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Encontrados 196 registros para: contrario



A mulher cujo filho estava vivo sentiu nas entranhas tal compaixão por seu filho que disse ao rei: “Por favor, senhor, dai a ela o menino vivo. Não o mateis!” A outra, ao contrário, dizia: “Não será nem teu, nem meu. Podeis cortá-lo”. (I Reis 3,26)

  

Mas não tirarei das mãos de Salomão o reino todo; pelo contrário, vou mantê-lo como governante enquanto viver, por causa de Davi, meu servo, a quem escolhi, e que observou meus mandamentos e preceitos. (I Reis 11,34)

  

Pelo contrário, fizeste coisas piores que teus predecessores e fizeste para ti deuses estranhos, de metal fundido, a ponto de me irritar. Tu me jogaste às tuas costas. (I Reis 14,9)

  

Elias respondeu: “Estás pedindo algo muito difícil. Se me observares quando eu for arrebatado de tua presença, teu pedido será concedido; caso contrário, não será”. (II Reis 2,10)

  

Joás não quis lembrar-se dos benefícios que recebera de Joiada, pai do profeta. Ao contrário, matou-lhe o filho, que ao morrer exclamou: “Oxalá o SENHOR veja e peça contas”. (II Crônicas 24,22)

  

Mas ele não se humilhou diante do SENHOR como se tinha humilhado o pai Manassés. Ao contrário, tornou-se mais culpado ainda. (II Crônicas 33,23)

  

Ele contou a Zares, sua esposa, e aos amigos, tudo o que lhe tinha acontecido. Então os sábios, com os quais se aconselhava, bem como sua mulher, lhe disseram: “Se este Mardoqueu, ante o qual começaste a cair, é de descendência judaica, nada poderás contra ele. Pelo contrário, hás de cair à sua frente!” (Ester 6,13)

  

Para todas as províncias foi marcado o dia da vingança, a saber, o dia treze do duodécimo mês, o mês de Adar. Eis a maneira como ele mandou-os servir-se de suas leis em todas as cidades, ser ajudados por elas e dispor dos seus inimigos e adversários como quisessem, no mesmo dia, em todo o reino de Artaxerxes, no dia quatorze do duodécimo mês, o mês de Adar. Este é o teor da carta: “O grande rei Artaxerxes, aos governadores das cento e vinte e sete províncias desde a Índia até a Etiópia, e a todos os que obedecem à nossa autoridade, saudações. Muitos, para sua soberba, têm abusado da excessiva bondade dos príncipes e da honra que lhes foi conferida. E não só procuram oprimir os que são obedientes aos reis, mas ainda, não sabendo usufruir da glória que lhes foi dada, tramam ciladas contra os seus benfeitores. E não contentes em suprimir a gratidão das pessoas, ainda excitados pela vanglória dos que não têm nenhuma experiência do bem, julgam poder escapar à sentença do próprio Deus, que tudo julga, e odeia o mal. Freqüentemente, também, muitos, que foram constituídos em autoridade, por conselho de amigos aos quais tinham sido confiados encargos, tornaram-se participantes do derramamento de sangue inocente e foram implicados em calamidades irremediáveis. Isto, porque esses amigos iludiam a sincera benignidade dos príncipes com artifícios perversos e enganosos. Esse fato se comprova não só com casos antigos, mas por aqueles fatos que acontecem no presente, diante dos que os contemplam, e que foram perpetrados pela maldade dos que indignamente exercem o poder. Por isso, é preciso daqui para a frente tomar providências para a paz de todas as províncias. Se mandarmos coisas diversas, aquelas que caem sob os olhos, discerniremos sempre com a mais benévola atenção. Pois Amã filho de Amadat, macedônio, na realidade estrangeiro ao sangue persa e muito distante da nossa bondade, foi por nós acolhido como hóspede. E recebeu em si mesmo tanta benevolência, que aliás demonstramos para com qualquer nação, que chegou a ser publicamente chamado de nosso pai e foi reverenciado por todos como o segundo depois do rei. Ele, no entanto, deixou-se levar por um tão grande impulso de arrogância, que chegou a tentar privar-nos do reino e até da vida. Pois, recorrendo a falsos e sutis artifícios, chegou também a tramar a morte do nosso salvador e perene benfeitor Mardoqueu e da irrepreensível consorte do nosso reino, Ester, com todo o seu povo. Isto ele tramava para que, estando mortos os judeus, nós ficássemos isolados, passando então o reino dos persas para os macedônios. Nós, porém, constatamos que os judeus, destinados à morte por esse pior dos mortais, não têm qualquer culpa. Ao contrário, observando leis justíssimas, eles procedem como filhos do Deus altíssimo, máximo e sempre vivo, por cuja bondade o reino foi da melhor forma conduzido por nós, como também por nossos predecessores. Fareis bem, portanto, não atendendo às cartas que Amã, filho de Amadat, vos dirigiu. Pelo seu crime, que tramou com toda a sua família, ele foi enforcado ante as portas desta cidade de Susa. Deus, que governa todas as coisas, depressa lhe deu o que merecia. Uma cópia deste edito, que agora vos enviamos, seja publicado em todas as cidades, para que os judeus tenham a liberdade de observar suas leis. Deveis auxiliá-los para que eles, no dia quatorze do duodécimo mês, o mês de Adar, possam defender-se contra os que os atacarem no tempo da tribulação. Pois esse dia, destinado para o extermínio da raça escolhida, o Deus todo-poderoso converteu-o em dia de alegria para eles. Por isso, também vós considerai esse dia como especial entre os vossos dias festivos e celebrai-o com toda a alegria. E isto para que, agora e no futuro, para nós e para os partidários dos persas, ele seja memória de salvação, enquanto, para aqueles que nos tramaram o mal, seja memória de perdição. Quanto à cidade ou província que não quiser participar desta solenidade, que pereça pela espada e pelo fogo. E de tal modo seja destruída, que não só para os seres humanos seja inabitável, mas até para as feras e os pássaros se torne para sempre abominável. Passai bem!” (Ester 8,12)

  

Portanto, no dia treze do duodécimo mês, o mês de Adar, quando se devia cumprir a palavra e o decreto do rei, quando os inimigos dos judeus esperavam dominá-los, aconteceu o contrário: os judeus venceram seus adversários. (Ester 9,1)

  

Ao contrário, tenho visto os que praticam a iniqüidade, os que semeiam dores e as colhem: (Jó 4,8)

  

Ainda que eu tivesse razão, eu não poderia replicar; pelo contrário, pediria misericórdia ao meu Juiz. (Jó 9,15)

  

Aquele, ao contrário, morre na amargura de sua alma, sem quaisquer recursos. (Jó 21,25)