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Cada um dos quatro Seres vivos tinha seis asas, cobertas de olhos ao redor e por dentro. Dia e noite, sem parar, proclamavam: “Santo! Santo! Santo! Senhor Deus Todo-poderoso, aquele ‘que é, que era e que vem’!” (Apocalipse 4,8) |
E cada vez que os Seres vivos faziam isto, os vinte e quatro anciãos se prostravam diante daquele que estava sentado no trono, para adorar o que vive para todo o sempre. Depunham suas coroas diante do trono de Deus e diziam: (Apocalipse 4,10) |
Então, cada um deles recebeu uma veste branca e foi-lhes dito que esperassem mais um pouco de tempo, até se completar o número dos seus companheiros e irmãos, que iriam ser mortos como eles. (Apocalipse 6,11) |
e o céu foi-se recolhendo como um pergaminho que se enrola. Todas as montanhas e ilhas foram arrancadas de seus lugares. (Apocalipse 6,14) |
Não lhes foi permitido matá-las, mas sim atormentá-las durante cinco meses. E a dor que causavam era semelhante à dor da picada do escorpião quando morde alguém. (Apocalipse 9,5) |
E os cadáveres das duas testemunhas vão ficar expostos na praça da grande cidade, que se chama, simbolicamente, Sodoma e Egito, e na qual foi crucificado também o Senhor delas. (Apocalipse 11,8) |
Gente de todos os povos, raças, línguas e nações, verá seus cadáveres durante três dias e meio, e não se permitirá que os corpos sejam sepultados. (Apocalipse 11,9) |
O mar devolveu os mortos que nele se encontravam. A Morte e a Morada dos mortos entregaram de volta os seus mortos. E cada um foi julgado conforme sua conduta. (Apocalipse 20,13) |
Estava cercada por uma muralha grande e alta, com doze portas. Sobre as portas estavam doze anjos, e nas portas estavam escritos os nomes das doze tribos de Israel. (Apocalipse 21,12) |
As doze portas são doze pérolas; cada porta é feita de uma única pérola. A praça da cidade é de ouro purificado, como vidro transparente. (Apocalipse 21,21) |
Suas portas não precisam de ser fechadas cada dia, pois já não haverá noite; (Apocalipse 21,25) |
No meio da praça e em ambas as margens do rio cresce a árvore da vida, frutificando doze vezes por ano, produzindo cada mês o seu fruto, e suas folhas servem para curar as nações. (Apocalipse 22,2) |
