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Encontrados 193 registros para: portas
Ordenei também aos levitas que se pusessem em estado de pureza e assim vigiassem as portas, para que o sábado fosse santificado. — Meu Deus, recorda também isso em meu favor e compadece-te de mim na tua grande misericórdia. (Neemias 13,22) |
pois na cidade de Jerusalém se edificará a sua Casa para sempre. Eu serei feliz, quando alguém da minha descendência puder ver a tua glória e celebrar o Rei do céu. As portas de Jerusalém serão construídas com safira e esmeralda, e com pedras preciosas todas as tuas muralhas. As torres de Jerusalém serão edificadas com ouro, e as suas fortificações com ouro precioso. (Tobias 13,16) |
E as portas de Jerusalém entoarão cantos de alegria e todas as suas ruas dirão: Aleluia, bendito o Deus de Israel! E benditos os que bendizem o seu santo Nome, para sempre e eternamente”. (Tobias 13,18) |
Nas portas, levantou torres de cem côvados, com a largura de sessenta côvados na base. (Judite 1,3) |
Quanto às portas, fez que subissem à altura de setenta côvados, com a largura de quarenta, para a saída do exército dos seus guerreiros e para as evoluções da sua infantaria. (Judite 1,4) |
Desfaleciam seus pequeninos, e as mulheres e os jovens, esgotados pela sede, caíam nas ruas da cidade e nas passagens das portas, sem mais força alguma. (Judite 7,22) |
e esta a meteu na sacola das provisões. Saíram então as duas juntas, segundo o costume, como se fossem para a oração. Tendo atravessado o acampamento, contornaram todo aquele vale e subiram por trás o monte de Betúlia, caminhando em direção às suas portas. (Judite 13,10) |
De longe, gritou Judite às sentinelas das portas: “Abri, abri a porta! Deus está conosco, o nosso Deus, para manifestar ainda sua força em favor de Israel e seu poder contra os nossos inimigos, como fez hoje!” (Judite 13,11) |
Todos acorreram, do menor ao maior, pois parecia-lhes incrível que ela tivesse voltado. Abriram-lhes as portas, acolheram-nas, acenderam uma fogueira para clarear e se ajuntaram ao redor delas. (Judite 13,13) |
Mardoqueu pôs-se em ação e fez tudo o que Ester lhe havia mandado. Reunido com os anciãos do povo, rasgou suas vestes, endossou o pano de saco e prostrou-se com a face por terra, de manhã até a noite. Ele orou: “Ó Deus de Abraão, Deus de Isaac e Deus de Jacó, tu és bendito! Senhor, Senhor, Rei todo-poderoso, em teu poder estão todas as coisas e não há quem possa resistir à tua vontade, se decidires salvar Israel. Pois tu fizeste o céu e a terra e todas as maravilhas que se encontram na abóbada celeste. Tu és o Senhor de todas as coisas e não há quem possa resistir à tua majestade. Tu sabes, Senhor, que eu de boa vontade adoraria as plantas dos pés de Amã, para salvar Israel. Não o fiz, porém, para não colocar a glória de um ser humano acima da glória do meu Deus, e não adorarei a outro senão a ti, Senhor, meu Deus. Não faço isto por arrogância, nem por vanglória, Senhor! Aparece, Senhor! Manifesta-te, Senhor! Agora, Senhor e Rei, Deus de Abraão, Deus de Isaac e Deus de Jacó, tem compaixão do teu povo, pois nossos inimigos querem nos exterminar e destruir a tua herança! Não desprezes a tua parte, que resgataste para ti, da terra do Egito. Ouve a minha súplica e sê propício à tua herança: transforma o nosso pranto em alegria, para que, vivendo, louvemos o teu nome, Senhor. Sim, não feches a boca dos que cantam o teu louvor!” E todo o Israel com todas as forças clamou ao Senhor, porque uma morte certa os ameaçava. Também a rainha Ester, apavorada com o perigo da morte iminente, procurou refúgio no Senhor. Tirando suas vestes de luxo, cobriu-se com vestes de luto. Em vez dos perfumes finos, encheu a cabeça de cinza e humilhou duramente seu corpo com jejuns. Prostrada por terra, com suas escravas, de manhã à noite, assim orou: “Ó Deus de Abraão, Deus de Isaac e Deus de Jacó, tu és bendito! Socorre-me, pois estou sozinha, e não tenho outro defensor senão tu, Senhor, agora que devo arriscar a minha vida! Ouvi, dos livros dos meus antepassados, Senhor, que tu salvaste Noé, no dilúvio. Ouvi, dos livros dos meus antepassados, Senhor, que tu entregaste nove reis a Abraão, quando este dispunha de apenas trezentos e dezoito homens. Ouvi, dos livros dos meus antepassados, Senhor, que tu livraste Jonas do ventre da baleia. Ouvi, dos livros dos meus antepassados, Senhor, que tu livraste Ananias, Azarias e Misael, da fornalha de fogo. Ouvi, dos livros dos meus antepassados, Senhor, que tu retiraste Daniel da cova dos leões. Ouvi, dos livros dos meus antepassados, que tu te compadeceste de Ezequias, rei dos judeus, quando estava às portas da morte e orava por sua vida, e lhe concedeste mais quinze anos. Ouvi, dos livros dos meus antepassados, Senhor, que tu concedeste um filho a Ana, em resposta à oração que brotava de sua alma. Ouvi, dos livros dos meus antepassados, Senhor, que tu libertas, até o fim, a todos os que te agradam. Agora, pois, ajuda-me, porque estou só, e não tenho ninguém senão tu, Senhor, meu Deus! Tu sabes que a tua serva tem abominado reclinar-se com os incircuncisos. Ó Deus, tu sabes que eu não tenho comido da mesa de suas maldições, nem bebido o vinho das suas libações. Tu sabes que, desde o dia de minha coroação, não tenho tido alegria senão somente em ti, Senhor. Tu sabes, ó Deus, que, desde o momento em que este traje passou por minha cabeça, eu o abomino como a um trapo imundo, e não foi feliz o dia em que o revesti. Agora, vem em auxílio a esta órfã, e inspira a palavra adequada à minha boca, diante do leão: torna-me graciosa a seus olhos e muda o seu coração, para que odeie quem nos ataca, para a perdição desse homem e dos que com ele consentem. E a nós, livra-nos das mãos dos nossos inimigos; converte o nosso luto em alegria e as nossas dores em salvação! Quanto aos que se levantam contra a tua herança, dá-lhes um castigo exemplar. Aparece, Senhor! Manifesta-te, Senhor!” (Ester 4,17) |
Quando ele viu a rainha Ester, alegrou-se em vê-la, e estendeu em sua direção o cetro de ouro que tinha nas mãos. Ela, aproximando-se, tocou na ponta do cetro. Resplandecendo nos trajes de rainha, e tendo invocado a Deus, Salvador e Senhor de todas as coisas, ela havia tomado consigo duas escravas, apoiando-se numa, com elegância, enquanto a outra seguia sua senhora, carregando a cauda do vestido. A própria Ester, com o rosto enrubescido e o olhar gracioso e resplandecente, escondia um ânimo triste e angustiado, pelo medo da morte. Tendo transposto todas as portas, ela postara-se no átrio interior, à vista do rei, o qual estava sobre o trono com as vestes reais, refulgindo em ouro e pedras preciosas. Era terrível o seu aspecto, com o cetro de ouro na mão. Tendo levantado os olhos e vendo-a, num primeiro momento, como touro enfurecido, havia pensado em matá-la, clamando em tom ameaçador: “Quem ousou entrar na sala real sem ter sido chamado?” A rainha estremeceu e, mudada sua cor em palidez, deixou-se cair sobre a cabeça da escrava que a antecedia. Nesse momento, o Deus dos judeus e Senhor de toda a criação, infundiu mansidão no espírito do rei, o qual, com receio e depressa, desceu do trono. Sustentando-a nos braços, até que ela se refizesse, com palavras apaziguadoras a confortou: “Que tens, rainha Ester, minha irmã e participante do meu reinado? Sou teu irmão, não temas, não morrerás! Esta lei foi feita para todos, menos para ti! Aproxima-te!” Levantando o cetro de ouro, tocou com ele o pescoço de Ester e beijou-a, dizendo: “Fala comigo!” Ela respondeu: “Eu te vi, meu senhor, como um anjo de Deus, e meu coração se perturbou pelo temor da tua glória. Pois tu és muito admirável, meu senhor, e a tua face é cheia de graça!” Ao falar assim, de novo estremeceu e quase desmaiou. O rei ficou preocupado, e da mesma forma os seus servos. (Ester 5,2) |
chegou-se à passagem onde estava escrito como Mardoqueu tinha denunciado as tramas de Bagatã e de Tares, os dois eunucos encarregados das portas, que tinham planejado erguer a mão contra Assuero. (Ester 6,2) |
