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O próprio Mardoqueu passava cada dia à frente do vestíbulo do pavilhão onde se guardavam as moças escolhidas, preocupado com a saúde de Ester e querendo saber o que lhe acontecia. (Ester 2,10) |
No primeiro mês, chamado de Nisã, no décimo segundo ano do reinado de Assuero, lançou-se na urna, diante de Amã, o “Pur”, isto é, a sorte, para se saber em que dia e mês o povo dos judeus devia ser exterminado. E saiu o dia treze do décimo segundo mês, o mês de Adar. (Ester 3,7) |
e logo enviadas, por estafetas, a todas as províncias do reino. Nelas estava a ordem de matar, exterminar e aniquilar todos os judeus, desde os meninos aos anciãos, crianças e mulheres, num só dia, isto é, no dia treze do décimo segundo mês, o mês de Adar, e que seus bens fossem confiscados. Eis a cópia da carta: “O grande rei Artaxerxes aos sátrapas e governadores das cento e vinte e sete províncias que, desde a Índia até a Etiópia, estão sujeitas à sua autoridade. Isto manda o rei: Embora governando muitas nações, e tendo subjugado ao meu império todo o orbe, não quis de modo algum abusar da grandeza do meu poder, mas sempre governar a vida dos meus súbditos agindo com clemência e bondade, sem usar do terror. Mantendo meu reino em segurança e com livre trânsito até as fronteiras, procurei garantir a paz, almejada por todos. Procurando eu saber, de meus conselheiros, de que maneira se alcançaria este objetivo, um deles, que se distingue dos outros pela prudência, boa vontade e inabalável fidelidade, Amã, informou-me que, entre as tribos de toda a terra, está espalhado um povo hostil, o qual, agindo por suas leis contra os costumes de todas as nações, sempre despreza as ordens do rei, impedindo que se mantenha a concórdia das nações, por nós consolidada. Tendo tomado conhecimento disto, vendo que só este povo rebelde segue leis perversas contra toda a raça humana e se opõe aos nossos interesses, comete os priores crimes e impede a paz do reino, mandamos o seguinte: Que todos aqueles que são nomeados na carta de Amã, que preside os negócios do Estado e a quem honramos como a um pai, sejam completamente exterminados com suas mulheres e crianças, pela espada de seus inimigos, no dia quatorze do décimo segundo mês, o mês de Adar, do corrente ano. Que ninguém tenha compaixão deles. Assim, essa gente, já há tempo criminosa, descendo num só dia violentamente à mansão dos mortos, deixará plenamente estável e tranqüila a nossa administração. Quem ocultar essa raça, não terá mais lugar para viver nem entre as pessoas nem entre as aves, e será queimado com fogo santo. E seus bens serão confiscados para o reino! Passai bem”. (Ester 3,13) |
Para todas as províncias foi marcado o dia da vingança, a saber, o dia treze do duodécimo mês, o mês de Adar. Eis a maneira como ele mandou-os servir-se de suas leis em todas as cidades, ser ajudados por elas e dispor dos seus inimigos e adversários como quisessem, no mesmo dia, em todo o reino de Artaxerxes, no dia quatorze do duodécimo mês, o mês de Adar. Este é o teor da carta: “O grande rei Artaxerxes, aos governadores das cento e vinte e sete províncias desde a Índia até a Etiópia, e a todos os que obedecem à nossa autoridade, saudações. Muitos, para sua soberba, têm abusado da excessiva bondade dos príncipes e da honra que lhes foi conferida. E não só procuram oprimir os que são obedientes aos reis, mas ainda, não sabendo usufruir da glória que lhes foi dada, tramam ciladas contra os seus benfeitores. E não contentes em suprimir a gratidão das pessoas, ainda excitados pela vanglória dos que não têm nenhuma experiência do bem, julgam poder escapar à sentença do próprio Deus, que tudo julga, e odeia o mal. Freqüentemente, também, muitos, que foram constituídos em autoridade, por conselho de amigos aos quais tinham sido confiados encargos, tornaram-se participantes do derramamento de sangue inocente e foram implicados em calamidades irremediáveis. Isto, porque esses amigos iludiam a sincera benignidade dos príncipes com artifícios perversos e enganosos. Esse fato se comprova não só com casos antigos, mas por aqueles fatos que acontecem no presente, diante dos que os contemplam, e que foram perpetrados pela maldade dos que indignamente exercem o poder. Por isso, é preciso daqui para a frente tomar providências para a paz de todas as províncias. Se mandarmos coisas diversas, aquelas que caem sob os olhos, discerniremos sempre com a mais benévola atenção. Pois Amã filho de Amadat, macedônio, na realidade estrangeiro ao sangue persa e muito distante da nossa bondade, foi por nós acolhido como hóspede. E recebeu em si mesmo tanta benevolência, que aliás demonstramos para com qualquer nação, que chegou a ser publicamente chamado de nosso pai e foi reverenciado por todos como o segundo depois do rei. Ele, no entanto, deixou-se levar por um tão grande impulso de arrogância, que chegou a tentar privar-nos do reino e até da vida. Pois, recorrendo a falsos e sutis artifícios, chegou também a tramar a morte do nosso salvador e perene benfeitor Mardoqueu e da irrepreensível consorte do nosso reino, Ester, com todo o seu povo. Isto ele tramava para que, estando mortos os judeus, nós ficássemos isolados, passando então o reino dos persas para os macedônios. Nós, porém, constatamos que os judeus, destinados à morte por esse pior dos mortais, não têm qualquer culpa. Ao contrário, observando leis justíssimas, eles procedem como filhos do Deus altíssimo, máximo e sempre vivo, por cuja bondade o reino foi da melhor forma conduzido por nós, como também por nossos predecessores. Fareis bem, portanto, não atendendo às cartas que Amã, filho de Amadat, vos dirigiu. Pelo seu crime, que tramou com toda a sua família, ele foi enforcado ante as portas desta cidade de Susa. Deus, que governa todas as coisas, depressa lhe deu o que merecia. Uma cópia deste edito, que agora vos enviamos, seja publicado em todas as cidades, para que os judeus tenham a liberdade de observar suas leis. Deveis auxiliá-los para que eles, no dia quatorze do duodécimo mês, o mês de Adar, possam defender-se contra os que os atacarem no tempo da tribulação. Pois esse dia, destinado para o extermínio da raça escolhida, o Deus todo-poderoso converteu-o em dia de alegria para eles. Por isso, também vós considerai esse dia como especial entre os vossos dias festivos e celebrai-o com toda a alegria. E isto para que, agora e no futuro, para nós e para os partidários dos persas, ele seja memória de salvação, enquanto, para aqueles que nos tramaram o mal, seja memória de perdição. Quanto à cidade ou província que não quiser participar desta solenidade, que pereça pela espada e pelo fogo. E de tal modo seja destruída, que não só para os seres humanos seja inabitável, mas até para as feras e os pássaros se torne para sempre abominável. Passai bem!” (Ester 8,12) |
Saberás que está em paz a tua tenda e, visitando a tua propriedade, verás que nada falta. (Jó 5,24) |
Direi a Deus: Não me condenes! Faze-me, antes, saber, por que me julgas assim. (Jó 10,2) |
Se os filhos recebem honra, ele não vai saber; se forem desprezados, ele nem chega a perceber. (Jó 14,21) |
temei o fio da espada, pois a espada vingará os crimes e sabereis que há um julgamento.” (Jó 19,29) |
para saber com que palavras me responderia, e entender o que ele teria a me dizer. (Jó 23,5) |
§ Levantam-se testemunhas mentirosas, querem saber de mim o que não sei. (Salmos 35,11) |
“Dá-me a conhecer, SENHOR, o meu fim, qual seja a extensão de meus dias. Quero saber como sou frágil. (Salmos 39,5) |
Aniquila-os no teu furor, aniquila-os, de modo que não mais existam. Para saberem que Deus é Senhor em Jacó e até as extremidades da terra. (Salmos 59,14) |
