Este paralítico tinha fé em Jesus Cristo. Prova disso é a maneira como foi apresentado a Cristo: desceram-no pelo teto da casa. […] Sabeis que os doentes estão num abatimento tão grande e de tão mau humor, que frequentemente os bons cuidados que lhes são prestados os entristecem. […] Mas este paralítico está contente por ser retirado do seu quarto e por ser visto publicamente, atravessando com a sua miséria as praças e as ruas. […]

Este paralítico não sofre de amor-próprio. A multidão cerca a casa onde está o Salvador, todas as passagens estão fechadas, a entrada pejada. Pouco importa! Será introduzido pelo teto e está contente: quão hábil é o amor, quão engenhosa a caridade! «Quem procura encontra; e ao que bate hão de abrir» (Mt 7,8) Este paciente não perguntará aos amigos que o transportam: «O que estão a fazer? Para quê tanta perturbação? Para quê tal ardor? Esperem que a casa fique vazia e que partam todos. Então poderemos apresentar-nos a Jesus, quando Ele estiver quase só…» Não, o paralítico não pensa nada disto; é uma glória para ele haver um grande número de testemunhas da sua cura.


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