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Irmãos: Nós trazemos em vasos de barro o tesouro do nosso ministério, para que se reconheça que um poder tão sublime vem de Deus e não de nós.

Em tudo somos oprimidos, mas não esmagados; andamos perplexos, mas não desesperados;
perseguidos, mas não abandonados; abatidos, mas não aniquilados.

Levamos sempre e em toda a parte no nosso corpo os sofrimentos da morte de Jesus, a fim de que se manifeste também no nosso corpo a vida de Jesus.

Porque, estando ainda vivos, somos constantemente entregues à morte por causa de Jesus, para que se manifeste também na nossa carne mortal a vida de Jesus.

E assim, a morte atua em nós e a vida em vós.
Diz a Escritura: «Acreditei; por isso falei». Com este mesmo espírito de fé, também nós acreditamos, e por isso falamos, sabendo que
Aquele que ressuscitou o Senhor Jesus também nos há de ressuscitar com Jesus e nos levará convosco para junto d’Ele.

Tudo isto é por vossa causa, para que uma graça mais abundante multiplique as ações de graças de um maior número de cristãos para glória de Deus.



Quando o Senhor fez regressar os cativos de Sião,
parecia-nos viver um sonho.
Da nossa boca brotavam expressões de alegria
e de nossos lábios cânticos de júbilo.
Diziam então os pagãos:
«O Senhor fez por eles grandes coisas».

Da nossa boca brotavam expressões de alegria
e de nossos lábios cânticos de júbilo.
Diziam então os pagãos:
«O Senhor fez por eles grandes coisas».

Da nossa boca brotavam expressões de alegria
e de nossos lábios cânticos de júbilo.
Diziam então os pagãos:
«O Senhor fez por eles grandes coisas».
Sim, grandes coisas fez por nós o Senhor,
estamos exultantes de alegria.
Fazei regressar, Senhor, os nossos cativos,
como as torrentes do deserto.
Os que semeiam em lágrimas
recolhem com alegria.
À ida, vão a chorar,
levando as sementes;
à volta, vêm a cantar,
trazendo os molhos de espigas.



Naquele tempo, a mãe dos filhos de Zebedeu aproximou-se de Jesus com os filhos e prostrou-se para Lhe fazer um pedido.

Jesus perguntou-lhe: «Que queres?». Ela disse-Lhe: «Ordena que estes meus dois filhos se sentem no teu reino um à tua direita e outro à tua esquerda».

Jesus respondeu: «Não sabeis o que estais a pedir. Podeis beber o cálice que Eu hei-de beber?». Eles disseram: «Podemos».

Então Jesus declarou-lhes: «Bebereis do meu cálice. Mas sentar-se à minha direita e à minha esquerda não pertence a Mim concedê-lo; é para aqueles a quem meu Pai o designou».

Os outros dez, que tinham escutado, indignaram-se com os dois irmãos.

Mas Jesus chamou-os e disse-lhes: «Sabeis que os chefes das nações exercem domínio sobre elas e os grandes fazem sentir sobre elas o seu poder.

Não deve ser assim entre vós. Quem entre vós quiser tornar-se grande seja vosso servo
e quem entre vós quiser ser o primeiro seja vosso escravo.

Será como o filho do homem, que não veio para ser servido, mas para servir e dar a vida pela redenção dos homens».



Se a doutrina da salvação iluminou subitamente a Terra inteira qual raio de sol, foi certamente graças à força e à ajuda do Céu. Com efeito, de acordo com a Sagrada Escritura, a voz dos evangelistas e dos apóstolos ressoou por toda a Terra «e a sua palavra até aos confins do mundo» [Sl 19,5]. E em cada cidade, em cada burgo, qual eira cheia de trigo, constituíram-se em massa Igrejas fortes e repletas de fiéis. […]

Mas, no reinado do imperador Cláudio, «o rei Herodes maltratou alguns membros da Igreja. Mandou matar à espada Tiago, irmão de João» (At 12,1-2). Clemente [de Alexandria] faz de Tiago uma narrativa digna de memória, de acordo com a tradição dos seus predecessores: aquele que o levou ao tribunal ficou emocionado ao ver o testemunho que dava e confessou que também ele era cristão. Segundo Clemente, foram ambos conduzidos ao suplício e, pelo caminho, ele pediu a Tiago que lhe perdoasse. Tiago refletiu um instante e abraçou-o, dizendo: «Que a paz esteja contigo!» E foram os dois decapitados ao mesmo tempo.

Então, diz a Sagrada Escritura, vendo que a iniciativa de matar Tiago tinha agradado a alguns, Herodes lançou Pedro no cárcere, e foi por pouco que este não morreu também. Mas, graças a uma manifestação divina, um anjo apresentou-se ao Apóstolo durante a noite e soltou-o milagrosamente das cadeias, libertando-o para o ministério de pregação (At 12,4-17).



“O passado não conta mais para o Senhor. O que conta é o presente e estar atento e pronto para reparar o que foi feito.” São Padre Pio de Pietrelcina