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Amasias reuniu os homens de Judá e com eles formou um exército organizado à base das diversas famílias, com chefes de mil e de cem, de Judá e de Benjamim. Passou em revista os que tinham de vinte anos para cima e verificou que havia trezentos mil soldados de elite, prontos para a guerra, manejando lança e escudo. (II Crônicas 25,5)

  

Não façais como vossos pais e vossos irmãos, que pecaram contra o SENHOR, Deus de seus pais, o qual por isso os transformou em horror, como estais vendo. (II Crônicas 30,7)

  

Em seguida o escriba Safã também informou o rei a respeito do livro que o sacerdote Helcias lhe tinha dado e leu para o rei. (II Crônicas 34,18)

  

Rafael partiu, com os quatro servos e os dois camelos, para Rages da Média, e chegaram à casa de Gabael. Aí entregou-lhe o comprovante e informou-o a respeito do filho de Tobit, Tobias, que havia casado com a filha de Ragüel e o convidava para as bodas. Gabael foi depressa pegar as sacolas, com os respectivos selos, contou o dinheiro e o carregou sobre os camelos. (Tobias 9,5)

  

e logo enviadas, por estafetas, a todas as províncias do reino. Nelas estava a ordem de matar, exterminar e aniquilar todos os judeus, desde os meninos aos anciãos, crianças e mulheres, num só dia, isto é, no dia treze do décimo segundo mês, o mês de Adar, e que seus bens fossem confiscados. Eis a cópia da carta: “O grande rei Artaxerxes aos sátrapas e governadores das cento e vinte e sete províncias que, desde a Índia até a Etiópia, estão sujeitas à sua autoridade. Isto manda o rei: Embora governando muitas nações, e tendo subjugado ao meu império todo o orbe, não quis de modo algum abusar da grandeza do meu poder, mas sempre governar a vida dos meus súbditos agindo com clemência e bondade, sem usar do terror. Mantendo meu reino em segurança e com livre trânsito até as fronteiras, procurei garantir a paz, almejada por todos. Procurando eu saber, de meus conselheiros, de que maneira se alcançaria este objetivo, um deles, que se distingue dos outros pela prudência, boa vontade e inabalável fidelidade, Amã, informou-me que, entre as tribos de toda a terra, está espalhado um povo hostil, o qual, agindo por suas leis contra os costumes de todas as nações, sempre despreza as ordens do rei, impedindo que se mantenha a concórdia das nações, por nós consolidada. Tendo tomado conhecimento disto, vendo que só este povo rebelde segue leis perversas contra toda a raça humana e se opõe aos nossos interesses, comete os priores crimes e impede a paz do reino, mandamos o seguinte: Que todos aqueles que são nomeados na carta de Amã, que preside os negócios do Estado e a quem honramos como a um pai, sejam completamente exterminados com suas mulheres e crianças, pela espada de seus inimigos, no dia quatorze do décimo segundo mês, o mês de Adar, do corrente ano. Que ninguém tenha compaixão deles. Assim, essa gente, já há tempo criminosa, descendo num só dia violentamente à mansão dos mortos, deixará plenamente estável e tranqüila a nossa administração. Quem ocultar essa raça, não terá mais lugar para viver nem entre as pessoas nem entre as aves, e será queimado com fogo santo. E seus bens serão confiscados para o reino! Passai bem”. (Ester 3,13)

  

Mardoqueu o informou sobre tudo o que havia acontecido, especialmente a promessa de Amã de conseguir dinheiro para os tesouros do rei, em troca do extermínio dos judeus. (Ester 4,7)

  

Aí consta também como Mardoqueu, da raça judaica, tornou-se o segundo depois do rei Assuero, enaltecido entre os judeus e muito considerado entre a multidão dos seus irmãos, procurando o bem para o seu povo e falando o que contribuía para a paz de sua gente. Disse Mardoqueu a todos: “Estas coisas são obra de Deus!” E recordou o sonho que tivera, prenunciando exatamente esses fatos. Aliás, nada do que foi visto foi omitido. E continuou: “Se a pequena fonte transformou-se num rio, e havia luz e sol e abundância de água, a fonte e o rio é Ester, que o rei escolheu como esposa e quis que fosse rainha. Os dois dragões, sou eu e Amã. E os povos que se reuniram, são os que tentaram apagar o nome dos judeus. E o meu povo, isto é, Israel, são os que clamaram ao Senhor. E o Senhor salvou o seu povo e livrou-o de todos os males, fazendo grandes sinais e prodígios, que não são feitos entre as nações. Foi Ele quem mandou lançar duas sortes, uma do povo de Deus e outra, de todas as nações. As duas sortes aconteceram no tempo marcado e no dia do juízo, diante de Deus, para todas as nações. E Deus recordou-se do seu povo e fez justiça para a sua herança. Por isso serão celebrados estes dias do mês de Adar, quatorze e quinze desse mês, como dias de reunião e alegria e gozo diante de Deus, ao longo de vossas gerações, no povo de Israel”. (Ester 10,3)

  

E eu, outrora tranqüilo, de repente fui esmagado; ele segurou-me pelo pescoço, esganou-me, E transformou-me em seu alvo. (Jó 16,12)

  

Ele me transformou em zombaria do povo, em alvo de escarros no rosto. (Jó 17,6)

  

Quem me formou no ventre materno também não formou † meu servo? Ele nos formou a ambos nas entranhas! (Jó 31,15)

  

Foi ele que lhes formou o coração, ele compreende tudo o que fazem. (Salmos 33,15)

  

Instou com ele para que lhe entregasse o menino, para fazê-lo rei sucedendo ao pai. Informou-o de tudo o que Demétrio havia ordenado e o quanto as tropas o detestavam. E Trifão permaneceu ali muitos dias. (I Macabeus 11,40)