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Encontrados 73 registros para: memoria



Seus feitos exasperavam os reis, mas alegravam Jacó, e sua memória permaneceu eternamente bendita. (I Macabeus 3,7)

  

eis a cópia da carta que os romanos mandaram gravar sobre tabuletas de bronze e enviaram a Jerusalém, para ali ficar como memorial da paz e da amizade de sua parte: (I Macabeus 8,22)

  

Livre-nos Deus, disse Judas, que proceda desse modo e que eu me salve diante deles. Se chegou a nossa hora, morramos corajosamente por nossos irmãos e não deixemos uma nódoa sequer em nossa memória. (I Macabeus 9,10)

  

Pareceu bem ao povo recebê-los com honra e depositar uma cópia de suas palavras nos arquivos públicos, para que ficasse na memória do povo de Esparta; e sobre isso enviamos um cópia a Simão, sumo sacerdote. (I Macabeus 14,23)

  

Nas relações e nas memórias do tempo de Neemias, contavam-se os mesmos feitos e como também ele formou uma biblioteca, reunindo tudo o que se referia aos reis e aos profetas, as obras de Davi e as cartas dos reis a respeito das ofertas. (II Macabeus 2,13)

  

Dessa maneira passou à outra vida, deixando com sua morte não somente aos jovens, mas também a toda a sua gente, um exemplo de coragem e um memorial de virtude. (II Macabeus 6,31)

  

Rogo-vos, portanto, e peço que, em memória de meus benefícios para convosco, tanto gerais, como particulares, tenhais para com meu filho a mesma benevolência que para comigo, (II Macabeus 9,26)

  

A memória do justo alcança as bênçãos; o nome dos ímpios apodrecerá. (Provérbios 10,7)

  

Não há memória do que é antigo, e nossos descendentes não deixarão memória junto daqueles que virão depois deles. (Eclesiastes 1,11)

  

Porque a memória do sábio não é mais eterna que a do insensato, pois que, passados alguns dias, ambos serão esquecidos. Mas então? Tanto morre o sábio como morre o louco! (Eclesiastes 2,16)

  

Mais vale uma vida sem filhos, mas rica de virtudes: sua memória será imortal, porque será conhecida de Deus e dos homens. (Sabedoria 4,1)

  

Depois disso serão cadáveres sem honra, desterrados entre os mortos, numa eterna ignomínia, porque ele os ferirá, e os precipitará sem voz, abatê-los-á nas suas bases e os mergulhará na última desolação. Eles serão entregues à dor, e a memória deles perecerá. (Sabedoria 4,19)