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Ninguém jamais viu a Deus. Se nos amamos uns aos outros, Deus está connosco, e o seu amor realiza-se completamente entre nós. (I São João 4,12)

  

Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às Igrejas. Ao vencedor darei um prémio: o maná escondido. Darei também uma pedrinha branca a cada um. Nela está escrito um nome novo que ninguém conhece; só quem a recebe». (Apocalipse 2,17)

  

«Escreve ao Anjo da Igreja de Filadélfia. Assim diz o Santo, o Verdadeiro, Aquele que tem a chave de David, Aquele que abre e ninguém fecha, Aquele que fecha e ninguém mais abre: (Apocalipse 3,7)

  

Conheço a tua conduta; coloquei à tua frente uma porta aberta, que ninguém mais poderá fechar. Pois tens pouca força, mas guardaste a minha Palavra e não renegaste o meu Nome. (Apocalipse 3,8)

  

Eu venho em breve! Segura firmemente o que tens para que ninguém tome a tua coroa. (Apocalipse 3,11)

  

Ninguém, nem no Céu, nem na Terra, nem no mundo dos mortos, era capaz de abrir o livro ou de ler o que nele estava escrito. (Apocalipse 5,3)

  

Eu chorava muito, porque ninguém foi considerado capaz de abrir ou de ler o livro. (Apocalipse 5,4)

  

Depois disto vi uma grande multidão, que ninguém podia contar: gente de todas as nações, tribos, povos e línguas. Estavam todos de pé diante do trono e diante do Cordeiro. Vestiam vestes brancas e traziam palmas na mão. (Apocalipse 7,9)

  

E ninguém pode comprar nem vender se não tiver a marca, o nome da Besta ou o número do seu nome. (Apocalipse 13,17)

  

Estavam diante do trono, dos quatro Seres vivos e dos Anciãos e cantavam um cântico novo. Era um cântico que ninguém podia aprender; só os cento e quarenta e quatro mil marcados que foram resgatados da Terra. (Apocalipse 14,3)

  

O Templo encheu-se de fumo, por causa da glória e do poder de Deus. Ninguém podia entrar no Templo, enquanto não estivessem consumadas as sete pragas dos sete Anjos. (Apocalipse 15,8)

  

Os mercadores de toda a Terra também choram e ficam de luto por causa da ruína de Babilónia, porque ninguém mais vai comprar as suas mercadorias: (Apocalipse 18,11)