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Encontrados 111 registros para: Altissimo
Melquisedec, rei de Salém, trouxe pão e vinho e, como sacerdote de Deus Altíssimo, (Gênesis 14,18) |
abençoou Abrão, dizendo: “Bendito seja Abrão pelo Deus Altíssimo, Criador do céu e da terra. (Gênesis 14,19) |
Bendito seja o Deus Altíssimo, que entregou teus inimigos em tuas mãos”. E Abrão entregou-lhe o dízimo de tudo. (Gênesis 14,20) |
Abrão, porém, respondeu ao rei de Sodoma: “Levanto minha mão para o SENHOR, o Deus Altíssimo, Criador do céu e da terra, e juro: (Gênesis 14,22) |
oráculo daquele que ouve as palavras de Deus e conhece os pensamentos do Altíssimo, que vê o que o Poderoso lhe faz ver, que cai em êxtase, e seus olhos se abrem. (Números 24,16) |
Quando o Altíssimo distribuiu a herança entre as nações, quando espalhou o gênero humano, fixou os limites dos povos segundo o número dos filhos de Israel. (Deuteronômio 32,8) |
Para Benjamim disse: “O amado do SENHOR, habitará em segurança; O Altíssimo lhe dá constante proteção e habita entre seus ombros”. (Deuteronômio 33,12) |
O SENHOR trovejou do céu e o Altíssimo fez ouvir a sua voz. (II Samuel 22,14) |
o Altíssimo fez-me ganhar o favor de Salmanassar, de quem me tornei fornecedor de tudo quanto ele precisava. (Tobias 1,13) |
De fato, a esmola é uma oferenda valiosa para todos os que a dão na presença do Altíssimo. (Tobias 4,11) |
Por sua vez, dirigindo-se a Judite, falou Ozias: “Tu és bendita, ó filha, pelo Deus altíssimo, mais que todas as mulheres da terra. Bendito é o Senhor, nosso Deus, que criou o céu e a terra, e te conduziu para ferires na cabeça o chefe dos nossos inimigos. (Judite 13,18) |
Para todas as províncias foi marcado o dia da vingança, a saber, o dia treze do duodécimo mês, o mês de Adar. Eis a maneira como ele mandou-os servir-se de suas leis em todas as cidades, ser ajudados por elas e dispor dos seus inimigos e adversários como quisessem, no mesmo dia, em todo o reino de Artaxerxes, no dia quatorze do duodécimo mês, o mês de Adar. Este é o teor da carta: “O grande rei Artaxerxes, aos governadores das cento e vinte e sete províncias desde a Índia até a Etiópia, e a todos os que obedecem à nossa autoridade, saudações. Muitos, para sua soberba, têm abusado da excessiva bondade dos príncipes e da honra que lhes foi conferida. E não só procuram oprimir os que são obedientes aos reis, mas ainda, não sabendo usufruir da glória que lhes foi dada, tramam ciladas contra os seus benfeitores. E não contentes em suprimir a gratidão das pessoas, ainda excitados pela vanglória dos que não têm nenhuma experiência do bem, julgam poder escapar à sentença do próprio Deus, que tudo julga, e odeia o mal. Freqüentemente, também, muitos, que foram constituídos em autoridade, por conselho de amigos aos quais tinham sido confiados encargos, tornaram-se participantes do derramamento de sangue inocente e foram implicados em calamidades irremediáveis. Isto, porque esses amigos iludiam a sincera benignidade dos príncipes com artifícios perversos e enganosos. Esse fato se comprova não só com casos antigos, mas por aqueles fatos que acontecem no presente, diante dos que os contemplam, e que foram perpetrados pela maldade dos que indignamente exercem o poder. Por isso, é preciso daqui para a frente tomar providências para a paz de todas as províncias. Se mandarmos coisas diversas, aquelas que caem sob os olhos, discerniremos sempre com a mais benévola atenção. Pois Amã filho de Amadat, macedônio, na realidade estrangeiro ao sangue persa e muito distante da nossa bondade, foi por nós acolhido como hóspede. E recebeu em si mesmo tanta benevolência, que aliás demonstramos para com qualquer nação, que chegou a ser publicamente chamado de nosso pai e foi reverenciado por todos como o segundo depois do rei. Ele, no entanto, deixou-se levar por um tão grande impulso de arrogância, que chegou a tentar privar-nos do reino e até da vida. Pois, recorrendo a falsos e sutis artifícios, chegou também a tramar a morte do nosso salvador e perene benfeitor Mardoqueu e da irrepreensível consorte do nosso reino, Ester, com todo o seu povo. Isto ele tramava para que, estando mortos os judeus, nós ficássemos isolados, passando então o reino dos persas para os macedônios. Nós, porém, constatamos que os judeus, destinados à morte por esse pior dos mortais, não têm qualquer culpa. Ao contrário, observando leis justíssimas, eles procedem como filhos do Deus altíssimo, máximo e sempre vivo, por cuja bondade o reino foi da melhor forma conduzido por nós, como também por nossos predecessores. Fareis bem, portanto, não atendendo às cartas que Amã, filho de Amadat, vos dirigiu. Pelo seu crime, que tramou com toda a sua família, ele foi enforcado ante as portas desta cidade de Susa. Deus, que governa todas as coisas, depressa lhe deu o que merecia. Uma cópia deste edito, que agora vos enviamos, seja publicado em todas as cidades, para que os judeus tenham a liberdade de observar suas leis. Deveis auxiliá-los para que eles, no dia quatorze do duodécimo mês, o mês de Adar, possam defender-se contra os que os atacarem no tempo da tribulação. Pois esse dia, destinado para o extermínio da raça escolhida, o Deus todo-poderoso converteu-o em dia de alegria para eles. Por isso, também vós considerai esse dia como especial entre os vossos dias festivos e celebrai-o com toda a alegria. E isto para que, agora e no futuro, para nós e para os partidários dos persas, ele seja memória de salvação, enquanto, para aqueles que nos tramaram o mal, seja memória de perdição. Quanto à cidade ou província que não quiser participar desta solenidade, que pereça pela espada e pelo fogo. E de tal modo seja destruída, que não só para os seres humanos seja inabitável, mas até para as feras e os pássaros se torne para sempre abominável. Passai bem!” (Ester 8,12) |

