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Seita “Crescendo em Graça” – agora “Rei de Salém” – tem novo “deus” (ou “deusa”)

Autor: José Miguel Arráiz, o 1.03.15 às 4:54 PM
Fonte: http://infocatolica.com/blog/apologeticamundo.php/
Trad.: Carlos Martins Nabeto

Há 6 anos escrevi um artigo sobre a “Crescendo em Graça”. Esta seita peculiar possuía um líder chamado José Luis de Jesus Miranda, que primeiramente afirmava ser a reencarnação de São Paulo e, posteriormente, o próprio Jesus Cristo e o Anticristo ao mesmo tempo. Ele anunciou o Armagedon para 2012, ocasião em que o seu corpo (e os dos seus seguidores) se tornaria glorioso, destruiria o Vaticano e passaria a governar o mundo com cetro de ferro. Além disso, mandava seus seguidores tatuarem a marca da besta (666) nos braços ou na fronte, tal como ele mesmo o havia feito. Apesar de ter afirmado várias vezes que nunca adoeceria nem morreria – ainda que ele mesmo tentasse se matar – morreu de cirrose hepática por abuso do álcool, tal como foi anunciado no blog da Rede Iberoamericana de Estudos das Seitas. Isto gerou tal desconcerto em seus seguidores que um de eles, inclusive, cometeu suicídio.

Depois de tão estrondoso desastre no cumprimento de suas profecias, ao mais puro estilo dos adventistas e testemunhas de Jeová, cheguei a pensar que era uma questão de tempo para que a seita desaparecesse. No entanto, da mesma forma que nos casos anteriores, isto não ocorreu. O que fizeram foi imitar uma outra seita da Coreia do Sul, maior e mais antiga, chamada “A Igreja de Deus – Sociedade Missionária Mundial”, quando morreu seu fundador, Ahn Sahng-Hong, que também afirmava ser Jesus Cristo: em ambos os casos suas respectivas esposas herdaram o império e passaram a afirmar ser a Rainha-Mãe, a Jerusalém do alto, uma Deusa-Mãe.

No caso da seita “Crescendo em Graça”, agora renomeada para “Rei de Salém”, apresentou-se uma nova “dispensação”, na qual a esposa de Miranda, que agora se faz chamar “Cristo Lisbeth” é a nova deusa, a reencarnação do arcanjo Miguel e a mãe Jerusalém. A seita desta vez afirma que aqueles que creram que Miranda não morreria caíram sob um poder enganoso, enviado pelo próprio “deus” José Luis de Jesus Miranda, que caiu em uma “elocubração vinda da sua carne”, e que agora a nova verdade encontra-se com sua mãe-consorte Lisbeth, tal como se observa neste vídeo (em espanhol) hospedado no canal de YouTube da seita:

Desde logo a seita já enfrenta o seu primeiro cisma: Martin Guio, bispo responsável pela sucursal da seita na Colômbia, separou-se, de modo que a nova “deusa” o acusa de ser a “encarnação do diabo“. Ao mesmo tempo, a nova líder ameaça os seus adeptos de que irão para o inferno se não crerem nela, como se observa neste outro vídeo (em espanhol):

O que mais me surpreende é a ingenuidade dos adeptos que, apesar de tudo o que ocorreu, ainda creem em tudo o que lhes diz a seita. Deus os livre da sua cegueira.

A calúnia destrói a obra de Deus e nasce do ódio, adverte o Papa Francisco

Papa Francisco

VATICANO, 15 Abr. 13 / 02:15 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Papa Francisco refletiu em sua homilia desta manhã no Domus Santa Marta sobre a força destruidora da calúnia, a que considerou “pior” do que um pecado porque nasce do ódio e busca destruir a obra de Deus.

O Papa comentou as leituras de hoje e destacou o episódio de São Estevão, o primeiro mártir da Igreja, que foi levado ante o Sinédrio por causa do seu testemunho do Evangelho.

O Pontífice explicou que Estevão foi uma vítima da calúnia. É acusado de “falso testemunho” e não protagoniza uma “luta justa, entre homens de bem” porque seus inimigos escolheram o caminho de uma luta suja, “o caminho da calúnia”.

Adicionou que a calúnia é pior que o pecado – uma expressão direta de Satanás. “Todos somos pecadores, todos cometemos pecados, mas a calúnia é outra coisa. É obvio que também é um pecado, mas é algo mais. A calúnia quer destruir a obra de Deus, e nasce de uma coisa muito ruim: nasce do ódio e o ódio é a obra de Satanás. A calúnia destrói a obra de Deus nas pessoas, em suas almas”.

“Onde há calúnia, está o mesmo Satanás”, adicionou.

Fazendo referência ao relato bíblico, o Papa recordou que Estevão não mentiu para salvar-se. “Ele olhou para o Senhor e obedeceu a lei” e considerou isto que é o que ocorre com a história da Igreja porque desde o primeiro mártir até hoje, há numerosos exemplos de valentes testemunhas do Evangelho.

“Mas o tempo dos mártires não terminou, até hoje podemos dizer com verdade, que a Igreja tem agora mais mártires que nos primeiros séculos. A Igreja tem muitos homens e mulheres que são caluniados, que são perseguidos, que são assassinados por ódio a Jesus, por ódio à fé: alguns são assassinados porque ensinam o catecismo, outros são assassinados por carregar a cruz. Hoje, em muitos países, são difamados, são perseguidos. São nossos irmãos e irmãs que sofrem hoje neste tempo de mártires”, afirmou.

Para o Papa, esta é um “tempo de grande confusão espiritual” e evocou um antigo ícone russo que apresenta à Virgem Maria cobrindo o povo de Deus com seu manto.

“Peçamos a Nossa Senhora que nos proteja, e em tempos de turbulência espiritual o lugar mais seguro é debaixo do manto de Nossa Senhora. Ela é a mãe que cuida da Igreja, E neste tempo de mártires, ela é a protagonista, a protagonista da proteção. Ela é a Mãe (…) Digamos com fé: Mãe, a Igreja está sob sua proteção. Cuida da Igreja”.

Sociedade atual é mais pecadora que anteriores, afirma exorcista

Padre José Antonio Fortea

MADRI, 07 Dez. 12 / 10:47 am (ACI/EWTN Noticias).- O Pe. Antonio Fortea, exorcista espanhol e autor de livros como a Summa Daemoniaca, advertiu que estamos vivendo “o crepúsculo da sociedade cristã” e o raiar de uma mais maligna e mais afastada de Deus, pois os homens de hoje são mais pecadores que no passado.

“Os Santos que nos advertiram do pecado na Idade Média, nos séculos posteriores, no século XIX, teriam ficado desolados ante o panorama atual. Sempre houve pecado, mas nem sempre houve a mesma quantidade de pecado”, expressou o sacerdote em declarações ao grupo ACI.

Pe. Fortea assinalou que isto é a consequência de ter deixado Deus de lado e deixar-se convencer “que a vida sob a Igreja nos séculos passados, foram pouco pior que um inferno”.

“A vida nos séculos passados não foi idília, pelo menos não sempre. Mas agora somos iguais aos nossos antepassados, mas sem Deus. Temos as mesmas debilidades, mas agora carecemos da ajuda dos sacramentos, das predicações, da fé. Vemos o resultado disto diariamente”, indicou.

“A Mãe de Jesus mostoru a uns pobres pastorinhos uma visão do inferno, isso aconteceu na Fátima.
A pastorinha mais velha manifestou que só puderam resistir essa visão, porque a Virgem lhes disse que eles não iriam para lá”, recordou.

O Pe. Fortea advertiu que esta visão “não foi para essas crianças bondosas”, mas para o século XX. Entretanto, cem anos depois destas visões “os males se acrescentaram, multiplicaram e intensificaram. Quantas novas perversões germinaram na Cidade dos Homens”.

O exorcista advertiu que “se os homens não mudarem nem sequer ao ver o inferno, compreendendo-o, sendo capazes de espionar o que se sente lá, então não resta mais solução que uma purificação decretada do alto. Não é isto acaso a mensagem da Fátima? Não é isto acaso a mensagem da Palavra de Deus?”.

O Pe. Fortea disse que embora tenha escrito seu livro Summa Demoniaca pensando nos exorcistas, este tem sido lido por religiosos, leigos e fiéis de outras confissões, “provavelmente já (alcançou) mais de cem mil pessoas em todo o planeta”.

“Não estava nos meus planos, mas nos de Deus. Que assim seja. Que os filhos de Deus possam inundar seus intelectos no fogo do temor a Deus durante sua leitura, para que assim evitem ser lançados lá com sua alma depois da morte. Melhor conhecer esse ódio a Deus só com o intelecto, para que nossa vontade se refugie correndo no amor a Deus”, expressou.

Abortista que atacou pró-vida nos EUA também estuprou três mulheres

Everett Stadig, ativista pró-vida em recuperação hospitalar. DENVER, 23 Nov. 12 / 02:09 pm (ACI).- A polícia de Denver descobriu que um sujeito que apoia o aborto e que agrediu a um idoso que recolhia assinaturas a favor da vida, também tinha sido o autor do estupro de três mulheres cujos casos ainda não tinham sido resolvidos.

Em 1 de julho, Everett Stadig, de 69 anos de idade, estava em um supermercado de Denver compilando assinaturas para uma iniciativa pró-vida quando foi objeto de uma agressão por parte de um abortista.

Aquela tarde um homem que estava no seu carro passou na frente de Everett, que estava em bicicleta, desceu e lhe repreendeu dizendo: “Eu sou pró-aborto e você não tem o direito de estar aqui!”. Logo o empurrou e o jogou no chão. Como consequência o idoso sofreu vários ferimentos e fraturou o quadril.

O agressor foi embora, mas uma testemunha anotou o número da placa do automóvel e, quando a polícia chegou, entregou-lhe o número, mas os agentes não indicaram na ocorrência que tinha ocorrido uma agressão. Escreveram somente que Everett caiu.

“Não queria confrontá-lo”, disse Everett Stadig ao grupo ACI em 21 de novembro, um senhor de idade e ativista pró-vida que se descreve como “parecido ao presidente Lincoln” e que está acostumado a protestar contra o aborto.

A investigação policial iniciou somente quando os advogados de Everett apresentaram uma demanda contra o agressor. Assim, chegaram até o proprietário do veículo, William Costello, de 47 anos de idade a quem prenderam por agressão. Seguindo um procedimento habitual, lhe tomaram uma amostra de DNA.

Dessa forma, descobriu-se que Costello estava envolvido no estupro de uma menor de 13 anos ocorrido em março de 2008, de uma jovem de 22 anos em agosto de 2010 e de uma mulher de 49 anos em setembro de 2011.

“Se o Sr. Costello não tivesse sido preso no supermercado em julho, não teríamos novas pistas e não seria descoberto o caso destes três abusos não resolvidos”, indicou ao grupo ACI Lynn Kimbrough, do escritório do Fiscal de Estado de Denver no dia 21 de novembro.

Costello enfrenta agora acusação por dois sequestros, por estupro contra uma menor, três acusações por abuso sexual e duas por ter se disfarçado de policial.

“Louvado seja o Senhor pelo que aconteceu, pois agora as vítimas também serão compensadas e não somente eu”, disse Stadig.

Quando o estuprador abusou da pequena de 13 anos no seu automóvel, havia também um menino de dois anos de idade como testemunha do crime.

Famoso exorcista Pe. Fortea: Sacerdotes devem vestir-se como tal

Pe. José Antonio Fortea REDAÇÃO CENTRAL, 12 Jun. 12 / 02:30 pm (ACI/EWTN Noticias)

O famoso sacerdote exorcista espanhol José Antonio Fortea remarcou a importância de que os sacerdotes vistam a batina, como um sinal de consagração a Deus e de serviço aos fiéis.

Numa entrevista concedida ao grupo ACI, durante sua visita ao Peru, onde participou da solenidade de Corpus Christi na cidade de Trujillo, na costa norte do país, o Pe. Fortea indicou que “os clérigos devem vestir-se da mesma forma que os sacerdotes mais exemplares se vestem nessas terras, porque ir identificado é um serviço”.

Depois de destacar que é obrigação da Conferência Episcopal de cada país determinar qual é o melhor sinal sacerdotal, o Pe. Fortea indicou que “a minha recomendação a respeito deste tema é que o sacerdote se identifique como tal”.

Em efeito, o Código de Direito Canônico, no artigo 284 indica que “os clérigos têm que vestir um traje eclesiástico digno, segundo as normas dadas pela Conferência Episcopal e segundo os costumes legítimos do lugar”.

Por outra parte, a Congregação para o Clero, no seu “Diretório para o ministério e a vida dos presbíteros”, expressou “que o clérigo não use o traje eclesiástico pode manifestar um escasso sentido da própria identidade de pastor, inteiramente dedicado ao serviço da Igreja“.

“Numa sociedade secularizada e tendencialmente materialista, onde tendem a desaparecer inclusive os sinais externos das realidades sagradas e sobrenaturais, sente-se particularmente a necessidade de que o presbítero, homem de Deus, dispensador de Seus mistérios, seja reconhecível aos olhos da comunidade, também pela roupa que leva, como sinal inequívoco da sua dedicação e da identidade de quem desempenha um ministério público”, assinala o documento vaticano.

O Pe. Fortea destacou que “não vamos identificados porque gostamos. Pode ser que gostemos ou não. Vamos (identificados) porque é um serviço para os fiéis, é um sinal de consagração, ajuda a nós mesmos”.

O presbítero reconheceu a dificuldade de que a um sacerdote a quem desde o seminário não lhe ensinou sobre o valor do hábito de usar a batina, mude depois, entretanto precisou que nos últimos isto anos “foi mudando para melhor”.

“É fácil mantê-lo (o hábito), é difícil começá-lo. Mas o sacerdote deve ir identificado”, assinalou.

Ao ser consultado se o costume de não usar a batina guarda alguma relação com a Teologia Marxista da Libertação, o Pe. Fortea assinalou que “agora as coisas já mudaram”.

“Foi nos anos 70, 80, onde todos estes sacerdotes se viam a si mesmos mais como pessoas que ajudavam à justiça social. Ali não tinha sentido o hábito sacerdotal, o hábito sacerdotal tem sentido como sinal de consagração”.

Para o famoso exorcista, “agora já passou isso, mas ficou o costume de não vestir-se como tal e claro, é difícil, eu entendo que é difícil. Mas estas coisas estão mudando pouco a pouco”.

Trecho do Livro Ortodoxia – G. K. Chesterton

Fonte: Ágora

De certo, esta é uma das obras mais intrigantes e provocativas de Chesterton, leitura obrigatória a todo Cristão que interessa-se em adentrar, através da Filosofia, a indelével mística Cristã, que fez-se diferente não por pregar a contingência, a moralidade, a concepção de um Deus uno e trino, mas por fundar o Cristianismo… Esta dura verdade, tão útil e necessária. Tão atual e profunda, que move milhares, pelo caminho estreito, chamado Jesus.

“Uma eloqüente apologia do cristianismo contra as filosofias e doutrinas do início do século XX.”
O Globo

Aqui deixo um breve deleite, proporcionado por seu eloquente discurso e pela bela produção visual deste vídeo. A tradução do mesmo foi feita pelo web site Chesterton Brasil.

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