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Encontrados 266 registros para: confia



Entreguei o governo de Jerusalém a meu irmão Hanani, e a Hananias, comandante da Cidadela, pois era homem de confiança e temente a Deus como poucos. (Neemias 7,2)

  

Naquele tempo as dependências nas quais se depositavam as provisões, as ofertas, as primícias e os dízimos foram confiadas a responsáveis que deviam recolher as contribuições provenientes dos campos anexos às cidades e destinadas legalmente aos sacerdotes e levitas. É que Judá se alegrava ao ver os sacerdotes e os levitas exercendo suas funções. (Neemias 12,44)

  

Confiei a administração dos depósitos ao sacerdote Selemias, ao escriba Sadoc e ao levita Fadaías; e para assistente nomeei Hanã filho de Zacur, filho de Matanias. Eles eram considerados como dignos de confiança e a eles cabia fazer as distribuições entre seus colegas. (Neemias 13,13)

  

Tobit respondeu a seu filho, Tobias: “Ele me deu seu documento e eu lhe dei o meu, dividindo-o em duas partes. Cada um ficou com a sua, a dele ficando guardada com o dinheiro. Agora são passados vinte anos desde que depositei com ele essa quantia. Vamos, pois, filho, procura uma pessoa de confiança, que possa viajar contigo: nós lhe pagaremos um salário, até que voltes. Enquanto estou em vida, vai recuperar esse dinheiro!” (Tobias 5,3)

  

Entrando em casa, Tobias contou a Tobit, seu pai: “Encontrei alguém, um dos nossos irmãos, um israelita, que pode viajar comigo”. Seu pai lhe disse: “Chama o homem, para eu saber qual é o seu clã e qual a sua tribo, e se é de confiança para que te acompanhe, filho”. (Tobias 5,9)

  

Tobit, por sua vez, lhe dizia: “Fica tranqüila e não te preocupes, minha irmã, o nosso filho está bem! Decerto algum imprevisto os retém por lá: o homem que o acompanha é de confiança, pois é dos nossos irmãos. Não te aflijas por ele, minha irmã, que ele já vem!” (Tobias 10,6)

  

Beijou então Sara, sua filha, e lhe disse: “Filha, sê respeitosa para com teu sogro e tua sogra, pois eles são doravante os teus pais, da mesma forma como estes que te geraram. Vai em paz, minha filha! Que eu possa ouvir boas notícias tuas enquanto eu viver”. Beijou-a e deixou-os partir. Antes, porém, Edna disse a Tobias: “Filho e irmão querido, que o Senhor do céu te conduza de volta, e que eu possa ver teus filhos, teus e de Sara, minha filha, antes de morrer, para eu alegrar-me diante do Senhor. Entrego-te minha filha em confiança. Não a magoes em nenhum dia da tua vida. Vai, meu filho, em paz. De agora em diante eu sou tua mãe, e Sara é tua irmã. Sejamos todos bem sucedidos em Deus, todos os dias de nossa vida!” (Tobias 10,12)

  

Este povo dos filhos de Israel não confia tanto em suas lanças quanto nas alturas dos montes onde moram: pois não é fácil subir aos cumes das suas montanhas. (Judite 7,10)

  

Aí estão os assírios! Eles estão repletos da sua força, orgulhosos de seus cavalos e cavaleiros, e se gloriam do braço dos seus soldados de infantaria. Eles confiam nos escudos, na lança, no arco e na funda, e não reconheceram que tu és o Senhor, aquele que esmaga as guerras, (Judite 9,7)

  

Tendo-se tornado público o decreto do rei, e segundo suas ordens, muitas jovens formosas foram levadas para Susa e confiadas a Egeu. Também Ester foi levada ao palácio real e entregue às mãos de Egeu, o guarda das mulheres. (Ester 2,7)

  

A que tinha entrado à tarde, pela manhã era trazida de volta ao segundo harém, confiado a Sasagaz, que cuidava das concubinas. E não tinha a permissão de voltar para junto do rei, a não ser que este a desejasse e mandasse chamá-la pelo nome. (Ester 2,13)

  

Para todas as províncias foi marcado o dia da vingança, a saber, o dia treze do duodécimo mês, o mês de Adar. Eis a maneira como ele mandou-os servir-se de suas leis em todas as cidades, ser ajudados por elas e dispor dos seus inimigos e adversários como quisessem, no mesmo dia, em todo o reino de Artaxerxes, no dia quatorze do duodécimo mês, o mês de Adar. Este é o teor da carta: “O grande rei Artaxerxes, aos governadores das cento e vinte e sete províncias desde a Índia até a Etiópia, e a todos os que obedecem à nossa autoridade, saudações. Muitos, para sua soberba, têm abusado da excessiva bondade dos príncipes e da honra que lhes foi conferida. E não só procuram oprimir os que são obedientes aos reis, mas ainda, não sabendo usufruir da glória que lhes foi dada, tramam ciladas contra os seus benfeitores. E não contentes em suprimir a gratidão das pessoas, ainda excitados pela vanglória dos que não têm nenhuma experiência do bem, julgam poder escapar à sentença do próprio Deus, que tudo julga, e odeia o mal. Freqüentemente, também, muitos, que foram constituídos em autoridade, por conselho de amigos aos quais tinham sido confiados encargos, tornaram-se participantes do derramamento de sangue inocente e foram implicados em calamidades irremediáveis. Isto, porque esses amigos iludiam a sincera benignidade dos príncipes com artifícios perversos e enganosos. Esse fato se comprova não só com casos antigos, mas por aqueles fatos que acontecem no presente, diante dos que os contemplam, e que foram perpetrados pela maldade dos que indignamente exercem o poder. Por isso, é preciso daqui para a frente tomar providências para a paz de todas as províncias. Se mandarmos coisas diversas, aquelas que caem sob os olhos, discerniremos sempre com a mais benévola atenção. Pois Amã filho de Amadat, macedônio, na realidade estrangeiro ao sangue persa e muito distante da nossa bondade, foi por nós acolhido como hóspede. E recebeu em si mesmo tanta benevolência, que aliás demonstramos para com qualquer nação, que chegou a ser publicamente chamado de nosso pai e foi reverenciado por todos como o segundo depois do rei. Ele, no entanto, deixou-se levar por um tão grande impulso de arrogância, que chegou a tentar privar-nos do reino e até da vida. Pois, recorrendo a falsos e sutis artifícios, chegou também a tramar a morte do nosso salvador e perene benfeitor Mardoqueu e da irrepreensível consorte do nosso reino, Ester, com todo o seu povo. Isto ele tramava para que, estando mortos os judeus, nós ficássemos isolados, passando então o reino dos persas para os macedônios. Nós, porém, constatamos que os judeus, destinados à morte por esse pior dos mortais, não têm qualquer culpa. Ao contrário, observando leis justíssimas, eles procedem como filhos do Deus altíssimo, máximo e sempre vivo, por cuja bondade o reino foi da melhor forma conduzido por nós, como também por nossos predecessores. Fareis bem, portanto, não atendendo às cartas que Amã, filho de Amadat, vos dirigiu. Pelo seu crime, que tramou com toda a sua família, ele foi enforcado ante as portas desta cidade de Susa. Deus, que governa todas as coisas, depressa lhe deu o que merecia. Uma cópia deste edito, que agora vos enviamos, seja publicado em todas as cidades, para que os judeus tenham a liberdade de observar suas leis. Deveis auxiliá-los para que eles, no dia quatorze do duodécimo mês, o mês de Adar, possam defender-se contra os que os atacarem no tempo da tribulação. Pois esse dia, destinado para o extermínio da raça escolhida, o Deus todo-poderoso converteu-o em dia de alegria para eles. Por isso, também vós considerai esse dia como especial entre os vossos dias festivos e celebrai-o com toda a alegria. E isto para que, agora e no futuro, para nós e para os partidários dos persas, ele seja memória de salvação, enquanto, para aqueles que nos tramaram o mal, seja memória de perdição. Quanto à cidade ou província que não quiser participar desta solenidade, que pereça pela espada e pelo fogo. E de tal modo seja destruída, que não só para os seres humanos seja inabitável, mas até para as feras e os pássaros se torne para sempre abominável. Passai bem!” (Ester 8,12)