Ninguém pode comprometer-se no apostolado direto se não for alma de oração. Tenhamos consciência de sermos um com Cristo, como Ele tinha consciência de ser um com seu Pai; a nossa atividade só será verdadeiramente apostólica na medida em que O deixarmos trabalhar em nós e através de nós, com o seu poder, o seu desejo e o seu amor. Devemos chegar à santidade, não para nos sentirmos em estado de santidade, mas para que Cristo possa viver plenamente em nós. Somos chamadas a tornar-nos plenamente amor, fé e pureza para os pobres que servimos. Quando tivermos aprendido a procurar a Deus e a sua vontade, as nossas relações com os pobres tornar-se-ão um caminho de santificação para nós e para os outros.

Amai a oração: ao longo do dia, experimentai frequentemente a necessidade de rezar e adquiri o hábito de rezar. A oração dilata o coração até à capacidade desse dom que Deus nos faz de Si mesmo. Pedi e procurai (Lc 11,9), e o vosso coração alargar-se-á até poderdes acolhê-Lo e guardá-Lo em vós.




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