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Encontrados 167 registros para: presente



Sugerimos que nossos chefes representem a assembléia toda e que os moradores de nossas cidades que tenham-se casado com mulheres estrangeiras se apresentem nos dias marcados para eles, junto com os anciãos e os juízes das respectivas cidades, até que o ardor da ira de nosso Deus por esse motivo se afaste de nós. (Esdras 10,14)

  

Eu me apresentei aos governadores do Além-Eufrates e lhes mostrei as cartas do rei. O rei também tinha providenciado para mim uma escolta de oficiais do exército e de soldados. (Neemias 2,9)

  

O próprio Aicar e Nadab, dentre seus irmãos, vieram à casa de Tobias. E celebraram-se as bodas alegremente, durante sete dias, sendo-lhe oferecidos muitos presentes. (Tobias 11,18)

  

Pois bem, quando oravas, tu e Sara, eu apresentei o memorial da vossa prece na presença da claridade do Senhor. Da mesma forma o fiz, quando sepultavas os mortos. (Tobias 12,12)

  

Pois tu fizeste as coisas anteriores àquelas, e projetaste as que aconteceram depois, os fatos presentes e os do futuro, e aconteceram segundo projetaste. (Judite 9,5)

  

Chamaram, pois, Aquior, da casa de Ozias. Quando ele veio, ao ver a cabeça de Holofernes na mão de um dos presentes, caiu com o rosto em terra, desmaiado. (Judite 14,6)

  

Todas as mulheres de Israel acorreram para vê-la e bendizê-la, e organizaram uma dança em sua homenagem. Ela tomou ramos em suas mãos e os deu às mulheres presentes. (Judite 15,12)

  

Se o rei achar bom, promulgue-se um decreto de tua parte, para ser incluído entre as leis dos persas e dos medos, que são irrevogáveis, para que nunca mais Vasti se apresente ao rei, e que outra mulher, melhor do que ela, receba o seu título de rainha. (Ester 1,19)

  

Preparou então um banquete magnífico, para todos os príncipes e seus servos, em homenagem a Ester. Concedeu também a remissão do tributo a todas as províncias, e ofereceu presentes com liberalidade suprema. (Ester 2,17)

  

Para todas as províncias foi marcado o dia da vingança, a saber, o dia treze do duodécimo mês, o mês de Adar. Eis a maneira como ele mandou-os servir-se de suas leis em todas as cidades, ser ajudados por elas e dispor dos seus inimigos e adversários como quisessem, no mesmo dia, em todo o reino de Artaxerxes, no dia quatorze do duodécimo mês, o mês de Adar. Este é o teor da carta: “O grande rei Artaxerxes, aos governadores das cento e vinte e sete províncias desde a Índia até a Etiópia, e a todos os que obedecem à nossa autoridade, saudações. Muitos, para sua soberba, têm abusado da excessiva bondade dos príncipes e da honra que lhes foi conferida. E não só procuram oprimir os que são obedientes aos reis, mas ainda, não sabendo usufruir da glória que lhes foi dada, tramam ciladas contra os seus benfeitores. E não contentes em suprimir a gratidão das pessoas, ainda excitados pela vanglória dos que não têm nenhuma experiência do bem, julgam poder escapar à sentença do próprio Deus, que tudo julga, e odeia o mal. Freqüentemente, também, muitos, que foram constituídos em autoridade, por conselho de amigos aos quais tinham sido confiados encargos, tornaram-se participantes do derramamento de sangue inocente e foram implicados em calamidades irremediáveis. Isto, porque esses amigos iludiam a sincera benignidade dos príncipes com artifícios perversos e enganosos. Esse fato se comprova não só com casos antigos, mas por aqueles fatos que acontecem no presente, diante dos que os contemplam, e que foram perpetrados pela maldade dos que indignamente exercem o poder. Por isso, é preciso daqui para a frente tomar providências para a paz de todas as províncias. Se mandarmos coisas diversas, aquelas que caem sob os olhos, discerniremos sempre com a mais benévola atenção. Pois Amã filho de Amadat, macedônio, na realidade estrangeiro ao sangue persa e muito distante da nossa bondade, foi por nós acolhido como hóspede. E recebeu em si mesmo tanta benevolência, que aliás demonstramos para com qualquer nação, que chegou a ser publicamente chamado de nosso pai e foi reverenciado por todos como o segundo depois do rei. Ele, no entanto, deixou-se levar por um tão grande impulso de arrogância, que chegou a tentar privar-nos do reino e até da vida. Pois, recorrendo a falsos e sutis artifícios, chegou também a tramar a morte do nosso salvador e perene benfeitor Mardoqueu e da irrepreensível consorte do nosso reino, Ester, com todo o seu povo. Isto ele tramava para que, estando mortos os judeus, nós ficássemos isolados, passando então o reino dos persas para os macedônios. Nós, porém, constatamos que os judeus, destinados à morte por esse pior dos mortais, não têm qualquer culpa. Ao contrário, observando leis justíssimas, eles procedem como filhos do Deus altíssimo, máximo e sempre vivo, por cuja bondade o reino foi da melhor forma conduzido por nós, como também por nossos predecessores. Fareis bem, portanto, não atendendo às cartas que Amã, filho de Amadat, vos dirigiu. Pelo seu crime, que tramou com toda a sua família, ele foi enforcado ante as portas desta cidade de Susa. Deus, que governa todas as coisas, depressa lhe deu o que merecia. Uma cópia deste edito, que agora vos enviamos, seja publicado em todas as cidades, para que os judeus tenham a liberdade de observar suas leis. Deveis auxiliá-los para que eles, no dia quatorze do duodécimo mês, o mês de Adar, possam defender-se contra os que os atacarem no tempo da tribulação. Pois esse dia, destinado para o extermínio da raça escolhida, o Deus todo-poderoso converteu-o em dia de alegria para eles. Por isso, também vós considerai esse dia como especial entre os vossos dias festivos e celebrai-o com toda a alegria. E isto para que, agora e no futuro, para nós e para os partidários dos persas, ele seja memória de salvação, enquanto, para aqueles que nos tramaram o mal, seja memória de perdição. Quanto à cidade ou província que não quiser participar desta solenidade, que pereça pela espada e pelo fogo. E de tal modo seja destruída, que não só para os seres humanos seja inabitável, mas até para as feras e os pássaros se torne para sempre abominável. Passai bem!” (Ester 8,12)

  

Os outros judeus, que moravam em vilas fortificadas e em aldeias, designaram o dia quatorze do mês de Adar como o dia dos banquetes e da alegria, para nele se alegrarem e trocarem seus presentes. Quanto aos que moram em cidades, celebram o dia quinze do mês de Adar com alegria e banquetes e como dia festivo, no qual trocam seus presentes. Os governadores das províncias, como os príncipes e os escribas do rei, glorificavam a Deus, pois o temor de Mardoqueu havia tomado conta deles. O decreto do rei era comentado em todo o reino. (Ester 9,19)

  

Isto porque, nesses dias, os judeus haviam ficado livres dos seus inimigos e, nesse mês, seu luto e tristeza se convertera em alegria e gozo. Esses dias deviam ser de banquetes e alegria, nos quais também deveriam trocar presentes e fazer doações aos pobres. (Ester 9,22)