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Gravados secretamente, abortistas falam o que escondem do público

Fonte: Contra o Aborto

O vídeo acima foi gravado pelo Center for Medical Progress (CMP), uma entidade norte-americana dedicada a monitorar questões que envolvam a ética médica. Membros do CMP conseguiram acesso a uma reunião secreta anual que é promovida pelo NAF (National Abortion Federation). Utilizando câmeras escondidas, foram gravados vários depoimentos de lideranças do movimento abortista e também de médicos e representantes de empresas que se dedicam a esta hedionda prática.

Não é de forma alguma novidade o que acontece por debaixo dos panos na indústria do aborto e o próprio CMP já divulgou inúmeros vídeos mostrando abortistas friamente comercializando partes de corpos de bebês abortados. A diferença desta vez é que os abortistas, mais do que simplesmente falar com potenciais clientes (que foi o disfarce utilizado pelo CMP em suas primeiras denúncias), agora estavam em um ambiente que julgavam ser freqüentado apenas por seus pares.

A reunião secreta, que ocorre sempre no mês de abril, junta a nata do abortismo dos EUA. Metade dos membros e lideranças do NAF são de pessoas ligadas à Planned Parenthood, que é a maior rede de clínicas de aborto dos EUA. Entre as empresas presentes, está a StemExpress, que esteve envolvida, juntamente com a Planned Parenthood no escândalo de comercialização de partes de corpos de bebês abortados.

Mas não é apenas a ganância que tira seus lucros através da eliminação de vidas humanas que sobressai na reunião. Há coisas que fariam torturadores de regimes totalitários corar de vergonha. Por exemplo, em dado momento no vídeo, a dra. Uta Landy, que é fundadora do Consórcio de Provedores de Aborto, relata um procedimento em que o globo ocular de um bebê abortado acabou caindo em seu colo. Ela diz “(…) e isto é nojento!”, e a platéia começa a rir do fato.

Na mesma conferência, a dra. Lisa Harris, diretora médica da Planned Parenthood de Michigan, diz que suas histórias — ela falava para uma platéia de profissionais da área médica — não têm lugar no discurso e na retórica “pró-escolha”. Isto se deve porque o que eles falam ali não é de forma alguma para chegar aos ouvidos do público em geral. É exatamente esta profunda perversão, esta ganância, este completo descaso com a vida humana frágil e inocente, que é a principal característica da indústria do aborto, que eles mais querem manter longe dos olhos da população.

Para exemplificar os “problemas” que eles, profissionais do aborto, enfrentam, a dra. Harris fala logo em seguida: “As cabeças ficam presas, nós não conseguimos removê-las”. E vários dos presentes riem.

Em outro trecho do vídeo, a mesma dra. Harris, resume bem sobre de que se trata o trabalho da indústria do aborto. Ao falar sobre a motivação que ela tem para fazer seu trabalho, ela admite tudo o que os pró-vida sempre disseram da indústria do aborto:

“Vamos admitir que é violência, que se trata de uma pessoa, que é assassinato. Admitamos isto.”

É exatamente isto. E é isto que eles mais querem manter longe dos olhos e dos ouvidos do público. É violência, é assassinato, é negar o direito à existência de um ser humano já concebido. Toda a retórica abortista é pensada para esconder estas verdades que eles mesmos reconhecem quando estão a portas fechadas e pensam que estão falando apenas entre seus semelhantes.

Todo aquele papo de “não sabemos quando inicia a vida humana” — o que é uma grande mentira –, toda aquela história de dizer que tudo o que desejam é ajudar mulheres humildes, tudo isto e muito mais é apenas uma fachada, como sempre foi denunciado pelo movimento pró-vida. A verdade nua e crua é que a indústria do aborto é uma indústria da morte, uma indústria composta de gente que é capaz de gargalhar quando o globo ocular de um bebê abortado cai no colo de quem havia acabado de assassiná-lo. É uma gente que é capaz de aplaudir ao ver o vídeo de um aborto por sucção.

O vídeo é apenas uma pequena mostra do que o CMP conseguiu gravar no encontro. Provavelmente nos próximos dias outras gravações serão divulgadas ao público. Nada disto será bonito de ver, mas talvez seja esta a única maneira possível para muitos acordarem e finalmente entenderem o que realmente é o aborto.





“Católicos atacam abortistas e ativistas LGBT na Argentina”.

Fonte: O povo online

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Imagine qual seria  a reação de organismos ligados aos direitos humanos internacionais  diante da notícia de ataque de católicos a grupos  abortistas ou militantes LGBT com insultos, pichações e depredação de algum bem material.  Imagine ainda um católico pichando a roupa de um homossexual ou introduzindo papel  em sua boca para que este se calasse. A notícia, certamente, seria veiculada nos grandes veículos de massa e se geraria uma comoção internacional.

Mas quando o contrário acontece, nada é dito. E foi justamente o que ocorreu na Argentina, na Catedral de Posadas. Um grupo de militantes pró-aborto e militantes de grupos homossexuais insultaram, chacotearam e picharam  jovens católicos  que fizeram um cordão de isolamento para proteger a Igreja.

Em um momento de fúria, os vândalos queimaram uma fotografia de Papa Francisco, figura cara aos argentinos. As imagens são chocantes, mas não comoveram os meios de comunicação ou as agências internacionais, mostrando claramente que são favoráveis à intolerância religiosa, pelo menos quando o alvo são os católicos.

Enquanto o grupo rezava, sem esboçar o mínimo  de reação física, os vândalos picharam as paredes da Igreja e as roupas das pessoas. Diziam insultos, palavras de ordem a favor da morte de crianças no ventre das mães, palavrões e dizeres  a favor da união de pares do mesmo sexo. Como possessos se debatiam, tiravam peças de roupas, insinuavam sexo oral e escarneciam de quem defende a vida.

Veja as imagens:

Repare o que uma pró-aborto faz com um jovem católico na marcação 12min39seg

É simplesmente revoltante ver pessoas que defendam a tolerância comportando-se como cães ferozes, contra pessoas que nem requer reagem fisicamente aos insultos desproporcionais.

Onde estão os defensores dos direitos humanos internacionais para condenar tal cretinice?  Como é possível dialogar com pró-abortistas e defensores da causa gay que agem com vandalismo?

Mais imagens:

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