Busca Bíblica

Encontrados 101 registros para: amigos



Ele lhes disse: “Assim diz o SENHOR, o Deus de Israel: Cada um coloque a espada na cintura. Circulai pelo acampamento e matai, de porta em porta, até os parentes, amigos ou vizinhos”. (Êxodo 32,27)

Chegando a Siceleg, Davi enviou parte do espólio aos anciãos de Judá, seus amigos, dizendo: “Recebei como homenagem a vós uma parte do espólio dos inimigos do SENHOR”. (I Samuel 30,26)

Logo que se tornara rei e ocupara o trono, matou toda a casa de Baasa, sem deixar ninguém do sexo masculino, nem parentes nem amigos. (I Reis 16,11)

Apressaram-se os estafetas, que tinham sido enviados, para cumprir a ordem do rei. Imediatamente foi publicado o decreto em Susa. Enquanto o rei e Amã se banqueteavam, a cidade ficou alvoroçada. Todas as etnias fizeram banquetes. O próprio rei, com Amã, no interior do palácio real, entregava-se a excessos com os amigos. Por outro lado, onde quer que se publicasse o texto da carta, rompia o pranto e o choro lancinante de todos os judeus. E começaram a invocar o Deus de seus antepassados, dizendo: “Senhor Deus, tu só és Deus no céu lá em cima, e não há outro além de ti. Se tivéssemos cumprido a tua lei e teus preceitos, teríamos continuado a viver em segurança e em paz por todo o tempo da nossa vida. Agora, porém, porque não cumprimos os teus mandamentos, caiu sobre nós toda esta tribulação. Tu és junto e clemente, excelso e grande, Senhor, e todos os teus caminhos são justos. Agora, Senhor, não entregues teus filhos ao cativeiro, nem nossas esposas ao estupro e à ruína, tu que tens sido propício a nós desde o Egito até agora. Tem compaixão da tua parte escolhida e não entregues à infâmia a tua herança, deixando os inimigos dominarem sobre nós!” (Ester 3,15)

Disfarçando a raiva, chamou os amigos e sua mulher, Zares, (Ester 5,10)

Responderam-lhe Zares, sua esposa, e os outros amigos: “Manda preparar uma forca de cinqüenta côvados de altura, e dize pela manhã ao rei para que nela seja enforcado Mardoqueu. Assim irás alegre, com o rei, para o banquete”. Agradou-lhe a proposta, e ele mandou levantar a forca. (Ester 5,14)

Ele contou a Zares, sua esposa, e aos amigos, tudo o que lhe tinha acontecido. Então os sábios, com os quais se aconselhava, bem como sua mulher, lhe disseram: “Se este Mardoqueu, ante o qual começaste a cair, é de descendência judaica, nada poderás contra ele. Pelo contrário, hás de cair à sua frente!” (Ester 6,13)

Para todas as províncias foi marcado o dia da vingança, a saber, o dia treze do duodécimo mês, o mês de Adar. Eis a maneira como ele mandou-os servir-se de suas leis em todas as cidades, ser ajudados por elas e dispor dos seus inimigos e adversários como quisessem, no mesmo dia, em todo o reino de Artaxerxes, no dia quatorze do duodécimo mês, o mês de Adar. Este é o teor da carta: “O grande rei Artaxerxes, aos governadores das cento e vinte e sete províncias desde a Índia até a Etiópia, e a todos os que obedecem à nossa autoridade, saudações. Muitos, para sua soberba, têm abusado da excessiva bondade dos príncipes e da honra que lhes foi conferida. E não só procuram oprimir os que são obedientes aos reis, mas ainda, não sabendo usufruir da glória que lhes foi dada, tramam ciladas contra os seus benfeitores. E não contentes em suprimir a gratidão das pessoas, ainda excitados pela vanglória dos que não têm nenhuma experiência do bem, julgam poder escapar à sentença do próprio Deus, que tudo julga, e odeia o mal. Freqüentemente, também, muitos, que foram constituídos em autoridade, por conselho de amigos aos quais tinham sido confiados encargos, tornaram-se participantes do derramamento de sangue inocente e foram implicados em calamidades irremediáveis. Isto, porque esses amigos iludiam a sincera benignidade dos príncipes com artifícios perversos e enganosos. Esse fato se comprova não só com casos antigos, mas por aqueles fatos que acontecem no presente, diante dos que os contemplam, e que foram perpetrados pela maldade dos que indignamente exercem o poder. Por isso, é preciso daqui para a frente tomar providências para a paz de todas as províncias. Se mandarmos coisas diversas, aquelas que caem sob os olhos, discerniremos sempre com a mais benévola atenção. Pois Amã filho de Amadat, macedônio, na realidade estrangeiro ao sangue persa e muito distante da nossa bondade, foi por nós acolhido como hóspede. E recebeu em si mesmo tanta benevolência, que aliás demonstramos para com qualquer nação, que chegou a ser publicamente chamado de nosso pai e foi reverenciado por todos como o segundo depois do rei. Ele, no entanto, deixou-se levar por um tão grande impulso de arrogância, que chegou a tentar privar-nos do reino e até da vida. Pois, recorrendo a falsos e sutis artifícios, chegou também a tramar a morte do nosso salvador e perene benfeitor Mardoqueu e da irrepreensível consorte do nosso reino, Ester, com todo o seu povo. Isto ele tramava para que, estando mortos os judeus, nós ficássemos isolados, passando então o reino dos persas para os macedônios. Nós, porém, constatamos que os judeus, destinados à morte por esse pior dos mortais, não têm qualquer culpa. Ao contrário, observando leis justíssimas, eles procedem como filhos do Deus altíssimo, máximo e sempre vivo, por cuja bondade o reino foi da melhor forma conduzido por nós, como também por nossos predecessores. Fareis bem, portanto, não atendendo às cartas que Amã, filho de Amadat, vos dirigiu. Pelo seu crime, que tramou com toda a sua família, ele foi enforcado ante as portas desta cidade de Susa. Deus, que governa todas as coisas, depressa lhe deu o que merecia. Uma cópia deste edito, que agora vos enviamos, seja publicado em todas as cidades, para que os judeus tenham a liberdade de observar suas leis. Deveis auxiliá-los para que eles, no dia quatorze do duodécimo mês, o mês de Adar, possam defender-se contra os que os atacarem no tempo da tribulação. Pois esse dia, destinado para o extermínio da raça escolhida, o Deus todo-poderoso converteu-o em dia de alegria para eles. Por isso, também vós considerai esse dia como especial entre os vossos dias festivos e celebrai-o com toda a alegria. E isto para que, agora e no futuro, para nós e para os partidários dos persas, ele seja memória de salvação, enquanto, para aqueles que nos tramaram o mal, seja memória de perdição. Quanto à cidade ou província que não quiser participar desta solenidade, que pereça pela espada e pelo fogo. E de tal modo seja destruída, que não só para os seres humanos seja inabitável, mas até para as feras e os pássaros se torne para sempre abominável. Passai bem!” (Ester 8,12)

Ora, três amigos de Jó ficaram sabendo de todas as desgraças que o tinham afligido e vieram, cada um do seu lugar. Eram eles: Elifaz de Temã, Baldad de Suás e Sofar de Naamat, os quais combinaram vir juntos para visitá-lo e trazer-lhe consolo. (Jó 2,11)

Quem é escarnecido, como eu, por seus amigos, invocará a Deus, e ele o ouvirá, pois é a integridade do justo que é escarnecida. (Jó 12,4)

Piedade, piedade de mim, ao menos vós, meus amigos, pois a mão de Deus me feriu! (Jó 19,21)

Indignou-se também contra seus três amigos, por não terem achado resposta, mas somente condenarem Jó. (Jó 32,3)