Para viverdes uma vida de homens apostólicos, precisais de uma grande abnegação. […] O que é preciso é conservar a paz e a alegria na alma, no meio de privações contínuas e fortemente sentidas, não só as corporais, que são bastante fáceis de suportar, mas as espirituais ou morais. Estas são bem mais penosas, entristecem, perturbam, desencorajam uma alma fraca e entregue a si mesma; mas dão coragem, serenidade e vigor renovado a uma alma forte, através de uma sólida abnegação e de uma ligação perfeita a Deus. […]

Se conhecêsseis o valor da paciência no conjunto das virtudes apostólicas, aplicar-vos-íeis com todas as forças da vossa alma a obtê-la. Se souberdes esperar com paciência, estai certos do sucesso, de um sucesso sólido e estável. […] As ervas que crescem depressa desenvolvem-se pouco e são rapidamente destruídas. As árvores, cujo crescimento é lento, tornam-se grandes e poderosas e duram séculos. Se alguma vez vos acontecer, numa missão, ter um sucesso rápido e fácil, temei por essa missão; pelo contrário, quando uma misão exige tempo e apresenta dificuldades, podeis augurar-lhe coisas boas, se sentirdes em vós a força e a preseverança de uma santa paciência. […] Se tiverdes paciência, podeis estar certos de adquirir a prudência, que é a sabedoria de Deus na vossa conduta e nos vossos empreendimentos.


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