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Encontrados 297 registros para: matar



David pensou: «Mais dia menos dia, Saul vai acabar por me matar. Não tenho outra saída, a não ser refugiar-me na terra dos filisteus. Saul desistirá de me perseguir por todo o Israel, e eu estarei seguro». (I Samuel 27,1)

  

aprisionando as mulheres, crianças e adultos que lá se encontravam; não mataram ninguém, mas levaram-nos todos como cativos para a sua terra. (I Samuel 30,2)

  

David disse-lhe: «És capaz de me conduzir até essa gente?» O egípcio respondeu: «Jura-me por Deus que não me matarás, nem me entregarás nas mãos do meu senhor, e eu conduzir-te-ei até essa gente». (I Samuel 30,15)

  

Os filisteus perseguiram Saul e seus filhos. Mataram Jónatas, Abinadab e Melquisua, filhos de Saul. (I Samuel 31,2)

  

David perguntou-lhe: «E como é que te atreveste a levantar a mão para matar o ungido de Javé?» (II Samuel 1,14)

  

Joab e seu irmão Absaí tinham assassinado Abner porque ele matara seu irmão Asael no combate de Gabaon. (II Samuel 3,30)

  

Levaram a cabeça de Isbaal a David em Hebron, e disseram ao rei: «Aqui está a cabeça de Isbaal, filho de Saul, o inimigo te que queria matar. Javé trouxe hoje ao senhor meu rei uma vingança contra Saul e a sua descendência». (II Samuel 4,8)

  

E David disse a Abisaí e a todos os seus ministros: «Vede: o meu filho, que saiu das minhas entranhas, quer matar-me! Com muito mais razão esse benjaminita. Deixai que ele me amaldiçoe, pois foi Javé quem o mandou. (II Samuel 16,11)

  

Eu chegarei lá quando ele estiver cansado e vulnerável. Então aterrorizá-lo-ei, e todo o povo que está com ele fugirá. Vou matar o rei quando ele estiver sozinho. (II Samuel 17,2)

  

Logo depois, chegaram dez jovens, escudeiros de Joab, que cercaram Absalão e o golpearam até o matarem. (II Samuel 18,15)

  

Havia um grande guerreiro, um dos descendentes de Rafa, que usava uma lança de bronze de três quilos e uma espada nova, dizendo que ia matar David. (II Samuel 21,16)

  

E informaram Salomão: «Adonias ficou com medo de ti e está agarrado às pontas do altar, suplicando: "Que o rei Salomão me jure hoje que não mandará matar o seu servo ao fio da espada"». (I Reis 1,51)