«Alegra-te, ó estéril, que não tiveste filhos, solta brados de alegria e de júbilo, tu que não sentistes as dores da maternidade. Porque são mais numerosos os filhos da abandonada do que os filhos da esposa», diz o Senhor.
Alarga o espaço da tua tenda, sem olhar a despesas, estende sem medo as cortinas das tuas moradas; alonga as cordas, reforça as estacas,
porque vais expandir-te para a direita e para a esquerda: a tua descendência conquistará as nações e povoará as cidades abandonadas.
Não temas, porque não serás confundida, não te envergonhes, porque não serás humilhada. Esquecerás a vergonha da tua juventude e não mais recordarás o opróbrio da tua viuvez.
O teu Criador, Jerusalém, será o teu Esposo e o seu nome é ‘Senhor do Universo’. O teu Redentor será o Santo de Israel, que se chama ‘Deus de toda a terra’.
Como à mulher abandonada e de alma aflita, o Senhor volta a chamar-te: ‘A esposa da juventude poderá ser repudiada?’— diz o teu Deus.
Por um momento abandonei-te, mas no meu grande amor volto a chamar-te.
Num acesso de ira, escondi de ti a minha face, mas na minha misericórdia eterna tive compaixão de ti, — diz o Senhor, teu Redentor.
Comigo sucede como no tempo de Noé, quando jurei que as águas do dilúvio não mais invadiriam a terra. Assim Eu juro não tornar a irritar-Me contra ti, não voltar a ameaçar-te.
Ainda que sejam abaladas as montanhas e vacilem as colinas, a minha misericórdia não te abandonará, a minha aliança de paz não vacilará», — diz o Senhor, compadecido de ti.




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