Ele é único, este Cordeiro que morreu por todos, que vela por todo o rebanho dos homens por seu Deus e seu Pai, um só para todos, a fim de a todos submeter a Deus, um só para todos, a fim de a todos ganhar (cf Rom 5,18), a fim de que todos «não vivam mais para si mesmos, mas para Aquele que por eles morreu e ressuscitou» (2Cor 5,15). Com efeito, quando estávamos mergulhados em numerosos pecados e consequentemente sujeitos à morte e a uma natureza perecível, o Pai deu o seu Filho como nossa redenção, só Ele por todos, porque tudo está nele e Ele é melhor que todos. «Ele morreu por todos» (ibid.), para que vivamos nele.

Com efeito, assim como a morte apanhou o Cordeiro imolado por todos, assim também nos soltou a todos nele e com Ele. Porque todos nós estávamos em Cristo, que morreu e ressuscitou por causa de nós e por nós; na verdade, abolido o pecado, não era possível que a morte, que tem origem no pecado, não fosse abolida com ele. Morta a raiz, o fruto não podia ser conservado. Morto o pecado, deixámos de ter razão para morrer. É por isso que podemos dizer com alegria a propósito da condenação à morte do Cordeiro de Deus: «Onde está, ó morte, a tua vitória?» (1Cor 15,55)





Livros Recomendados

No Coração da IgrejaA Intercessão e o Culto dos SantosAprender a Rezar para Aprender a Amar

Apoia-se: Seja um apoiador da Bíblia Católica Online.

Comentários no Facebook:

comments