso”.

Olalla nunca tinha pensado que poderia ter vocação religiosa, pois “sonhava com ser atriz. De fato, as coisas iam muito bem para mim (…) Essa alegria e essa felicidade não a dá nem um namorado, nem um ´que bonita você está´, nem um salto alto”.





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