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Ele também matou um egípcio de grande estatura, que tinha um cajado na mão. Indo contra ele com um bastão, arrancou o cajado da mão do egípcio e matou-o com a própria lança. (II Samuel 23,20)

  

Vou dar-te um conselho, para salvares a tua própria vida e a do teu filho Salomão. (I Reis 1,12)

  

E Salomão jurou pelo SENHOR: “Que Deus me cumule de castigos, se Adonias não pagar esse pedido com a própria vida! (I Reis 2,23)

  

Entraram para oferecer vítimas e holocaustos. Ora, Jeú tinha posto em prontidão, do lado de fora, oitocentos homens. Ele lhes tinha ordenado: “Qualquer um que deixar escapar um desses homens que eu trouxe às vossas mãos, pagará a vida dele com a própria”. (II Reis 10,24)

  

E entretanto veneravam o SENHOR. Constituíram para si sacerdotes dos lugares altos dentre sua própria gente, atribuindo-lhes os santuários dos lugares altos. (II Reis 17,32)

  

Também abateu um egípcio gigantesco, com dois metros e meio de altura. Esse egípcio tinha na mão uma lança da grossura duma cilindro de tecelão. Banaías avançou contra ele armado apenas de um pau, arrancou a lança da mão do egípcio e o matou com a própria lança. (I Crônicas 11,23)

  

Acaz juntou todos os objetos da casa de Deus e os despedaçou. Fechou as portas da casa de Deus e mandou por conta própria fazer altares em todas as esquinas de Jerusalém. (II Crônicas 28,24)

  

No mesmo dia em que sepultares tua mãe junto de mim, no mesmo dia não permaneças no seu território. Pois vejo que é grande a iniqüidade em seu meio, é grande a perfídia que nela se comete, e ninguém se sente envergonhado. Considera, filho, o que fez Nadab a Aicar, seu pai adotivo. Porventura não foi este quase enterrado vivo? Mas Deus retribuiu a infâmia ante os olhos da vítima, pois Aicar saiu para a luz, enquanto Nadab desceu às trevas eternas, por ter querido matá-lo. Por ter dado esmolas, Aicar escapou da armadilha mortal que lhe preparara Nadab, enquanto este caiu na própria armadilha mortal. (Tobias 14,10)

  

Quando ele viu a rainha Ester, alegrou-se em vê-la, e estendeu em sua direção o cetro de ouro que tinha nas mãos. Ela, aproximando-se, tocou na ponta do cetro. Resplandecendo nos trajes de rainha, e tendo invocado a Deus, Salvador e Senhor de todas as coisas, ela havia tomado consigo duas escravas, apoiando-se numa, com elegância, enquanto a outra seguia sua senhora, carregando a cauda do vestido. A própria Ester, com o rosto enrubescido e o olhar gracioso e resplandecente, escondia um ânimo triste e angustiado, pelo medo da morte. Tendo transposto todas as portas, ela postara-se no átrio interior, à vista do rei, o qual estava sobre o trono com as vestes reais, refulgindo em ouro e pedras preciosas. Era terrível o seu aspecto, com o cetro de ouro na mão. Tendo levantado os olhos e vendo-a, num primeiro momento, como touro enfurecido, havia pensado em matá-la, clamando em tom ameaçador: “Quem ousou entrar na sala real sem ter sido chamado?” A rainha estremeceu e, mudada sua cor em palidez, deixou-se cair sobre a cabeça da escrava que a antecedia. Nesse momento, o Deus dos judeus e Senhor de toda a criação, infundiu mansidão no espírito do rei, o qual, com receio e depressa, desceu do trono. Sustentando-a nos braços, até que ela se refizesse, com palavras apaziguadoras a confortou: “Que tens, rainha Ester, minha irmã e participante do meu reinado? Sou teu irmão, não temas, não morrerás! Esta lei foi feita para todos, menos para ti! Aproxima-te!” Levantando o cetro de ouro, tocou com ele o pescoço de Ester e beijou-a, dizendo: “Fala comigo!” Ela respondeu: “Eu te vi, meu senhor, como um anjo de Deus, e meu coração se perturbou pelo temor da tua glória. Pois tu és muito admirável, meu senhor, e a tua face é cheia de graça!” Ao falar assim, de novo estremeceu e quase desmaiou. O rei ficou preocupado, e da mesma forma os seus servos. (Ester 5,2)

  

E acrescentou: “A própria rainha Ester não chamou a mais ninguém para o banquete com o rei, senão a mim. E com ela novamente amanhã devo tomar a refeição, junto com o rei! (Ester 5,12)

  

apanha os sabidos na sua própria astúcia e faz malograr o desígnio dos perversos. (Jó 5,13)

  

e haverá esperança para o indigente, enquanto a iniqüidade fechará sua própria boca. (Jó 5,16)