O pecado foi apagado e foi-nos dada a incorruptibilidade (1Cor 15,53); o precursor manifestou-nos a recuperação da graça ao dizer: «Eis o Cordeiro de Deus, que toma sobre Si os pecados do mundo.» Ele mostrou a ata da anulação aos que tinham contraído pesada dívida. Aquele que tinha saltado de alegria no seio materno proclamou-o hoje, e deu-o a conhecer Aquele que nos apareceu e tudo iluminou.

O Batista proclama o mistério, chamando cordeiro ao pastor, e não apenas cordeiro, mas cordeiro que apaga todos os pecados. «Eis o cordeiro», diz; deixámos de ter necessidade de um bode expiatório (Lv 16,21). Erguei as mãos para Ele, todos vós, reconhecendo os vossos pecados, pois Ele veio para tirar, juntamente com os do povo, os pecados de todo o mundo. Do alto do Céu, o Pai enviou-nos a todos este dom: Aquele que apareceu e que tudo iluminou. […]

Ele dissipou a noite funesta; graças a Ele, tudo é claridade. Resplandeceu sobre o mundo a luz que não conhece declínio, Jesus, nosso Salvador. Na abundância, a terra de Zabulão imita o paraíso, pois é regada por uma corrente de delícias, e por ela corre uma torrente de águas sempre vivas. […] Na Galileia, contemplamos hoje a fonte de água viva, Aquele que apareceu e tudo iluminou (cf. Mt 4,15-16; Sl 35,9-10).




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