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(Provérbios 22,27)
se não tens com que pagar, arrebatar-te-ão teu leito debaixo de ti.
(Provérbios 26,27)
Quem cava uma fossa, ali cai; quem rola uma pedra, cairá debaixo dela.
(Eclesiastes 1,3)
Que proveito tira o homem de todo o trabalho com que se afadiga debaixo do sol?
(Eclesiastes 1,9)
O que foi é o que será: o que acontece é o que há de acontecer. Não há nada de novo debaixo do sol.
(Eclesiastes 1,13)
Apliquei meu espírito a um estudo atencioso e à sábia observação de tudo que se passa debaixo dos céus: Deus impôs aos homens esta ocupação ingrata.
(Eclesiastes 1,14)
Vi tudo o que se faz debaixo do sol, e eis: tudo vaidade, e vento que passa.
(Eclesiastes 2,3)
Resolvi entregar minha carne ao vinho, enquanto meu espírito se aplicaria ainda à sabedoria; procurar a loucura até que eu visse o que é bom para os filhos dos homens fazerem durante toda a sua vida debaixo dos céus.
(Eclesiastes 2,11)
Mas, quando me pus a considerar todas as obras de minhas mãos e o trabalho ao qual me tinha dado para fazê-las, eis: tudo é vaidade e vento que passa; não há nada de proveitoso debaixo do sol.
(Eclesiastes 2,17)
E eu detestei a vida, porque, a meus olhos, tudo é mau no que se passa debaixo do sol, tudo é vaidade e vento que passa.
(Eclesiastes 2,18)
Também se tornou odioso para mim todo o trabalho que produzi debaixo do sol, porque devo deixá-lo àquele que virá depois de mim.
(Eclesiastes 2,19)
E quem sabe se ele será sábio ou insensato? Contudo, é ele que disporá de todo o fruto dos meus trabalhos que debaixo do sol em custaram trabalho e sabedoria. Também isso é vaidade.
(Eclesiastes 2,20)
E eu senti o coração cheio de desgosto por todo o labor que suportei debaixo do sol.
(Eclesiastes 2,22)
Com efeito, que resta ao homem de todo o seu labor, de todas as suas azáfamas a que se entregou debaixo do sol?
(Eclesiastes 3,1)
Para tudo há um tempo, para cada coisa há um momento debaixo dos céus:
(Eclesiastes 3,16)
Debaixo do sol, observei ainda o seguinte: a injustiça ocupa o lugar do direito, e a iniqüidade ocupa o lugar da justiça.
(Eclesiastes 4,1)
Pus-me então a considerar todas as opressões que se exercem debaixo do sol. Eis aqui as lágrimas dos oprimidos e não há ninguém para consolá-los. Seus opressores fazem-lhes violência e não há ninguém para os consolar.
(Eclesiastes 4,3)
e mais feliz que uns e outros o aborto que não chegou à existência, aquele que não viu o mal que se comete debaixo do sol.
(Eclesiastes 4,7)
Vi ainda outra vaidade debaixo do sol:
(Eclesiastes 4,15)
Vi todos os viventes, que se acham debaixo do sol, apressarem-se junto do adolescente que o ia suceder;
(Eclesiastes 5,12)
Vi uma dolorosa miséria debaixo do sol: as riquezas que um possuidor guarda para sua desgraça.



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