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Encontrados 186 registros para: chamado
No primeiro mês, chamado de Nisã, no décimo segundo ano do reinado de Assuero, lançou-se na urna, diante de Amã, o “Pur”, isto é, a sorte, para se saber em que dia e mês o povo dos judeus devia ser exterminado. E saiu o dia treze do décimo segundo mês, o mês de Adar. (Ester 3,7) |
No dia treze do primeiro mês foram chamados os escribas do rei. Como ordenara Amã, mandaram-se cartas a todos os sátrapas do rei e governadores das províncias e chefes dos diversos povos, em nome do rei Assuero. As cartas foram autenticadas com o seu anel, (Ester 3,12) |
“Todos os servos do rei, e todas as províncias que estão sob seu domínio, sabem que há uma lei ordenando a morte imediata para quem quer que seja, homem ou mulher, que entre para dentro do átrio do rei sem ter sido chamado. Isto, a menos que o rei lhe estenda o cetro de ouro, para que possa continuar vivo. Eu, porém, já faz trinta dias que não sou chamada à presença do rei”. (Ester 4,11) |
Quando ele viu a rainha Ester, alegrou-se em vê-la, e estendeu em sua direção o cetro de ouro que tinha nas mãos. Ela, aproximando-se, tocou na ponta do cetro. Resplandecendo nos trajes de rainha, e tendo invocado a Deus, Salvador e Senhor de todas as coisas, ela havia tomado consigo duas escravas, apoiando-se numa, com elegância, enquanto a outra seguia sua senhora, carregando a cauda do vestido. A própria Ester, com o rosto enrubescido e o olhar gracioso e resplandecente, escondia um ânimo triste e angustiado, pelo medo da morte. Tendo transposto todas as portas, ela postara-se no átrio interior, à vista do rei, o qual estava sobre o trono com as vestes reais, refulgindo em ouro e pedras preciosas. Era terrível o seu aspecto, com o cetro de ouro na mão. Tendo levantado os olhos e vendo-a, num primeiro momento, como touro enfurecido, havia pensado em matá-la, clamando em tom ameaçador: “Quem ousou entrar na sala real sem ter sido chamado?” A rainha estremeceu e, mudada sua cor em palidez, deixou-se cair sobre a cabeça da escrava que a antecedia. Nesse momento, o Deus dos judeus e Senhor de toda a criação, infundiu mansidão no espírito do rei, o qual, com receio e depressa, desceu do trono. Sustentando-a nos braços, até que ela se refizesse, com palavras apaziguadoras a confortou: “Que tens, rainha Ester, minha irmã e participante do meu reinado? Sou teu irmão, não temas, não morrerás! Esta lei foi feita para todos, menos para ti! Aproxima-te!” Levantando o cetro de ouro, tocou com ele o pescoço de Ester e beijou-a, dizendo: “Fala comigo!” Ela respondeu: “Eu te vi, meu senhor, como um anjo de Deus, e meu coração se perturbou pelo temor da tua glória. Pois tu és muito admirável, meu senhor, e a tua face é cheia de graça!” Ao falar assim, de novo estremeceu e quase desmaiou. O rei ficou preocupado, e da mesma forma os seus servos. (Ester 5,2) |
Tendo sido convocados os escribas do rei — era o tempo do terceiro mês, chamado Sivã, no vigésimo terceiro dia — foram escritas as cartas, de acordo com a vontade de Mardoqueu. As cartas eram dirigidas aos judeus e aos governadores, procuradores e príncipes, que presidiam as cento e vinte e sete províncias desde a Índia até a Etiópia, a cada província e cada povo segundo suas línguas e em seus alfabetos, e também aos judeus em sua língua e em seu alfabeto. (Ester 8,9) |
Para todas as províncias foi marcado o dia da vingança, a saber, o dia treze do duodécimo mês, o mês de Adar. Eis a maneira como ele mandou-os servir-se de suas leis em todas as cidades, ser ajudados por elas e dispor dos seus inimigos e adversários como quisessem, no mesmo dia, em todo o reino de Artaxerxes, no dia quatorze do duodécimo mês, o mês de Adar. Este é o teor da carta: “O grande rei Artaxerxes, aos governadores das cento e vinte e sete províncias desde a Índia até a Etiópia, e a todos os que obedecem à nossa autoridade, saudações. Muitos, para sua soberba, têm abusado da excessiva bondade dos príncipes e da honra que lhes foi conferida. E não só procuram oprimir os que são obedientes aos reis, mas ainda, não sabendo usufruir da glória que lhes foi dada, tramam ciladas contra os seus benfeitores. E não contentes em suprimir a gratidão das pessoas, ainda excitados pela vanglória dos que não têm nenhuma experiência do bem, julgam poder escapar à sentença do próprio Deus, que tudo julga, e odeia o mal. Freqüentemente, também, muitos, que foram constituídos em autoridade, por conselho de amigos aos quais tinham sido confiados encargos, tornaram-se participantes do derramamento de sangue inocente e foram implicados em calamidades irremediáveis. Isto, porque esses amigos iludiam a sincera benignidade dos príncipes com artifícios perversos e enganosos. Esse fato se comprova não só com casos antigos, mas por aqueles fatos que acontecem no presente, diante dos que os contemplam, e que foram perpetrados pela maldade dos que indignamente exercem o poder. Por isso, é preciso daqui para a frente tomar providências para a paz de todas as províncias. Se mandarmos coisas diversas, aquelas que caem sob os olhos, discerniremos sempre com a mais benévola atenção. Pois Amã filho de Amadat, macedônio, na realidade estrangeiro ao sangue persa e muito distante da nossa bondade, foi por nós acolhido como hóspede. E recebeu em si mesmo tanta benevolência, que aliás demonstramos para com qualquer nação, que chegou a ser publicamente chamado de nosso pai e foi reverenciado por todos como o segundo depois do rei. Ele, no entanto, deixou-se levar por um tão grande impulso de arrogância, que chegou a tentar privar-nos do reino e até da vida. Pois, recorrendo a falsos e sutis artifícios, chegou também a tramar a morte do nosso salvador e perene benfeitor Mardoqueu e da irrepreensível consorte do nosso reino, Ester, com todo o seu povo. Isto ele tramava para que, estando mortos os judeus, nós ficássemos isolados, passando então o reino dos persas para os macedônios. Nós, porém, constatamos que os judeus, destinados à morte por esse pior dos mortais, não têm qualquer culpa. Ao contrário, observando leis justíssimas, eles procedem como filhos do Deus altíssimo, máximo e sempre vivo, por cuja bondade o reino foi da melhor forma conduzido por nós, como também por nossos predecessores. Fareis bem, portanto, não atendendo às cartas que Amã, filho de Amadat, vos dirigiu. Pelo seu crime, que tramou com toda a sua família, ele foi enforcado ante as portas desta cidade de Susa. Deus, que governa todas as coisas, depressa lhe deu o que merecia. Uma cópia deste edito, que agora vos enviamos, seja publicado em todas as cidades, para que os judeus tenham a liberdade de observar suas leis. Deveis auxiliá-los para que eles, no dia quatorze do duodécimo mês, o mês de Adar, possam defender-se contra os que os atacarem no tempo da tribulação. Pois esse dia, destinado para o extermínio da raça escolhida, o Deus todo-poderoso converteu-o em dia de alegria para eles. Por isso, também vós considerai esse dia como especial entre os vossos dias festivos e celebrai-o com toda a alegria. E isto para que, agora e no futuro, para nós e para os partidários dos persas, ele seja memória de salvação, enquanto, para aqueles que nos tramaram o mal, seja memória de perdição. Quanto à cidade ou província que não quiser participar desta solenidade, que pereça pela espada e pelo fogo. E de tal modo seja destruída, que não só para os seres humanos seja inabitável, mas até para as feras e os pássaros se torne para sempre abominável. Passai bem!” (Ester 8,12) |
É desde essa época, pois, que esses dias começaram a ser chamados de “Purim”, por causa do nome “Pur”. Em razão de todas essas coisas, que estão contidas na carta, (Ester 9,26) |
Havia na terra de Us um homem chamado Jó: era íntegro e reto, temia a Deus e mantinha-se afastado do mal. (Jó 1,1) |
Simão, chamado Tasi; (I Macabeus 2,3) |
Eleazar, chamado Auarã, e Jônatas, chamado Afus. (I Macabeus 2,5) |
Em lugar de Matatias, surgiu Judas, chamado o Macabeu. (I Macabeus 3,1) |
Depois, Jônatas acompanhou o rei até o rio chamado Elêutero, e logo voltou para Jerusalém. (I Macabeus 11,7) |
