PL122 – Lei da mordaça gay

Fonte: Christo Nihil Praeponere

Padre Paulo Ricardo nos fala dos perigos, absurdos e abusos da PL122, mais conhecida como a “lei da mordaça gay” e da tentativa de criminalização da Palavra de Deus por parte dos movimentos gayzistas.




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  1. Super interessante, sobretudo ao que nos toca, como Igreja Católica. A parte final foi, mais que um sincero desabafo, uma aula de requalificação moral e doutrinal, para nós e os "nossos" mais velhos. Gostei…que a graça Divina nos guie e acompanhe, para todo o sempre. Dominus vobiscum.

  2. Thiago

    “São dignas de admiração a particular solicitude e a boa vontade demonstrada por muitos sacerdotes e religiosos, no atendimento pastoral às pessoas homossexuais; esta Congregação [da Doutrina da Fé] espera que tal solicitude e boa vontade não diminuam”.

    Cardeal Joseph Ratzinger, no documento Carta aos bispos da Igreja Católica sobre o atendimento pastoral de pessoas homossexuais (Roma, 1986, número13).

    “O Cristianismo não é um conjunto de proibições, mas uma opção positiva. E é muito importante que evidenciemos isso novamente, porque essa consciência, hoje, desapareceu quase que completamente”.

    Papa Bento 16, em entrevista à televisão alemã (13/8/2006).
    “Nisto reconhecerão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns pelos outros”.

    Evangelho de João (13,35)

    “Todo aquele que ama nasceu de Deus e conhece a Deus. Aquele que não ama não conheceu a Deus, porque Deus é Amor”

    1 João 4,7-8

    A consciência é a intimidade secreta, o sacrário da pessoa, em que se encontra a sós com Deus e onde lhe ouve intimamente a voz. Na consciência revela-se, de modo admirável, a lei que consiste em amar a Deus e ao próximo.

    A fidelidade à própria consciência é o laço mais profundo que une todos os seres humanos entre si, inclusive os cristãos, na busca da verdade e de um solução autêntica para os problemas morais que surgem na vida de cada um e na relação de uns com os outros, na sociedade…

    Ninguém seja levado a agir contra a consciência nem impedido de agir de acordo com ela”.

    Documentos do Concílio Vaticano II (1965): constituição pastoral Gaudim et Spes (número 16) e declaração Dignitatis Humanae (número 2).

    Para uma outra reflexão.Para além do Padre Ricardo.

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