«Rejubila, ó cheia de graça, o Senhor é contigo» (Lc 1,28). E nada há maior que esse júbilo, ó Virgem e Mãe! Nada há acima dessa graça. […] Verdadeiramente «bendita és tu entre todas as mulheres» (Lc 1,42), porque transformaste em bênção a maldição de Eva, e porque Adão, que até então fora maldito, obteve de ti a bem-aventurança.

Verdadeiramente «bendita és tu entre todas as mulheres» porque, graças a ti, se derramou sobre os homens a bênção do Pai, que os libertou da antiga maldição. Verdadeiramente «bendita és tu entre todas as mulheres» porque, graças a ti, foram salvos os teus antepassados, pois tu geraste o Salvador que lhes obteria a redenção.

Verdadeiramente «bendita és tu entre todas as mulheres» porque, sem teres recebido semente, em ti trouxeste o fruto que doa a toda a terra a bem-aventurança, e a resgata da maldição donde nascem os espinhos. Verdadeiramente «bendita és tu entre todas as mulheres» porque, sendo por natureza mulher, na realidade te tornaste Mãe de Deus, uma vez que, sendo Aquele que geraste, na verdade, Deus feito carne, a mui justo título és chamada Mãe de Deus, porque é Deus Aquele que verdadeiramente deste à luz.


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